Amora-brava

Nome cientifico: Rubus brasiliensis Mart. [Rubus brasiliensis]

Sinonímia: Amoreira- branca, amora-preta, amora-vermelha, amora-branca-do-campo, amora-brasileira, sarça, amoreira, amora-verde, amora-da-mata, amora-silva, amora-de-espinho, sarsa-moreira, amoreira-do-brasil, amoreira-do-mato, amor-do-mato, silva-branca.

Composição Química: Contem Vit. A , Vit. B1 (Tiamina), Vit. B2 (Riboflavina), Vit. B5 (Niacina), Vit. C (Ácido ascórbico), potássio, fósforo, cálcio, sódio, ferro.
www.ciagri.usp: Óleo essencial (anetol, isoanetol e anisaldeído, metilchavicol, derivados dos dimetílicos de estiboestrol), óleo fixo, proteínas, colina, açúcares, cumarinas, ácidos orgânicos, flavonóides, esteróis [Ufla; Lorenzi]


Dados para Cultivo

Propagação: espécie nativa propagada por sementes

Espaçamento: espécie nativa

Época de Plantio: espécie nativa, naturalmente propaga-se na primavera e verão.

Época Colheita: folhas, entrecasca do caule e raiz, ano todo, frutos e flores na prim. e verão. As folhas devem ser colhidas de preferên


Informações Gerais

Contra Indicações:

www.scielo.br ENIQFAR/UNIVALI: não apresentou toxidade com ensaio com ratos.

Valor Alimenticio: Como é rica em vitaminas e sais minerais, os frutos permitem a fabricação de sucos, doces, compotas, geleias, bolos, etc.


Uso Medicinal

Uso Principal:

Grande auxiliar nas afecções da garganta, amígdalas, como xarope, gargarejo e chá, na forma de folhas e frutos. Suas folhas na forma de infusão ou pó encapsulada, tem dado bons resultados no controle do climatério em mulheres em idade de menopausa. Contudo todas suas partes são usadas, na dose básica de 1 colher de sopa de material seco e picado, para 0,5 litros de água fervente, e tomadas na dose de 4-6 colheres de sopa ao dia, principalmente como diurética e laxativa.

Uso Normal:

O fruto combate: depurativo do sangue, anti-séptico, vermífugo, calmante, diurético, purgante, refrescante, adstringente, organismos saturados de ácidos, reumatismo, gota, artrite, prisão de ventre, afecções da garganta, amigdalite, rouquidão, inflamação das cordas vocais, afecção das gengivas, aftas, diarréia, desinteria, tosse. As flores frescas são diuréticas, afecções das vias urinárias. As folhas são usadas para febres palúdicas, diabetes [?], combate queda de cabelo. Folhas, uso interno, infusão, 1 xícara 4 vezes ao dia: diabetes. Uso esterno, suco, : ferimentos e úlceras. Frutos, uso interno, suco, reumatismo, gota, artrite, obsticipação intestinal; afecções febris. Casca do tronco, uso interno, infusão, dores ósseas em geral, misturado com suco de alho e cebola, 1 xícara 3 vezes ao dia : diabetes. Casca da raiz, uso interno, infusão: verminose, bronquites, tosses persistentes, pleurisia, afecções hepáticas. Uso interno, chás de folhas: diarréias; diabete; febres, pedra no rim, limpeza da bexiga de catarros. Casca da raiz , 30 a 50 g/ litro, decocto: expulsar vermes e solitária.
www.plantamed.com.br: atua como adstringente (aperta espaço entre as células); atua como diurética; é laxante dependendo da dose; atua no controle de diarréia de sangue; escorbuto; atua na icterícia.

Uso Normal:

(agregado com suco de alho e cebola)na assepsia das feridas

Características: Nativa das regiões altas de São Paulo, Minas Gerais, Rio-de-janeiro e Paraná, e desenvolvendo-se tão bem que pode ser considerada um uma planta expontânea em muitas regiões do país. Na forma adulta é um arbusto perene, subereto ou decumbente, com folhas compostas, trifolidas, com pecíolos providos de espinhos na forma de gancho, folíolos cartáceos, tomentosos em ambas as faces, e com cor prateada na parte inferior, flores brancas, reunidas em inflorrrescência paniculadas terminais, os frutos são bagas globosas, com superfície irregular, de coloração que varia desde o vermelho vivo até o vermelho escuro, parecendo sangue coagulado, com polpa carnosa e adocicada, mas muito frágil ao tato e de pouca resistência ao transporte.[Ufla; Lorenzi]