Nefrite aguda ou não (ajuda nos sintomas) g*

Plantas Relacionadas na Literatura : Aipo, salsão, Bananeira, Cacaueiro, Cana-do-brejo +SF, Jaborandí ++ ##, Uva-ursi, .
Sintomas e Causas : A nefrite é o resultado de um processo inflamatório difuso dos glomérulos renais tendo por base um fenômeno imunológico. É responsável por 50% das doenças renais. O fenômeno imunológico responsável pela nefrite ocorre quando uma substância estranha (antígeno) entra na circulação e é levada aos setores de defesa do nosso corpo. O organismo, para se defender do antígeno agressor, produz um anticorpo. A reunião do antígeno com o anticorpo forma um complexo solúvel antígeno-anticorpo que, circulando pelo organismo, pode se depositar nos tecidos, criando as lesões inflamatórias. Quando o glomérulo é o tecido atingido, a lesão inflamatória chama-se glomerulonefrite. As lesões inflamatórias do rim podem ser mínimas ou de tal intensidade que esclerosem totalmente o glomérulo. Quanto maiores as lesões, maiores serão as manifestações clínicas e laboratoriais da doença. Como se apresenta a nefrite? A nefrite se apresenta na forma aguda ou crônica. Na nefrite aguda ocorre sangue e albumina (proteinúria) na urina e edema por todo o corpo, mais hipertensão arterial. Após seis meses de evolução da forma aguda, temos certeza que a nefrite cronificou; continuaremos encontrando albumina e sangue na urina e, eventualmente, hipertensão. Nas crianças, as nefrites agudas curam em 90-95% dos casos, nos adultos, as nefrites curam somente em 50% dos casos e o restante delas cronifica. A destruição do glomérulo pode ser lenta ou rapidamente progressiva. A cronificação lenta pode levar muitos anos, até décadas, para destruir totalmente o rim. Causas das nefrites As causas mais comuns de glomerulonefrites são de origem infecciosa. As infecciosas são as provocadas por qualquer microrganismo (malária, tifo, salmonela, toxoplasmose, herpes e outros vírus e bactérias) que forme o complexo antígeno-anticorpo e o precipite no rim. Há também causas não infecciosas, as quais são provocadas por doenças de vários órgãos ou por medicamentos como lítio, ouro, captopril, que liberam antígenos e desencadeiam o mecanismo imunológico que leva à nefrite. Os pacientes transplantados que eram portadores de doença crônica nefrítica também podem refazer a doença no rim do doador. Como se faz o diagnóstico? Quando uma pessoa relata ao médico que sua urina está diminuída ou diminuindo e de cor sanguinolenta, apresenta edema nos olhos e/ou nas pernas e surgiu hipertensão, o médico começa a suspeitar que o paciente está com uma glomerulonefrite. Cabe a ele descobrir se a causa é infecciosa ou não. Os exames laboratoriais confirmam o sangue na urina (hematúria) e a proteinúria. Na fase aguda da doença, os dados clínicos e laboratoriais são evidentes e convincentes. Na fase crônica, podem manifestar-se fracamente, mas em alguns casos, já pode haver sinais clínicos e laboratoriais da insuficiência renal crônica de grau variado. Muitas vezes somente a biopsia renal pode nos afirmar que a doença é realmente uma glomerulonefrite e nos confirmar seu estágio. Tratamento As nefrites agudas, que ocorrem após a infecção bacteriana, requerem somente repouso e cuidados com o excesso de água e sal. Se a infecção ainda está presente, o antibiótico adequado deve ser usado. Passada a fase aguda, devemos tratar o processo inflamatório e reduzir a formação do complexo antígeno-anticorpo que lesa o rim. Isso é feito pelos anti-inflamatórios esteróides e não esteróides e imunossupressores. Quando já há lesões crônicas, o tratamento é o de sustentação e impedimento do avanço das lesões. Os médicos nefrologistas têm orientação terapêutica adequada para as glomerulonefrites agudas e crônicas. Fonte: www.abcdasaude.com.br
Tratamentos Propostos : Para ajudar na fisiologia dos rins, Abdalla recomenda uso interno, composto Dirceu: Rins, com as plantas: bardana, folha; cavalinha, folha; conta-de-lágrima, folha; pororoca, casca; quebra-pedra, planta toda.Dr. Degmar recomenda para infecções urinárias: tomar muita água. Evitar alimentos irritantes da bexiga tais como: frutas muito ácidas ou pimentas, molhos fortes. Nada de bebida tipo cola. Tomar suco de Birtili (Gram berry), pois além de ação antioxidante, impede a proliferação da Echerichia coli na parede da bexiga. Plantas que podem ser usadas: Uva-ursi (Arctostaphylos uva-ursi), folhas, infuso, necessidade de pH urinário básico para poder atuar como anti-séptico urinário; Douradinha-do-cerrado (Palicourea rigida), folhas, infuso; Algodãozinho-do-cerrado (Cochlospermum regium), raiz, decocto; Cana-do-brejo (Costus cuspidatus), planta toda, decocto; Cavalinha (Equisetum arvensis), planta toda, decocto; Jatobá (Hymenoea courbaril), entrecasca, decocto, tintura; Tanchagem (Plantago major), folhas, suco; Copaíba (Copaifera langsdorfil), óleo em cps; Própulis; Ipê-roxo (Tabebuia avellanedae), entrecasca, decocto; Pitangueira (Eugenia uniflora), folha, infuso; Salsa (Petroselinum sativum), planta toda, inclusive raiz em suco; Vara-de-ouro (Solidago virgaurea) planta específica par drenagem renal e hepática; Junípero, enebro, (Juniperus communis). Alfonsas Balbachas, As Plantas Curam, 1959, 7a Ediç. indica: cana-do-brejo, borragem, erva-tostão, eucalipto, limão. Em caso agudo: beber líquido em abundância (a menos que haja edemas), provocar a sudação por meio de banhos quentes, e buscar ajuda médica.