Secreções: aumenta secreções diversas; VAGINITE-exames;

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Sintomas e Causas : O laboratorio Pardini dá algumas indicações de como coletar diversas secreções para efeito de enviar ao laboratório para análises específicas:
BACTERIOLOGIA Condições – Feridas superficiais (furúnculos, úlceras, fístulas, abscessos drenados, mordidas e picadas de animais, úlceras de decúbito), escarro, esperma, secreções gineto-urinárias, secreção nasal, secreção de nasofaringe, secreção conjuntival, urina 1º jato., líquidos corporais e secreções diversas. Instruções – Espermocultura: . Não é necessário fazer abstinência sexual. . A coleta deve ser feita preferencialmente no laboratório, usando frasco especial estéril. . Antes da coleta, urinar e proceder à higienização das mãos e do pênis usando água e sabão. Higienizar o pênis distendendo-se todo o prepúcio. . Enxaguar abundantemente, secar as mãos e o pênis cuidadosamente, usando gaze estéril. . Se houver, no mesmo pedido, espermograma e exame em urina 1o jato, colher sempre a urina em primeiro lugar. Se o pedido for somente de espermocultura, solicitar ao cliente que urine imediatamente antes da coleta do esperma. . Não aceitar amostras colhidas com qualquer tipo de lubrificante, nem mesmo saliva ou preservativos. – Nos casos de coletas de secreção genital feminina interna (vagina, fundo de saco vaginal, colo uterino), pode-se urinar e tomar banho. – Não tomar banho e não urinar quando a coleta for em genitália externa (secreção vulvar por exemplo) ou em caso de crianças. – No período anterior à coleta não se pode: . Fazer uso de anti-sépticos ou medicações tópicas (aguardar 48 horas após o término). . Manter relação sexual nas ultimas 24 horas. . Estar menstruada (aguardar 48 horas após o término). . Usar ducha ginecológica ou ter usado iodo no local. Se usou iodo para colher citologia, aguardar 24 horas. – Não realizamos coleta endocervical em grávidas e virgens. As coletas endocervicais em gestantes só podem ser colhidas no consultório médico. – Coletas uretrais: vir para a coleta preferencialmente pela manhã sem urinar, ou estar sem urinar por pelo menos 4 horas. – Coleta de secreção oral: . não escovar os dentes (1 hora antes da coleta) . não usar anti-séptico bucal no dia da coleta . jejum desejável de pelo menos duas horas (para se evitar vômito). – Informar se o paciente está ou esteve recentemente em uso de antimicrobianos. É aconselhável que se aguarde 07 dias após a utilização para a realização do exame ou conforme orientação do médico. – Unidades IHP: Não coletamos secreção em ouvido. Questionário – Unidades IHP: Preencher questionário para secreções. Outros Laboratórios – Enviar espermocultura apenas em material “in natura”, sem inoculação em meios de transporte. – Demais secreções: Enviar apenas em meio de transporte Stuart. Conservação para envio – Esperma: enviar material “in natura” em frasco esteril refrigerado. – Secreções diversas e feridas superficiais: meio de transporte Stuart. Enviar a temperatura ambiente preferencialmente no mesmo dia da coleta. – Líquidos corporais: enviar em temperatura ambiente em frasco estéril o mais rápido possível. – Escarro: enviar refrigerado entre 2 e 8 oC em frasco estéril o mais rápido possível. Comentários Aplica-se no diagnóstico de infecções microbianas nos diversos sítios corporais, identificação dos micro-organismos e testes de sensibilidade aos antibióticos.
fonte: www.labpardini.com.br

VAGINITE Também conhecido como vaginite, o corrimento vaginal é um dos problemas ginecológicos mais comuns e freqüentes na mulher. Alguns tipos são causados por doenças sexualmente transmissíveis, outros por desregulamento da flora vaginal e alguns, inclusive, podem ter origem em fatores psicológicos, como o estresse. “Toda mulher possui uma secreção própria, que é natural e normal. Esse muco, que no período fértil fica um pouco aumentado, tem aspecto cristalino, como se fosse uma clara de ovo”, explica a ginecologista Silvana Chedid.
Quando essa secreção passa a assumir um aspecto esbranquiçado ou amarelo e com odor, acompanhada de coceira, dor (agravada durante a relação sexual) ou ardor, o corrimento pode ter causas patológicas diversas. E elas variam de um simples desequilíbrio orgânico até doenças venéreas, como a gonorreia. “Os agentes de corrimento mais comuns são os fungos. A candidíase, por exemplo, é um dos corrimentos mais freqüentes”, comenta o ginecologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Domingos Auricchio Petti.
Com um corrimento de aspecto cremoso e esbranquiçado, a candidíase pode ser adquirida durante a relação sexual, por roupas e objetos contaminados, por causa de uma higiene pessoal inadequada ou quando a mulher apresenta baixa resistência imunológica. Uma dica é tentar manter a região da vagina o mais arejada possível, pois a candidíase aparece quando a área está quente e úmida. “Usar calcinhas de algodão, que permitem uma ventilação melhor e absorvem as secreções, é o mais indicado”, alerta Petti. Outra ideia é dormir sem calcinha para evitar o abafamento da região sempre que possível. Além dos fungos, bactérias e protozoários também são agentes causadores dos corrimentos vaginais. A tricomoníase, por exemplo, que se caracteriza por uma secreção amarelada e ardor, é causada por um protozoário transmitido durante a relação sexual e por roupas e instrumentos ginecológicos contaminados. Esses micro-organismos podem ainda contaminar a mulher durante a masturbação. Uma vez que ela se toque sem antes ter tido uma higiene correta das mãos ou dos objetos utilizados, as chances de uma infecção por bactérias e fungos crescem consideravelmente. Alergias a absorventes, amaciantes e produtos de higiene podem também estimular o aparecimento de corrimentos. Nesses casos, o ideal é que se evite o contato com o alergênio em questão, a fim de evitar irritações na região vaginal.
Tratamentos: Não há um tratamento específico e padrão para a vaginite, cada caso pede um medicamento direcionado ao agente do corrimento. “Em geral, se usa cremes vaginais e comprimido via oral, mas algumas vezes é necessário o tratamento do parceiro também”, explica Silvana. É importante, no entanto, que a mulher não tente “adivinhar” o que lhe causou o corrimento. Exames ginecológicos como o papanicolau e os laboratoriais são necessários para se definir o melhor tratamento a seguir. Em casos mais simples, o não tratamento da vaginite pode trazer à mulher apenas um desconforto constante, ardor, corrimento permanente, irritação dos órgãos genitais e odor. “No entanto, dependendo do micro-organismo causador, como o caso de algumas bactérias, quando não tratados podem infeccionar trompas e ovários”, alerta Silvana. Fatores que favorecem a vaginite: – Alergia – Baixa imunidade – Diabetes – Doenças sexualmente transmissíveis – Estresse – Gravidez – Higiene incorreta – Masturbação
Serviço: Domingos Auricchio Petti – ginecologista www.haoc.com.br Silvana Chedid – ginecologista www.chedidgrieco.com.br

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Tratamentos Propostos : A LITERATURA INDICA A PLANTA BRASILEIRA: JABORANDI, QUE AUMENTA AS SECREÇÕES DE SUOR, SALIVA, MICÇÃO, E DEMAIS. VER DADOS ESPECÍFICOS NO SETOR PLANTA MEDICINAL NESTE SITE