Alecrim-pimenta

Nome cientifico: Lippia sidoides Cham.

Sinonímia: Alecrim grande, estrepa cavalo.

Composição Química: Ufla: Óleo essencial, rico em timol, flavonóides, quinonas.
www.unilavras.edu.br: timol, carvacrol.


Dados para Cultivo

Propagação: Erva nativa, propagação natural mas pode ser usada propaga-se por alporquia e estaquia, utilizando ramos finos para o enraizamento.

Espaçamento: Erva nativa, sem plantio comercial.

Época de Plantio: Erva nativa; propagação natural.

Época Colheita: Folhas, ramos no início do aparecimento das flores, diversas épocas no ano sujeito as chuvas.


Informações Gerais

Contra Indicações:

Não se deve usa-la em inalações por causa da ação irritante dos seus vapores. Não se deve usa-la após as 18 horas pois pode comprometer o sono normal. Pode causar nefropatias e abortos em doses altas por tempo prolongado (Dr. Ferro).


Preparo e Conservação

Extrato Peso/Volume: 15


Uso Medicinal

Uso Principal:

Seus constituintes químicos lhe conferem forte ação anti-séptica contra fungos e bactérias (pelo timol).

Uso Normal:

Usar folhas secas ou frescas, na forma de infusão ou tinturas, para impinges, acne, pano-branco, afta, escabiose, caspa, maus odores dos pés e axilas, sarna infecciosa. Empregado ainda para inflamações da boca e garganta. É antiespasmódico e estomático.

Uso Normal:

Na ilha grega de Icaria, é usado fartamente um chá composto da salvia, juntamente hortelã-rasteira e alecrim, adoçado com mel e com pequeno consumo de qualquer tipo de carne com muito uso de azeite de azeitona. Esta ilha é famosa por manter uma população bastante longeva e com boa saúde até idade avançada.
[fonte: TV Globo, julho de 2014].

Características: Nativa do nordeste brasileiro, com caule quebradiço e folhas aromáticas caducifólias. Existe naturalmente na caatinga entre Mossoró, RN e Tabuleiro do Norte, CE. Sementes muito pequenas e com baixo índice de germinação, contudo pode-se multiplicar a partir de estaquia dos ramos finos (como é característica das plantas genéricas de Alecrim).

Grande arbusto caducifólio, ereto, muito ramificado e quebradiço,de 2-3 m de altura, próprio da vegetação do semi-árido nordestino. Folhas muito aromáticas e picantes, simples, pecioladas, de 2-3 cm de comprimento. Flores pequenas, esbranquiçadas, reunidas em espigas de eixo curto nas axilas das folhas. Frutos do tipo aquênio extremamente pequenos, cujas sementes raramente germinam. Pode ser multiplicada por estaquia usando-se de preferência, os ramos mais finos. As mudas devem ser plantadas depois de bem enraizadas ( 1-2 meses ), com espaçamento de 3 a 4 m. Evitar excesso de água durante a rega, pois a planta é, originalmente da caatinga. Após sua introdução nos programas de fitoterapia em atenção primária de saúde, passou a ser cultivada em vários Estados. O seu cultivo o Sul e Sudeste em solos de alta fertilidade produz plantas com folhas muito maiores. Propaga-se por alporquia e estaquia, utilizando ramos finos para o enraizamento. Deve ser cultivado em condições de luz plena e solo bem drenado, no espaçamento de 3 x 3 m.
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