Sistema nervoso central (atua nas alterações) g*

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Sintomas e Causas : www.colegiosaofrancisco.com.br SISTEMA NERVOSO CENTRAL Em anatomia, chama-se sistema nervoso central (S.N.C.), ou neuroeixo, ao conjunto do encéfalo e da medula espinhal dos vertebrados. Forma, junto com o sistema nervoso periférico, o sistema nervoso, e tem um papel fundamental no controle dos sistemas do corpo. Desenvolvimento embrionário Um diagrama mostrando o SNC: 1. Cérebro 2. Sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal) 3. Medula espinhal O sistema nervoso central tem origem embrionária na placa neural, que por sua vez é uma parte especializada da ectoderme. Durante o desenvolvimento embrionário, a placa neural se dobra e forma o tubo neural. Cada região desse tubo dá origem a diferentes partes do sistema nervoso central. Os primeiros dois terços do tubo, até o quarto par de somitos, formarão posteriormente o encéfalo, enquanto o ultimo terço irá formar a medula espinhal. A cavidade interna desse tubo dá origem ao sistema ventricular encefálico e ao canal central da medula espinhal. Deste modo, o tubo neural diferencia-se numa parte mais caudal ou inferior, que dará origem à medula espinhal, e numa parte mais cranial ou superior. Esta parte mais superior sofre contorções e alargamentos, formando um vesícula primitiva. É a partir desta vesícula primitiva que se diferenciam as três vesículas cerebrais: Prosencéfalo Anteriormente; dá origem ao Telencéfalo (que, por sua vez, está na origem dos hemisférios cerebrais) e ao Diencéfalo (que dá origem ao tálamo e ao hipotálamo). Mesencéfalo Medianamente; origina os pedúnculos cerebrais e a lâmina quadrigémea. Rombencéfalo Posteriormente; origina o Metencéfalo (que, por sua vez, origina a Protuberância e o Cerebelo) e o Mielencéfalo (que origina o Bulbo Raquidiano). A medula constitui-se, assim, como a parte inferior do S.N.C., localizada fora da cavidade craniana. Divisões do Encéfalo Anatomia comparada A forma mais simples de sistema nervoso se encontra no filo dos celenterados, do qual fazem parte as hidras, as medusas e os pólipos. Esses animais possuem células nervosas distribuídas por todo o organismo, formando uma espécie de rede. Nos vermes menos evoluídos, platelmintos e nematelmintos, o sistema nervoso ainda é primitivo, mas já existe um certo grau de polarização, além de gânglios cerebróides e fibras nervosas longitudinais. Os anelídeos se situam no estágio seguinte da escala evolutiva. O sistema nervoso desses animais consta de um par de gânglios cerebróides unidos por um anel periesofágico aos gânglios metaméricos. Ocorrem também nervos laterais. Os artrópodes, quanto ao sistema nervoso, não diferem muito dos anelídeos a partir dos quais evoluíram. No filo dos moluscos, a estrutura nervosa é muito diferenciada e atinge seu mais alto grau de evolução na classe dos cefalópodes (lulas, polvos, náutilos etc). Nesses animais, os diferentes gânglios se fundem para constituir a massa cerebral, na qual se distingue uma parte encarregada da função visual e outra à qual compete regular o funcionamento das brânquias, das vísceras etc. Nos vertebrados, o sistema nervoso se divide em central (cérebro e medula espinhal) e periférico (nervos cranianos e raquidianos, além do sistema nervoso autônomo ou vegetativo). O encéfalo se divide em três regiões: o prosencéfalo, ou encéfalo anterior; o mesencéfalo, ou porção média; e o rombencéfalo, ou parte posterior. O segmento anterior pode dividir-se ainda em telencéfalo (integrado pelos lóbulos da olfação e os hemisférios cerebrais) e diencéfalo (do qual fazem parte o epitálamo, o tálamo e o hipotálamo). A seção intermediária contém os lóbulos ópticos; a posterior também diferencia-se em metencéfalo (do qual faz parte o cerebelo) e mielencéfalo (constituído pelo bulbo raquidiano, que se liga à medula espinhal). A complexidade anatômica do encéfalo está relacionada com o enorme número de funções e processos sensitivos por ele regulados. Geralmente, observa-se nos peixes um menor desenvolvimento do cérebro em benefício dos órgãos olfativos. À medida que se avança na escala evolutiva, as dimensões do cérebro aumentam até alcançarem o tamanho máximo nos primatas e no homem, em que ocorrem circunvoluções e separação do cérebro em hemisférios. A porção intra-raquidiana do sistema nervoso é a medula espinhal, a partir da qual surgem os pares de nervos raquidianos, que inervam os diferentes músculos, glândulas e vísceras. Nos vertebrados quadrúpedes observam-se na medula as intumescências cervical e lombar, que correspondem à emergência de nervos que se destinam aos membros anteriores e posteriores. O sistema nervoso autônomo é uma unidade funcional complementar, constituída pelos sistemas simpático e parassimpático, dos quais depende o equilíbrio da vida orgânica. A função do sistema nervoso nos animais superiores é complementada pela ação do sistema endócrino, encarregado de regular a secreção hormonal. Sistema cérebro-espinhal do ser humano No homem, a estrutura dos nervos é diferenciada em duas áreas. Uma delas corresponde ao sistema nervoso central, constituído pelo encéfalo e a medula espinhal, que se aloja no conduto crânio-raquidiano, protegido pelas meninges e pelas vértebras. A outra forma o sistema nervoso periférico, que consta de um conjunto de nervos distribuídos por todo o organismo. Parte do sistema periférico integra o sistema nervoso autônomo, ou vegetativo, que regula o funcionamento das vísceras e glândulas. No sistema nervoso central, o encéfalo humano mantém a tripla divisão em prosencéfalo, mesencéfalo e rombencéfalo, característica da evolução embrionária dos vertebrados, embora organicamente se estabeleça preferencialmente a distinção entre cérebro, cerebelo, ponte de Varólio (ou protuberância), pedúnculos cerebrais e bulbo raquidiano (ou medula oblonga). O cérebro é o elemento principal, para o qual são dirigidos os impulsos recebidos pelo sistema nervoso. Seu peso médio, quando atingido o desenvolvimento máximo, é de 1.400g nos homens e 1.260g nas mulheres. Na morfologia cerebral distingue-se uma primeira separação em dois grandes hemisférios cortados por uma linha profunda, a fissura sagital. Na superfície de cada um desses hemisférios existem dois outros cortes, a fissura de Sylvius, ou sulco lateral, e a de Rolando, ou sulco central. Ficam assim delimitados quatro lobos em cada bissecção: frontal, parietal, temporal e occipital. A cavidade interna do cérebro é irrigada pelo líquido cefalorraquidiano, que flui também na medula espinhal e constitui um elemento de extrema importância no diagnóstico de muitas doenças e alterações metabólicas. De dentro para fora, distinguem-se a substância branca, formada por neurônios (células nervosas) recobertos de mielina, material lipoprotéico que envolve as fibras e aumenta a velocidade de transmissão dos impulsos nervosos; e a substância cinzenta, que forma o envoltório ou córtex cerebral. A massa cerebral é recoberta por três membranas de proteção, as meninges, que separam o córtex dos ossos cranianos. São elas a pia-máter (mais interna), aracnóide (intermediária) e dura-máter (mais externa). Na região póstero-inferior do cérebro, situa-se o cerebelo, órgão responsável pela coordenação motora formado por uma parte mediana, o verme, e dois lobos ou hemisférios. A ponte de Varólio, também denominada protuberância anular, liga o cérebro, o cerebelo e o bulbo, e está situada na parte inferior do encéfalo. Compõe-se de diferentes planos de fibras nervosas longitudinais e transversais. O bulbo faz a transição entre o encéfalo e a medula. Nele se entrecruzam as fibras nervosas que atingirão o cérebro, razão pela qual as funções reguladoras do lado direito do corpo são controladas pelo lobo cerebral esquerdo, e as correspondentes ao lado esquerdo, pelo lobo direito. Do bulbo nasce a medula espinhal ou raquidiana, cordão nervoso cilíndrico que se prolonga pelo interior da coluna vertebral até o extremo do osso sacro. O cordão medular consta de um núcleo central de substância cinzenta, com característica disposição em forma de X, envolto numa massa cilíndrica de substância branca. A substância cinzenta se ramifica a partir da medula para formar as raízes dos nervos raquidianos. Ao longo de toda a sua extensão, a medula raquidiana é protegida externamente, como o encéfalo, pelas três meninges e, em seu canal interno, por uma membrana denominada epêndima. Os nervos representam a unidade fisiológica fundamental do sistema nervoso periférico. Eles se originam nos dois componentes básicos do sistema nervoso central: o cérebro e a medula espinhal. Os 12 pares de nervos cranianos distinguem-se em olfativo, óptico, motor ocular comum, patético (ou troclear), trigêmeo, motor ocular externo, facial e intermédio, estato-acústico (vestíbulo-coclear), glossofaríngeo, vago (pneumogástrico), espinhal (acessório) e hipoglosso. Outros 31 pares formam o conjunto de nervos raquidianos, dos quais dependem a recepção de impulsos periféricos, sua transmissão aos centros fundamentais do sistema nervoso e o envio de sinais aos músculos. Sistema autônomo ou vegetativo A regulação das funções dos órgãos internos, de forma involuntária e autônoma, é executada pelo sistema nervoso vegetativo, unidade fisiológica integrada por dois sistemas diferenciados, o simpático e o parassimpático, com atividades opostas. A motilidade intestinal, por exemplo, é estimulada por um nervo do sistema simpático e inibida por outro do sistema parassimpático. As unidades funcionais do sistema vegetativo são as fibras e os gânglios. O sistema simpático é integrado por uma dupla cadeia de gânglios dispostos em ambos os lados da coluna vertebral. A condução dos impulsos nervosos às vísceras é feita por dois neurônios: o pré-ganglionar parte da medula e forma no gânglio uma sinapse com o neurônio pós-ganglionar, que prossegue para inervar um órgão periférico. O segundo componente do sistema nervoso autônomo é o parassimpático, formado pelas fibras nervosas autônomas que emergem do sistema nervoso pelos nervos cranianos e pelos segmentos sacrais. Embora seus componentes obedeçam ao padrão geral da via efetora autônoma formada de dois neurônios, o parassimpático se caracteriza por ter o gânglio muito próximo da víscera que inerva. Fonte: pt.wikipedia.org SISTEMA NERVOSO CENTRAL Segundo Dangelo e Fatini o Sistema nervoso é à parte do corpo humano capaz de captar, processar e emitir reações que ocorrem ao redor ou no próprio corpo.È responsável por toda a nossa sensibilidade e motricidade.Este sistema controla e coordena as funções de todos os organismos e ainda, é capaz de interpreta-los e desencadear, eventualmente, respostas adequadas a estes estímulos.Muitas funções do sistema nervoso dependem da vontade e muitas outras ocorrem sem delas tenhamos consciência.Divide-se em Sistema Nervoso Central e Sistema Nervoso Periférico. O encéfalo e a medula formam o sistema nervoso central. NEURÔNIOS O sistema nervoso é uma estrutura extensa e complicada organização de estruturas, pelas quais as reações internas do indivíduo são correlacionadas e integradas, e através do qual são controlados seus ajustamentos ao meio ambiente. È formado por células chamadas de neurônios.O neurônio é formado por um corpo celular que é rodeado de dentritos que recebem o estímulo e o conduzem para um prolongamento, axônio.Ao redor do axônio existe uma membrana gordurosa que não deixa o estímulo mudar de caminho.Essa membrana chama-se bainha de mielina, que também irá auxiliar na rapidez da condução do estímulo. Os neurônios enfileirados em dentrito-axônio-dentrito-axônio irão formar o nervo que pode até atingir 1m de comprimento.Os nervos estão divididos em: sensitivos, motores e mistos. Sistema Nervoso Central está localizado dentro da caixa craniana e no centro da coluna vertebral.Além de os ossos o protegerem, tem também a ajuda de outras estruturas protetoras, meninges, dura-máter, aracnóide e pia -máter e líquido cefalorraquidiano. É formado por medula espinhal, que é um cordão nervoso localizado no interior da coluna vertebral.Da medula partem as raízes nervosas, mede aproximadamente 45cm de comprimento e 1cm de diâmetro.Na parte superior está ligada ao bulbo e no seu interior a substância cinzenta forma um H no centro da substância branca. É denominado de Encéfalo a porção do sistema nervoso contida dentro do crânio e que compreende o cérebro , cerebelo , a protuberância e o bulbo raquidiano. O cérebro é o mais volumoso e na sua superfície estão dois hemisférios cerebrais que apresentam sulcos.Ele é dividido em lobos, correspondendo cada um ao osso do crânio com que guardam relações.Cada circunvolução cerebral é responsável pelo controle de determinadas funções.Na frente é da fala, atrás é da visão etc. CEREBELO O cerebelo está localizado abaixo e na parte posterior do cérebro É o centro coordenador dos movimentos e intervém também no equilíbrio do corpo e na orientação. Apresenta dobras em sua superfície e a substância cinzenta de sua parte cortical penetra no interior da branca, formando arborizações chamadas “árvore da vida”; entre seus dois hemisférios se interpõe uma pequena saliência que lembra um verme chamado Vernix. E possui seguintes funções: coordena os movimentos comandados pelo cérebro, garantindo uma perfeita harmonia entre eles; dá o tônus muscular, isto é, regula o grau de contração do músculo em repouso mantém o equilíbrio do corpo, graças às suas ligações com os canais semicirculares do ouvido interno. O tronco cerebral é constituído por três partes: os pedúnculos cerebrais, a ponte de Varólio , o bulbo . O bulbo ou medula alongada continua na medula espinhal depois que esta penetra no crânio. Tem a forma de um tronco de pirâmide. Mede 3 cm de largura e pesa cerca de 7 gramas. A ponte de Varólio, também chamada protuberância anular, está situada adiante do bulbo, como uma faixa que o contornasse e que dos lados seria continuada pelos pedúnculos cerebelares médios que alcançam o cerebelo. A formação que está atrás da ponte, isto é, o bulbo, acaba, assim, por estar em contacto com o cerebelo; Embaixo, contrariamente, se estreita, continuando com o canal central da medula. A ponte é constituída superficialmente por fibras que se cruzam; em profundidade achamos núcleos de substância cinzenta, alguns dos quais constituem a origem de um certo número de nervos cranianos. Os pedúnculos cerebelares apresentam-se sob a forma de dois cordões brancos que vão divergindo de baixo para cima para penetrar no cerebelo propriamente dito. Dos doze pares de nervos que têm origem no encéfalo, e que por essa razão chamam nervos cranianos, dez emergem do tronco cerebral. Para fora do crânio, o sistema nervoso central é continuado pela medula espinhal. NERVOS O sistema nervoso periférico é formado por nervos encarregados de fazer as ligações entre o sistema nervoso central e o corpo.De acordo com sua posição , os nevos que formam o SNP são do tipo:cranianos e espinhais.Há ainda os gânglios e as terminações nervosas. O SNP é dividido em nervos que são a reunião de várias fibras nervosas, que podem ser formadas de axônios ou de dendritos.As fibras estão reunidas em pequenos feixes; cada feixe forma um nervo.Em nosso corpo existe um número muito grande de nervos. Seu conjunto forma a rede nervosa. Nervos cranianos são aqueles localizados e ligados diretamente no encéfalo Ao todo são 12 pares, recebendo nome de acordo com a função ou distribuição.Exemplo:olfativo, óptico, motor ocular comum e etc. Nervos espinhais são do tipo misto e estão localizados ao longo da coluna vertebral, aos pares e ligados á medula espinhal. São 31 pares que irão trazer todo o estímulo nervoso do corpo até a substância cinzenta da medula. Gânglios é o conjunto de corpos neuronais que se encontram no curso dos nervos.Em alguma parte de sua trajetória as fibras pré-ganglionares chegam a um gânglio e fazem sinapses com suas células. Sinapses o impulso chega a seu destino final depois de passar por uma série de neurônios. O potencial de ação tem que se transmitir de um neurônio a outro por um lugar de contato com características especiais. Estes pontos de contato ocorrem onde o ramo terminal de um cilindro eixo se põe em contato com os dendritos ou com o corpo do segundo neurônio, este ponto de contato constitui a sinapse. Nas sinapses não há continuidade de estrutura, e permitem que os impulsos cruzem em uma só direção. Em conseqüência diz-se que têm polaridade. Numa sinapse distinguem-se partes funcionais morfologicamente distintas: Porção pré-sináptica do neurônio transmissor do impulso, na forma de botão terminal que contém numerosas vesículas com substâncias neurotransmissoras (acetilcolina, noradrenalina etc.). Porção pós-sináptica do neurônio receptor. Tende a estar rebaixada na forma negativa ao botão. Fenda sináptica situada entre as 2 porções. Sistema Nervoso Autônomo é o sistema que funciona independentemente de nossa vontade.Seu funcionamento é automático e inconsciente.Por exemplo: as batidas do coração, peristaltismo, etc. É formado por três partes: dois ramos nervosos localizados na lateral da coluna.Esses ramos, ao se dilatarem, irão formar os gânglios;1 conjunto de nervos que irão ligar os gânglios aos órgãos de nutrição como o estômago;1 conjunto de nervos comunicantes que irão ligar os gânglios aos nervos espinhais. E é dividido por Sistema Nervoso Simpático, que irá acelerar o trabalho de alguns órgãos, como intestino.Sistema Nervoso Parassimpático, que irá diminuir o ritmo de trabalho desses mesmos órgãos, como intestino.De um modo geral, esses dois sistemas têm funções contrárias, um corrigindo os excessos do outro.Os atos reflexos são aqueles que praticamos sem pensar, pois são involuntários de nosso organismo a um estímulo.Por exemplo: um bocejo. CONCLUSÃO Com este artigo pode-se concluir que o SNC é vital para a sobrevivência e resistência humana. Pois sabemos que é ele que comanda todos os outros sistemas e órgãos do ser humano sua complexidade tanto na parte estrutural física, quanto na parte estrutural de sensibilidade. É ele que administra o corpo humano através de uma complexa rede de nervos e neurônios capazes de dar todos os movimentos e funções do corpo em um período de tempo muito curto. Como por exemplo o ato de piscar os olhos. Fonte: www.aespi.br SISTEMA NERVOSO CENTRAL O Sistema Nervoso tem a capacidade de receber, transmitir, elaborar e armazenar informações. Recebe informações sobre mudanças que ocorrem no meio externo, isto é, relaciona o indivíduo com seu ambiente e inicia e regula as respostas adequadas. Não somente é afetado pelo meio externo, mas também pelo meio interno, isto é, tudo que ocorre nas diversas regiões do corpo.As mudanças no meio externo são apreciadas de forma consciente, enquanto as mudanças no meio interno não tendem a ser percebidas conscientemente. Quando ocorrem mudanças no meio, e estas afetam o sistema nervoso, são chamadas de estímulos. O sistema nervoso, junto com o endócrino, desempenha a maioria das funções da regulação do organismo. O sistema endócrino regula principalmente as funções metabólicas do organismo. Com a denominação de sistema nervoso compreendemos aquele conjunto de órgãos que transmitem a todo o organismo os impulsos necessários aos movimentos e às diversas funções, e recebem do próprio organismo e do mundo externo as sensações. SINAPSES TRANSMISSÃO DO IMPULSO NERVOSO ENTRE CÉLULAS Um impulso é transmitido de uma célula a outra através das sinapses (do grego synapsis, ação de juntar). A sinapse é uma região de contato muito próximo entre a extremidade do axônio de um neurônio e a superfície de outras células. Estas células podem ser tanto outros neurônios como células sensoriais, musculares ou glandulares. As terminações de um axônio podem estabelecer muitas sinapses simultâneas. Na maioria das sinapses nervosas, as membranas das células que fazem sinapses estão muito próximas, mas não se tocam. Há um pequeno espaço entre as membranas celulares (o espaço sináptico ou fenda sináptica). Quando os impulsos nervosos atingem as extremidades do axônio da célula pré-sináptica, ocorre liberação, nos espaços sinápticos, de substâncias químicas denominadas neurotransmissores ou mediadores químicos, que tem a capacidade de se combinar com receptores presentes na membrana das célula pós-sináptica, desencadeando o impulso nervoso. Esse tipo de sinapse, por envolver a participação de mediadores químicos, é chamado sinapse química. Os cientistas já identificaram mais de dez substâncias que atuam como neurotransmissores, como a acetilcolina, a adrenalina (ou epinefrina), a noradrenalina (ou norepinefrina), a dopamina e a serotonina. NEURÔNIOS Os neurônios são as células responsáveis pela recepção e transmissão dos estímulos do meio (interno e externo), possibilitando ao organismo a execução de respostas adequadas para a manutenção da homeostase. TIPOS DE NEURÔNIOS De acordo com suas funções na condução dos impulsos, os neurônios podem ser classificados em: 1. Neurônios receptores ou sensitivos (aferentes) São os que recebem estímulos sensoriais e conduzem o impulso nervoso ao sistema nervoso central. 2. Neurônios motores ou efetuadores (eferentes) Transmitem os impulsos motores (respostas ao estímulo). 3. Neurônios associativos ou interneurônios Estabelecem ligações entre os neurônios receptores e os neurônios motores. Quanto ao tamanho e forma de seus prolongamentos, os neurônios se classificam em: Neurônios multipolares Que apresentam mais de dois prolongamentos celulares, representa a maioria dos neurônios Neurônios bipolares Têm um dendrito e um axônio. Ocorrem na retina, na mucosa olfativa e nos gânglios coclear e vestibular Neurônios pseudo-unipolares Que apresenta próximo ao pericário prolongamento único que se bifurca enviando um ramo para a periferia e outro para o SNC. São encontrados nos gânglios espinhais. CÉLULAS DA GLIA (NEURÓGLIAS) As células da neuróglia cumprem a função de sustentar, proteger, isolar e nutrir os neurônios. Há diversos tipos celulares, distintos quanto à morfologia, a origem embrionária e às funções que exercem. Distinguem-se, entre elas, os astrócitos, oligodendrocitos e micróglia. Têm formas estreladas e prolongações que envolvem as diferentes estruturas do tecido. Os astrócitos são as maiores células da neuróglia e estão associados à sustentação e à nutrição dos neurônios. Preenchem os espaços entre os neurônios, regulam a concentração de diversas substâncias com potencial para interferir nas funções neuronais normais (como por exemplo as concentrações extracelulares de potássio), regulam os neurotransmissores (restringem a difusão de neurotransmissores liberados e possuem proteínas especiais em suas membranas que removem os neurotransmissores da fenda sináptica). Estudos recentes também sugerem que podem ativar a maturação e a proliferação de células-tronco nervosas adultas e ainda, que fatores de crescimento produzidos pelos astrócitos podem ser críticos na regeneração dos tecidos cerebrais ou espinhais danificados por traumas ou enfermidades. Os oligodendrócitos são encontrados apenas no sistema nervoso central (SNC). Devem exercer papéis importantes na manutenção dos neurônios, uma vez que, sem eles, os neurônios não sobrevivem em meio de cultura. No SNC, são as células responsáveis pela formação da bainha de mielina. Um único oligodendrócito contribui para a formação de mielina de vários neurônios (no sistema nervoso periférico, cada célula de Schwann mieliniza apenas um único axônio) A micróglia é constituída por células fagocitárias, análogas aos macrófagos e que participam da defesa do sistema nervoso. As células ependimárias formam um epitélio cilíndrico simples que recobre a superfície ventricular. Em fetos e crianças as células são ciliadas, perdendo depois os cílios, que não são mais observados no adulto. Embora a superfície luminal do epêndima seja plana, na face profunda as células formam prolongamentos que se misturam ao tecido nervoso subjacente. Fonte: Faculdade de Ciências Humanas de Olinda
Tratamentos Propostos : Dirceu: Passiflora (Maracujá) (Passiflora quadrangularis); composto Dirceu Calmacom as plantas: alecrim, folha; artemísia, rizoma, folha; cevada, grãos; alfavaca, folha, flores; hortelã, parte aérea; falsa-melissa, ramos floridos; mulungu, casca; passiflora, folha; poejo, parte aérea; poejo, parte aérea; camomila, flor, folha. No caso de preparados na forma aquosa usar: de 7 até 12 anos: uma colher de chá; mais de 12 anos: uma colher de sobremesa. Em todas as idades, usar 3 vezes ao dia. No caso de usar na forma de cápsulas contendo pó seco e moído da mistura de plantas indicadas ou de uma planta, tomar 1 cápsula, 3 vezes ao dia, 15 minutos antes das refeições,”em estado de fome”, [prática que pode ser usada nas formulações aquosas] ou quando se fizer necessário. Segundo Abdalla, plantas que atuam no sistema nervoso central: Hipérico (muito eficiente), Mentrasto (substitui Hipérico na sua falta, Artemísia, Ginkgo biloba, Hortelã, Passiflora (maracujá). Em casos de angústia e ansiedade, segundo Dr. Degmar: usar: Maracujá (Passiflora spp (edulis)), folha e flor, infuso; Valeriana (Valeriana officinalis), raiz, decocto; Camomila (Matricaria chamomila), flor, infuso; Melissa (Melissa oficinalis), planta toda, infuso, decocto; Erva-cidreira-de-rama (Lippia alba), flor, folhas, infuso; Cratageus, Espinheiro-alvar (Crataegeus oxyacantha), folhas, flores, infuso; Laranja comum (Citrus sinensis ) flor. Infuso; Kava-kava, pimenteira-kava (Piper methysticum), extrato seco; Alface (Lactuca sativa), suco do talo; Alfazema (Lavandula vera), planta toda, infuso, decocto; Hortelã (Mentha spp), folhas, infuso; Capim-cidreira (Cymbopogon citratus), planta toda, decocto, Mulungu (Erytrina mulungu), entrecasca, tintura, decocto.Na ansiedade segundo Dr. Degmar: usar: Maracujá (Passiflora spp (edulis)), folha e flor, infuso; Valeriana (Valeriana officinalis), raiz, decocto; Camomila (Matricaria chamomila), flor, infuso; Melissa (Melissa oficinalis), planta toda, infuso, decocto; Erva-cidreira-de-rama (Lippia alba), flor, folhas, infuso; Cratageus, Espinheiro-alvar (Crataegeus oxyacantha), folhas, flores, infuso; Laranja comum (Citrus sinensis ) flor. Infuso; Kava-kava, pimenteira-kava (Piper methysticum), extrato seco; Alface (Lactuca sativa), suco do talo; Alfazema (Lavandula vera), planta toda, infuso, decocto; Hortelã (Mentha spp), folhas, infuso; Capim-cidreira (Cymbopogon citratus), planta toda, decocto, Mulungu (Erytrina mulungu), entrecasca, tintura, decocto. Praticar técnicas de relaxamento, yoga, tai chi, meditação, exercícios físicos, etc. Segundo Degmar: plantas com ação antidepressiva: Hipérico, erva-de-são-joão (Hypericum perfuratum), folhas, hipericina, extrato seco, 300 mg 3 vezes ao dia; Kava-kava (Piper methysticum), folhas, kavapironas, extrato seco 100 mg 3 vezes ao dia por 2 meses; Alecrim (Rosmarinus officinalis), folhas, tintura ou pó; Mulungu (Erytrina mulungu), entrecasca, extrato seco ou fluido, tintura; Camomila (Matricaria chamomilla), flores, tintura, extrato seco; Jatobá (Hymenoea coubaril), entrecasca, casca do fruto, decocto, pó, tintura; Embaúba (Cecropia spp), folhas, chá, tintura, aumenta a serotonina. É interessante que se trate o fígado e a insônia quando ocorre, usando plantas específicas para estes fins. Drogas a serem evitadas por aumentar os sintomas depressivos: contraceptivos orais, cafeina, corticosteróides, betabloqueadores.
Dieta e Cuidados Recomendados : Dirceu recomenda: diminuir alimentos estimulantes, tais como carne vermelha, café, refrigerantes (mesmo diet pois tem cafeina), chocolate, guaraná, etc. e gorduras saturadas. Aumentar consumo de mel, frutas e legumes. Dr Degmar recomenda: diminuir os alimentos estimulantes, café, refrigerantes, chocolates, carne vermelha, enlatados, embutidos. Usar muito abacaxi e maçã (neutônicos), espinafre, suco de laranja, beterraba, cenoura, pão, arroz e açúcar integrais de preferência, castanhas, mel. Suspender alimentos animais até melhoria do quadro, assim como fumo e álcool. Tratamentos paralelos com: acumpuntura, musicoterapia, quiropraxia, psicoterapia, hidroterapia, exercícios físicos diários (o que dá prazer), Tai-chi-chuan, Ioga, meditação, são indicações altamente producentes nesta sintomatologia. Aumentar consumo de mel, frutas e legumes. Praticar técnicas de relaxamento, yoga, tai chi, meditação, exercícios físicos, etc.Dieta recomendada por Dirceu durante o tratamento: cortar margarinas, manteigas, carne vermelha, frituras gerais, refrigerantes (mesmo diet e tipo cola), todo tipo de gordura mesmo chocolates, usar leite desnatado com aveia fina (Oat brean), 2 vezes ao dia.

Dirceu recomenda: diminuir alimentos estimulantes, tais como carne vermelha, café, refrigerantes (mesmo diet pois tem cafeina), chocolate, guaraná, etc. e gorduras saturadas. Aumentar consumo de mel, frutas e legumes. Dr Degmar recomenda: diminuir os alimentos estimulantes, café, refrigerantes, chocolates, carne vermelha, enlatados, embutidos. Usar muito abacaxi e maçã (neutônicos), espinafre, suco de laranja, beterraba, cenoura, pão, arroz e açúcar integrais de preferência, castanhas, mel. Suspender alimentos animais até melhoria do quadro, assim como fumo e álcool. Tratamentos paralelos com: acumpuntura, musicoterapia, quiropraxia, psicoterapia, hidroterapia, exercícios físicos diários (o que dá prazer), Tai-chi-chuan, Ioga, meditação, são indicações altamente producentes nesta sintomatologia. Aumentar consumo de mel, frutas e legumes. Praticar técnicas de relaxamento, yoga, tai chi, meditação, exercícios físicos, etc.