Inflamações Respiratórias

Plantas Relacionadas na Literatura:

Plantas Relacionadas na Literatura : Tanchagem

Sintomas e Causas : O aparelho respiratório [principalmente a “árvore superior do aparelho”] inflam-se por diversos tipos e agressões ambientais ou biológicas [ou de defesas pelo sisteme auto imune].

Ocorre quando uma parte do aparelho respiratório é infetada por um microrganismo que pode ser um vírus, uma bactéria, um fungo ou um parasita. As suas manifestações dependem da área atingida. De facto, todas as partes do aparelho respiratório podem sofrer uma infeção: nariz (rinite); seios peri nasais (sinusite); faringe (faringite); laringe (laringite); brônquios (bronquite, bronquiectasias); pulmão (pneumonias) e pleura (pleurite).

Embora a maioria sejam benignas, elas são muito frequentes e podem ser fatais. Por exemplo, as pneumonias são a terceira causa de mortalidade humana e a tuberculose ocupa o sétimo lugar. À escala mundial, as infeções respiratórias são responsáveis por cerca de quatro milhões de mortes todos os anos.

Elas podem ter um impacto variado, dependendo da sua frequência e da gravidade. As mais importantes são as pneumonias, as agudizações infeciosas da doença pulmonar obstrutiva crônica, a tuberculose e a gripe.

Em Portugal, estima-se que ocorram anualmente, mais de 800 mil casos de infeções respiratórias, 150 mil das quais são pneumonias. Em 2008 registaram-se mais de 50 mil internamentos por pneumonia, tendo falecido mais de quatro mil pessoas por esta doença, o que a torna a terceira causa de mortalidade no país
https://www.cuf.pt/saude-a-z/infecao-respiratoria

Não existe apenas um tipo de infecção respiratória, mas sim diversas infecções que podem atingir o trato respiratório, algumas mais leves e outras mais graves. Alguns dos exemplos de causas de infecções respiratórias mais comuns incluem:

  1. Resfriado comum ou gripe: é uma infecção causadas por vírus, provocando tosse, coriza, espirros e obstrução nasal. Na gripe, há infecção pelos vírus do tipo Influenza, que provocam sintomas mais intensos, como dor no corpo e febre;
  2. Sinusite: é a infecção causada nos ossos da face, podendo provocar dor de cabeça, dor na face, secreção nasal, tosse e febre, causada por vírus, bactérias ou fungos;
  3. Faringite: há infecção da região da garganta, causando inflamação local, além de coriza e tosse, na maioria das vezes causada por vírus;
  4. Amigdalite: a faringite pode ser acompanhada de infecções das amígdalas, causando intensa inflamação, sendo mais intensa quando há infecção por bactérias, que pode produzir pus na região;
  5. Bronquite: é a inflamação dos brônquios, já sendo considerada uma infecção respiratória baixa, pois já atinge os pulmões. Ela provoca tosse e falta de ar, podendo ter causas tanto alérgicas quanto infecciosas por vírus ou bactérias;
  6. Pneumonia: é a infecção dos pulmões e alvéolos pulmonares, podendo causar produção de intensa secreção, tosse, falta de ar e febre. Geralmente é causada por bactérias, também podendo ser causada por vírus ou fungos;
  7. Tuberculose: é um tipo de infecção dos pulmões causada pela bactéria bacilo de Koch, que causa uma inflamação crônica, gradual, com tosse, febre, perda de peso e fraqueza, que pode se tornar grave caso o tratamento não seja logo feito.

Estas infecções podem ser classificadas como agudas, quando surgem de forma repentina e têm uma piora rápida, ou como crônicas, quando tem uma duração longa, de evolução arrastada e de difícil tratamento, o que costuma acontecer em certos casos de sinusite, bronquite ou tuberculose, por exemplo.

 Como confirmar

Para diagnosticar a infecção respiratória, geralmente, é necessária apenas a avaliação do médico, que irá identificar os sintomas e fazer a avaliação física, como ausculta dos pulmões e observação da faringe, por exemplo.

Em casos de suspeita de infecções mais graves, como pneumonia ou tuberculose, ou quando há dúvidas da causa, pode ser necessário a realização de exames, como Raio-X de tórax, hemograma ou teste do escarro, para identificar o micro-organismo que gerou a infecção e assim decidir pelo tratamento mais indicado.

Infecções Respiratórias: prevenção, cuidados e tratamentos.

 

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Tratamentos Fitoterápicos Propostos

Tratamentos Propostos : Dirceu indica: Tanchagem [ver dados da planta neste site]

Segundo uma pesquisa realizada pela American Thoracic Society, o gengibre é capaz de relaxar os músculos do sistema respiratório, reduzir a inflamação e dilatar os brônquios, de maneira que a respiração como um todo apresenta uma melhora significativa.

Outra planta muito estudada para auxiliar na asma, mas que também se mostra promissora no combate à bronquite e tosse, é o guaco  Ele possui duas propriedades importantes: é um expectorante, que estimula a secreção de muco, combatendo o acúmulo de microrganismos nocivos no sistema respiratório, além de ser um grande agente anti-inflamatório. Muitas dos problemas do sistema respiratório são causados pela exposição ao cigarro e outros agentes nocivos que se acumulam no organismo. O alfavacão apresenta propriedades antissépticas, ele limpa os pulmões e auxilia a desobstruir as vias aéreas.
O Gengibre e o hortelã que também apresentam inúmeros benefícios ao trato respiratório, podem ser consumidos na forma de chás ou até mesmo serem utilizados para temperar a comida. Como o primeiro possui um sabor muito acentuado e que pode agredir o paladar, pode-se adoçar o chá com mel ou consumi-lo com um alimento que possua um sabor mais marcante.

O chá de alfavacão pode ser feito acrescentando uma colher de sopa de folhas secas a uma xícara de água fervente, deixando em infusão por alguns minutos e ingerindo ao longo do dia. Não é apenas a respiração que será beneficiada. Ao fazer gargarejos pode-se melhorar dores de garganta. Ao banhar-se com a planta, a musculatura é relaxada.

Em uma conversa rápida é difícil citar todas as plantas que fazem bem ao organismo e podem ajudar no combate a problemas do sistema respiratório
https://www.autordapropriasaude.com/single-post/2018/07/30/Doen%C3%A7as-Respirat%C3%B3rias-Conhe%C3%A7a-as-plantas-medicinais-que-podem-ajudar-no-tratamento