Hormônio antidiurético (ADH) [conservação da água]

Plantas Relacionadas na Literatura : Cana-de-açúcar  .
Sintomas e Causas : O hormônio antidiurético (ADH) A permeabilidade à água do segmento final do túbulo distal e do ducto coletor é regulada pelo hormônio antidiurético (ADH). O hormônio antidiurético (ADH) é um hormônio proteico produzido no hipotálamo e armazenado na hipófise. A partir da neuro-hipófise o ADH é liberado para o sangue. A principal ação do ADH é regular a tonicidade do fluido extracelular, aumentando a permeabilidade do ducto coletor cortical e medular à água. O ADH aumenta a permeabilidade à água pela abertura dos poros nas células epiteliais do ducto coletor. Pode-se dizer que o ADH é o hormônio da conservação da água. Quando o ADH está presente, a água pode equilibrar-se através das paredes do túbulo distal e do ducto coletor e a urina descendente torna-se mais concentrada, pois a água é reabsorvida. Como a parede do ducto coletor é muito permeável à ureia, alguma ureia é reabsorvida. Assim, a urina final que sai do ducto coletor é reduzida em seu volume e altamente concentrada. Na ausência de ADH, a porção coletora do túbulo distal e o ducto coletor não são permeáveis à água e a recuperação de água a partir da urina no ducto coletor é mínima. Os 20% da carga filtrada de água que ficam sem ser reabsorvidos na ausência do ADH correspondem a um débito urinário de cerca de 20ml/min, um pouco menos de 30 litros/dia. Essa quantidade elevada de urina diluída pode ser mantida por breve período pelo indivíduo normal após beber rapidamente vários litros de água. Porém, uma lesão da hipófise ou do hipotálamo pode ocasionar a doença denominada diabetes insipidus, devido ao pouco ou nenhum ADH secretado. Nesta doença há uma produção elevada de urina diluída. Níveis normais de ADH levam à produção de cerca de 1litro/dia de urina concentrada. Quando há pouca ingestão de água ou a sudorese é alta, os níveis plasmáticos de ADH se elevam e o fluxo de urina diminue, chegando até 0,2 ml/min ou 300 ml/dia. Quando mais elevados os níveis plasmáticos de ADH, mais água pode ser recuperada, e a urina fica mais concentrada. Quando os níveis de ADH diminuem, a água que passa pelo ducto coletor não é reabsorvida, produzindo, assim, grande volume de urina diluída. Algumas substâncias podem atuar como inibidora da secreção do hormônio antidiurético, tais como, o álcool, a cafeína e a água. Entretanto, como o hormônio antidiurético atua sobre a região coletora do túbulo distal e do ducto coletor, a diurese daí resultante geralmente não afeta os níveis plasmáticos de H+ ou K+. Uma das características da ressaca é a sede excessiva. Esta necessidade de água que o nosso corpo manifesta pela sede é compreensível, se considerarmos que durante o período de ingestão de álcool muita água foi eliminada pela urina. Estímulos dolorosos, certas drogas (como barbitúricos), elevação da temperatura do hipotálamo e queda da PO2 do sangue provocam a liberação do ADH. O ADH é rapidamente metabolizado no fígado e rins, com uma meia-vida na circulação de apenas 15 a 20 minutos. Após uma sobrecarga de água, a máxima diurese á alcançada depois de 90 a 120 minutos, tempo necessário para metabolização do hormônio previamente circulante. http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/7410

Tratamentos Fitoterápicos Propostos

Tratamentos Propostos : Teles: o uso da folha da cana-de-açúcar é indicada pela literatura fitoterápica para atuar nesta fisiologia. [ver dados da planta neste site]