Uretrite não gonocócica ; uretra, Chlamydia trachomatis; UNG,

Plantas Relacionadas na Literatura : Abacaxi, .
Sintomas e Causas : Chlamydia trachomatis, Ureaplasma urealyticum – 2 a 3 semanas -. Corrimento uretral com mais de 5 leucócitos por campo e ausência de gonococos.
Uretrite Não Gonocócica É uma infecção do canal da urina (uretra), parecida com a gonorreia, porém provocada por outros germes (micro-organismos) como: Ureaplasma urealyticum, Mycoplasma hominis, Trichomonas vaginalis, dentre outros, sendo que o principal causador é o Chlamydia trachomatis. Como se pega? Através de contato sexual com o/a parceiro/a contaminado/a.
Quais os sintomas? No homem os sintomas são: pouco corrimento, que às vezes aparece somente quando aperta o pênis, e ardor para urinar, principalmente na primeira vez pela manhã. A mulher muitas vezes não apresenta sintomas, quando estes aparecem são semelhantes aos da gonorreia, porém menos intensos.
SE LIGUE Se não for tratada corretamente ou mal tratada (utilizando remédios sem indicação médica) os sintomas podem se agravar cada vez mais. Quanto tempo demora para aparecer? Varia de 14 a 21 dias. Após l a 3 dias, o homem já se queixa de ardência ao urinar, seguida por corrimento. Em alguns casos pode haver febre e outras manifestações gerais de infecção. SAIBA MAIS A uretrite não gonocócica pode ser evitada. Por isso é importante usar a camisinha masculina ou a camisinha feminina.
Fonte: www.adolescencia.org.br
URETRITE NÃO GONOCóCICA Secreção uretral: as uretrites não gonocócicas, assim como as cervicites não gonocócicas, são menos sintomáticas que as gonocócicas. Na maioria das vezes são causadas pela clamídia. Não é raro o achado de infecção mista (gonorréia e clamídia) em casos como este.
CONCEITO E AGENTE ETIOLÓGICO São denominadas uretrites não gonocócicas (UNG) as uretrites sintomáticas, cujas bacterioscopias pela coloração de Gram e/ou cultura são negativas para o gonococo. Vários agentes têm sido responsabilizados por estas infecções, sendo os principais: Chlamydia trachomatis, Ureaplasma urealyticum, Mycoplasma hominis, Trichomonas vaginalis, dentre outros. A C. trachomatis é o agente mais comum de UNG. É uma bactéria, obrigatoriamente intracelular, que também causa o tracoma, a conjuntivite por inclusão no recém-nascido e o linfogranuloma venéreo. A transmissão se faz pelo contato sexual, sendo o período de incubação, no homem, de 14 a 21 dias. Estima-se que dois terços das parceiras estáveis de homens com UNG hospedem a C. trachomatis no endocérvix e podem reinfectar seu parceiro sexual, e serem vítimas da DIP se permanecerem sem tratamento.
QUADRO CLÍNICO A UNG caracteriza-se pela presença de corrimentos mucoides, discretos, com disúria leve e intermitente. A uretrite subaguda é a forma de apresentação de cerca de 50% dos pacientes com uretrite causada por C. trachomatis.
Entretanto, em alguns casos, os corrimentos das UNG podem simular, clinicamente, os da gonorreia. As uretrites causadas por C. trachomatis podem evoluir para: prostatite, epididimite, balanites, conjuntivites (por auto-inoculação) e a Síndrome uretro-conjuntivo-sinovial ou Síndrome de Fiessinger-Leroy-Reiter.
DIAGNÓSTICO O diagnóstico definitivo da C. trachomatis é feito por cultura celular, por imunofluorescência direta, Elisa, PCR (Polimerase Chain Reaction) ou LCR (Ligase Chain Reaction). Entretanto, técnicas simples podem ser utilizadas e, embora não confirmatórias, são de grande utilidade para o clínico. O achado de quatro piócitos ou mais por campo, em esfregaços uretrais corados pelo Gram, ou de 20 ou mais piócitos por campo em grande aumento a partir de sedimento do primeiro jato urinário, somados à ausência de gonococos e aos sinais clínicos, justificam o tratamento como UNG. Em pacientes sintomáticos, cujos primeiros exames forem negativos, deve-se colher nova amostra, orientando-os para que fiquem sem urinar durante, no mínimo, quatro horas antes de repetirem o teste.
TRATAMENTO (ALOPÁTICO) Azitromicina 1g, VO, dose única; ou Doxiciclina 100 mg, VO, de 12/12 horas, durante 7 dias; ou Eritromicina (estearato) 500 mg, VO, de 6/6 horas, durante 7 dias. Recomendações Devido à freqüente associação desta infecção com a uretrite gonocócica, recomenda-se o tratamento concomitante das mesmas. As parceiras ou parceiros sexuais devem receber o mesmo regime de tratamento que os pacientes. Portador do HIV Pacientes infectados pelo HIV devem ser tratados com os esquemas acima referidos.
Fonte: www.aids.gov.br

Tratamentos Fitoterápicos Propostos

Tratamentos Propostos : Segundo Dr. Degmar, para infecções uterinas e de anexos (doença inflamatória pélvica), as plantas seguintes são de uso empírico, sendo portanto sem trabalhos experimentais, mas com grande respaldo na medicina tradicional brasileira, por muitas gerações: Quitoco (Puchea quitoc), planta toda, decocto; Algodãozinho-do-cerrado (Cochlospermum regium), raiz, decocto; Velame-branco (Croton campestris), raiz, decocto, macerado; Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides), planta toda, decocto; Cajuru (Arrabidea chica) planta toda, decocto; Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum),