Tifo ; (ajuda nos sintomas)

Plantas Relacionadas na Literatura : Alecrim, .
Sintomas e Causas :
Nomes alternativos: doença de Brill-Zinsser; tifo epidêmico; tifo murino Definição: Doença provocada por rickettsias, transmitida por piolhos ou pulgas, caracterizada por febre, exantema momentâneo e queda da pressão sanguínea.
Causas, incidência e fatores de risco: O tifo é uma doença provocada por rickettsias. Dois tipos de organismos provocam a doença: Rickettsia prowazekii (tifo epidêmico e doença de Brill) e Rickettsia typhi (tifo murino). O tifo epidêmico e a doença de Brill não ocorrem com freqüência nos Estados Unidos. O tifo murino é comum no sudeste e sul dos Estados Unidos. O tifo murino é uma forma mais branda de tifo, sendo raramente fatal (menos de 2%). É muito comum no verão e outono. O curso do tifo murino leva de duas a três semanas.
fonte: www.adam.sertaoggi.com.br
O tifo epidêmico, coloquialmente referido simplesmente como Tifo, é uma doença epidérmica transmitida por parasitas comuns no corpo humano os piolhos e causada pela bactéria Rickettsia prowazekii. O tifo é uma doença causada pela R.prowasekii, distinta e não relacionada à Febre tifoide que é causada pelas Salmonella. Há outras formas semelhantes ao Tifo, como Tifo endêmico causado pela R.typhi e Tifo do mato causado pela Orientia tsutsugamushi (antigamente R.tsutsugamushi). Rickettsia prowazekii A Rickettsia prowaseki é um pequeno (menos de meio micrômetro) bacilo cocoide parasita intracelular que é incapaz de se reproduzir fora das suas células hóspedes. Infecta os piolhos do corpo humano Pediculus humanus corporis. Permanece viva muitos dias nas fezes e/ou cadáveres dos piolhos. Epidemiologia O tifo epidêmico foi durante muito tempo uma causa importante de epidemias mortíferas na Europa (especialmente Europa de Leste e Rússia) e Ásia. Hoje em dia está erradicada na Europa, e em outras regiões quando surge as medidas de saúde pública geralmente previnem o aparecimento de epidemias. Existem casos esporádicos na América do Sul, Ásia e África. Infecta os piolhos do corpo humano Pediculus humanus corporis, mas é rapidamente mortal para eles também, logo as epidemias que surgem têm de ser de transmissão rápida, exigindo grande número de pessoas e piolhos susceptíveis, como em exércitos e outras aglomerações. É por essa razão que as epidemias são facilmente evitáveis por medidas simples de higiene das roupas, e banho regular.
Progressão e sintomas É transmitido pelo piolho humano do corpo Pediculus humanus corporis, (mais raramente pelo piolho dos cabelos), que os excretam nas suas fezes, invadindo o ser humano através de pequenas feridas invisíveis. A incubação é de 10 a 14 dias, enquanto as bactérias se reproduzem no interior de células endoteliais que revestem os vasos sanguíneos, libertando a descendência para o sangue de forma continua, com inflamação dos vasos (causa do eritema). A febre alta surge após essas duas semanas, seguida do exantema (eritema) em manchas após mais quatro a sete dias. A mortalidade é de 20% se não tratado convenientemente, mas em algumas epidemias em desnutridos pode chegar a dois terços.
Doença de Brill-Zinsser
A doença de Brill-Zinsser é uma infecção secundária que pode surgir anos mais tarde num período de fraqueza devido às rickettsias que se esconderam do sistema imunitário dentro das células em estado quiescente. Caracteriza-se por sintomas mais moderados. Exantema no peito de homem com tifo epidêmico, no Burundi
Diagnóstico e tratamento O diagnóstico é feito através da detecção de anticorpos específicos contra a R.prowasekii no soro sanguíneo do doente. Também é possível a observação microscópica após cultura de amostras em meios com células vivas (recolhidas de ovos fecundados de galinha).
Podem-se confirmar os achados por detecção de DNA através da técnica de PCR. O tratamento é com antibióticos, sendo a primeira escolha as tetraciclinas. Existe uma vacina que não é muito eficaz.
História O Tifo foi uma importante causa de epidemias antes da Segunda guerra mundial. Atingia particularmente os exércitos em campanha e as populações prisionais. Alguns historiadores acreditam que foi o Tifo a doença misteriosa que atingiu Atenas no século de Péricles (430 aC), um evento associado ao declínio dessa grande cidade-estado. Uma das epidemias mais importantes foi aquela que atingiu Napoleão Bonaparte e a sua Grande Armée na sua campanha de invasão da Rússia, em 1812. Durante a retirada dos suas tropas após a destruição de Moscovo pelos russos, as tropas de Napoleão foram reduzidas de 600.000 a 40.000 mais devido ao Tifo e ao frio que às tropas inimigas. Os exércitos de Napoleão Bonaparte foram atingidos pelo Tifo durante a Campanha na Rússia. Quadro de Antoine-Jean Gros
Outra epidemia mortífera surgiu na Irlanda entre 1846 e 1849 durante a fome da batata nesse país, onde o Tifo se uniu à destruição de um fungo parasita dessa cultura para reduzir, pela morte e emigração, a população da ilha para menos de um terço. As medidas higiênicas militares, hoje parte importante da disciplina de todos os exércitos, foram introduzidas pelos franceses em reação à mortalidade pelo Tifo. A obrigatoriedade de raspar a barba e cortar o cabelo rente foram mediadas inicialmente introduzidas nos soldados de forma a erradicar os piolhos transportadores da infecção.
Antes de se descobrir que a higiene e a limpeza das roupas reduziam as mortes por tifo, a higiene não era grande preocupação para os oficiais.
Devido a estas medidas, durante a primeira guerra mundial na frente ocidental quase não houve mortes de Tifo, enquanto na frente oriental, após a quebra de autoridade que se seguiu à Revolução de Outubro na Rússia Czarista, três milhões de pessoas morreram da doença.
Apesar de medidas baratas e fáceis de prevenção já serem conhecidas, os Nazis deixaram centenas de milhares de presos nos seus campos de concentração, incluindo a maioria de Judeus, morrer da doença durante a segunda guerra. Apesar de medidas baratas e fáceis de prevenção já serem conhecidas, os Nazis deixaram centenas de milhares de presos nos seus campos de concentração, incluindo a maioria de Judeus, morrer da doença durante a segunda guerra.
História da Medicina A primeira descrição reconhecível de Tifo foi dada em 1083 em Itália. Só em 1546 é que o famoso médico de Florença, Girolamo Fracastoro (o primeiro médico a defender os germes como causa das doenças), decreveu a doença em termos cientificos. Em 1909, Charles Nicolle identificou o piolho como vector da doença. Ganhou em 1928 o Prêmio Nobel pela sua descoberta. Foi Henrique da Rocha Lima em 1916 quem identificou a bacteria Rickettsia prowazekii como responsável pela doença. O nome homenageia H. T. Ricketts e Stanislaus von Prowazek, dois zoólogos que perderam as suas vidas vítimas da doença ao investigá-la em 1915 numa prisão.
Fonte: pt.wikipedia.org
Tratamentos Propostos : Ver dados da planta ALECRIM NESTE SITE. Ver dados de febre tifoide em doenças neste site.

Tratamentos Propostos : Segundo Abdalla: Alecrim-do-campo ou Alecrim-da-horta (Rosmarinus officinalis); folhas, infuso. Ver dados das plantas.
O tratamento fitoterapêutico não deve mascarar nem adiar um diagnóstico médico para avaliar corretamente a razão da febre, mas ajuda como coadjuvante. No caso de preparados na forma aquosa usar: de 3 anos à 7 anos: uma colher de café; de 7 até 12 anos: uma colher de chá; mais de 12 anos: uma colher de sobremesa. Em todas as idades, usar 3 vezes ao dia. No caso de usar na forma de cápsulas contendo pó seco e moído da mistura de plantas indicadas ou de uma planta, tomar 1-2 cápsulas, 3 vezes ao dia, 15 minutos antes das refeições,”em estado de fome”, [prática que pode ser usada nas formulações aquosas] ou quando se fizer necessário
.Segundo Alfonsas Balbachas -1959 – As Plantas Curam: na febre genérica: alfavaca, anil, caferana, camomila-romana, centáurea-do-brasil, centáurea-menor, cruá, eucalipto, fedegoso, guaco, jatobá, limão, marupá-do-campo, melão-de-são-caetano, milirramas, pariparoba, persicária, picão-da-praia, tamarindo, tejuco

Tratamentos Fitoterápicos Propostos

Dieta e Cuidados Recomendados : Diminuir alimentos estimulantes, tais como carne vermelha, café, refrigerantes (mesmo diet pois tem cafeina), chocolate, guaraná, etc. e gorduras saturadas. Aumentar consumo de mel, frutas e legumes. Praticar técnicas de relaxamento, yoga, tai chi, meditação, exercícios físicos, etc. Como dieta: reduzir o sal, leite, doces [pois o açúcar diminui a absorção e aumenta a excreção de magnésio corporal], comer: chuchu, melancia e abacaxi diariamente neste período pré-menstrual, evitar café e outros estimulantes como refrigerantes tipo “cola”, chocolate, chá mate. Dieta rica em proteínas vegetais (soja principalmente), evitar o consumo de gorduras saturadas, e carnes que podem conter hormônios (frango de granja, etc.), preferir peixes do mar. Exercícios físicos diariamente, perder peso com reeducação alimentar. Nutracêutica: (João Camilo/Dr.Ferro):
EVITAR: açúcar branco em excesso, sal refinado em excesso, leite e derivados em excesso, chocolate, café, chá mate, doces, refrigerantes (mesmo diet), carne vermelha gordurosa, farináceos, batata, mandioca, frituras em gea.
PREFERIR: frutos (de preferência com estomago vazio), leite de soja (ADES), brócolis, repolho, soja, verduras com folhas verde escura, peixes, aveia, germe de trigo, pão integral, arroz integral, nozes e castanha de
caju   (1 ao dia).