Regular produção de ácido clorídrico no estômago ; refluxo gástrico

Plantas Relacionadas na Literatura : Espinafre , Espinheira-santa .
Sintomas e Causas : O estômago produz o suco gástrico, um líquido claro, transparente, altamente ácido, que contêm ácido clorídrico, muco, enzimas e sais. O ácido clorídrico mantém o pH do interior do estômago entre 0,9 e 2,0. Também dissolve o cimento intercelular dos tecidos dos alimentos, auxiliando a fragmentação mecânica iniciada pela mastigação. A pepsina, enzima mais potente do suco gástrico, é secretada na forma de pepsinogênio. Como este é inativo, não digere as células que o produzem. Por ação do ácido clorídrico, o pepsinogênio, ao ser lançado na luz do estômago, transforma-se em pepsina, enzima que catalisa a digestão de proteínas. A pepsina, ao catalizar a hidrólise de proteínas, promove o rompimento das ligações peptídicas que unem os aminoácidos. Como nem todas as ligações peptídicas são acessíveis à pepsina, muitas permanecem intactas. Portanto, o resultado do trabalho dessa enzima são oligo peptídeos e aminoácidos livres. A renina, enzima que age sobre a caseína, uma das proteínas do leite, é produzida pela mucosa gástrica durante os primeiros meses de vida. Seu papel é o de flocular a caseína, facilitando a ação de outras enzimas proteolíticas. A mucosa gástrica é recoberta por uma camada de muco, que a protege da agressão do suco gástrico, bastante corrosivo. Apesar de estarem protegidas por essa densa camada de muco, as células da mucosa estomacal são continuamente lesadas e mortas pela ação do suco gástrico. Por isso, a mucosa está sempre sendo regenerada. Estima-se que nossa superfície estomacal seja totalmente reconstituída a cada três dias. Eventualmente ocorre desequilíbrio entre o ataque e a proteção, o que resulta em inflamação difusa da mucosa (gastrite) ou mesmo no aparecimento de feridas dolorosas que sangram (úlceras gástricas). A mucosa gástrica produz também o fator intrínseco, necessário à absorção da vitamina B12. O bolo alimentar pode permanecer no estômago por até quatro horas ou mais e, ao se misturar ao suco gástrico, auxiliado pelas contrações da musculatura estomacal, transforma-se em uma massa cremosa acidificada e semilíquida, o quimo. Passando por um esfíncter muscular (o piloro), o quimo vai sendo, aos poucos, liberado no intestino delgado, onde ocorre a maior parte da digestão. fonte:www.afh.bio.br Yoga ajuda a combater refluxo gástrico – Parte I por Nicole Witek
Acontece com um grande numero de pessoas : sabe esse líquido azedo, azadíssimo que às vezes sobe do estômago para a boca? Esse ácido é puro ácido clorídrico. O mais corrosivo e que existe justamente no seu estômago.
Com exceção das causas genéticas e os problemas de sobrecarga de peso, podemos definir esse sintoma e suas causas de maneira simples e clara. Na entrada do estômago, existe um mecanismo de válvula: o esfíncter, que funciona como uma porta que normalmente abre e fecha para deixar o alimento passar para o estômago. Esse mecanismo previne também que o ácido clorídrico do estômago retorne para o esôfago. Quando se sofre de refluxo, muitas vezes, o esfíncter não funciona corretamente, fica entreaberto e o ácido clorídrico do estômago sobe para o tubo do esôfago, em direção à boca.
O esfíncter abre e fecha para deixar entrar o alimento no estômago Aqui o esfíncter ficou aberto. O acido gástrico e clorídrico esta subindo para o esôfago Quem sofre de refluxo gástrico já percebeu que certos alimentos ou certas condições pioram a situação: – Estresse que perturba a digestão. Alimentos: – bebidas alcoólicas, sucos de frutas, pratos picantes, cebolas, café, chocolate, pimentão. – refeições grandes ou com muita gordura, – comer antes de deitar – fumo – gestação
Disfunção: Quando o mecanismo da válvula do esfíncter não funciona corretamente, quando a produção de ácido clorídrico no estômago é excessiva, os pacientes sofrem de hérnia do hiato (quando uma pequena parte do estômago sobe no tórax, por cima do diafragma). Certos remédios também prejudicam o funcionamento do esfíncter: acido acetil-salicílico, anticoncepcionais, tetraciclina e suplementos de ferro. Roupas muito apertadas também prejudicam esse mecanismo. O exercício físico como curvar o corpo para frente pode desencadear o distúrbio. Aqui está uma descrição rápida, porém suficiente para entender como o yoga pode ajudar a aliviar esses sintomas. Normalmente o conteúdo do estômago e as secreções gástricas não voltam para cima nem em direção ao esôfago, nem a boca. Os alimentos progridem no esôfago graças às contrações fortes e poderosas do músculo do esôfago. Passam o esfíncter sob a condição que o ângulo entre o diafragma e o estômago esteja correto. – As contrações e a abertura são monitoradas pelo sistema nervoso autônomo, bem como a produção de ácido gástrico; – As contrações são garantidas se o comprimento do esôfago for suficiente, mas muitas vezes, o percurso do esôfago fica encurtado pela posição afundada do peito, e o abandono da musculatura abdominal. – Esses órgãos ficam frouxos deixam a porta do esfíncter sem uma posição nítida. – O diafragma tem nessa situação um papel importantíssimo. – A cavidade torácica e a cavidade abdominal estão separadas pelo músculo chamado diafragma. O orifício para deixar o esôfago passar é bordado por espessuramentos musculares chamados pilares. Esse orifício é comum à artéria aorta e ao esôfago. – O desaparecimento da parte abdominal do esôfago e sua ascensão em direção ao tórax são chamados de hérnia do hiato. Os primeiros sintomas do afrouxamento do esôfago, são seguidos pela hérnia.  – A posição correta da porta do esfíncter é a possibilidade de fechar corretamente para prevenir a subida do acido gástrico por cima. . . Iogurtes e leites fermentados: uma alternativa no tratamento das desordens intestinais Medidas naturais para acabar com a prisão de ventre 12 benefícios do consumo de fibras Tratamento naturopático para diverticulite

Tratamentos Fitoterápicos Propostos

Tratamentos Propostos : Dirceu recomenda: uso interno, composto Gastrite (com as plantas: babosa, balsamo-da-horta, barda, barbatimão, caledônea, craxerú, espinheira-santa) [ver dados específicos destas plantas em PLANTAS MEDICINAIS NESTE SITE]. Quando o processo é constante, tendendo à cronicidade, indicando a formação da patologia conhecida como gastrite, usar o composto pelo menos por 15 dias, 3 vezes ao dia. Estabilizando, usar o composto somente quando sentir o começo da produção de excesso de suco gástrico. Avaliar com médico existência de falha no esfincter [piloro] que fecha a comunicação do estômago para o esôfago.

Técnicas de yoga permitem – O alongamento do tórax e das costas para cima, permitindo assim a volta ao cumprimento fisiológico do esôfago. – A volta das dimensões normais do diafragma pela consciência respiratória, e a volta ao seu uso, elasticidade e tônus. Lembrando que o diafragma se bloqueia, seja em posição alta ou baixa cada vez que o paciente tem um susto emocional, acabando por ficar imóvel e esquecido no tórax. – Com a volta do bom funcionamento, as beiras do orifício por onde passa o diafragma ficam também tônicas e elásticas, permitindo o deslizamento correto do esôfago através do diafragma e permitindo a existência do ângulo correto do esôfago em relação ao estômago.
Se você sofre de refluxo gástrico, já dorme com vários travesseiros, se você toma remédios para diminuir a produção de sucos gástricos, ou para proteger as mucosas, avalie sua situação em relação ao texto anterior. Avalie sua respiração, tire um tempinho da sua semana para visualizar e imaginar o funcionamento do diafragma, sinta seus movimentos
Pense também a respeito da posição do seu tórax, tanto quando você estiver sentado, quanto como em pé: repare se o esôfago tem distância suficiente entre o abdome e a caixa torácica. Se você realmente quer sair dessa situação e um dia se livrar dos remédios, estude bem esse artigo. No próximo, você terá a sua disposição a lista de práticas de yoga que ajudam e podem até resolver o problema
Dieta e Cuidados Recomendados : Dieta livre de alimentos ácidos.