Infecção da pele por bactérias/fungos (ajuda nos sintomas)

Plantas Relacionadas na Literatura : Manjerioba-grande – Mata-pasto ++, .
Sintomas e Causas : Maior órgão do corpo humano, é um verdadeiro ecossistema, pois abriga diversos seres microscópicos, alguns capazes de causar doenças Tatiana Fávaro Da Agência Anhangüera tfavaro@rac.com.br Você acorda cedo, esfrega os olhos e espreguiça. Enrola um pouco, mas levanta e vai lavar o rosto. E mal se dá conta que, só nesses primeiros momentos do dia, já moveu uma população inteira existente sobre a sua pele. Sim, a superfície do corpo humano é coberta por uma variedade considerável de seres vivos, os chamados microrganismos. Juntos, eles formam o que os especialistas chamam de microbiota. E podem aproveitar as aberturas dos ferimentos para desencadear doenças dermatológicas. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) define como biota o conjunto dos componentes vivos de um ecossistema. Mas não são apenas os animais da fauna brasileira, nem a vegetação da flora continental que podem ser contabilizados e rotulados assim. Os fungos, bactérias e parasitas que se alojam na pele humana também formam suas comunidades, uma vez que encontram ali um meio dinâmico. E eles começam a fazer isso a partir do parto. Lá dentro da barriga da mãe, o ser humano está em um ambiente estéril. É em seu primeiro contato com o ambiente externo o momento de início da formação da microbiota de sua pele. A pele é o maior órgão do corpo humano. Sua principal função é proteger o corpo das toxinas e das agressões do meio ambiente, do sol e das temperaturas extremas. É composta de epiderme (camada externa), derme (camada interna) e hipoderme (a camada gordurosa). De acordo com a professora Maria Magali Stelato Rocha Soares, doutora em Farmácia Bioquímica e especialista em Microbiologia, e a dermatologista Lúcia Helena de Arruda, os microrganismos mais comuns da microbiota da pele humana são os fungos do gênero Malassezia e as bactérias dos gêneros Propionibacterium, Staphylococcos e Corynebacterium. Eles se desenvolvem melhor nas partes mais úmidas, como as regiões das dobras. Os Malassezia são fungos que vivem de restos de células. Não parasitam a pele humana, não costumam causar reações infecciosas. “Mas em algumas pessoas, e não se sabe qual o motivo, esse fungo é o agente desencadeador da pitiriase versicolor, conhecida popularmente como micose de praia ou micose de piscina”, diz Magali. A professora explica que não se “pega” a doença na piscina ou na praia. “É um microrganismo que vive na pele das pessoas. A piscina ou a praia são só os ambientes propícios para eles se manifestarem como parasitas e provocarem aquelas manchinhas brancas ou descamações”, explica Magali, que dá aulas nas faculdades de Biologia, Farmácia, Nutrição, Medicina e Enfermagem da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Os fungos Malassezia preferem ficar em áreas com maior presença de gordura. “Sua presença nos folículos dos pêlos ou nas glândulas sebáceas causa um estímulo inflamatório e o fungo se torna um fator desencadeador da dermatite seborréica, a caspa”, diz a professora Lúcia Helena. Infecções As bactérias do gênero Staphylococcos compõem cerca de 90% da microbiota da pele humana, afirma Magali. “Elas não costumam causar problemas. O único perigo é o contato delas com a corrente sangüínea, por meio de feridas ou intervenções cirúrgicas. Elas podem – assim mesmo, na condicional – causar infecções sistêmicas, sobretudo em pessoas com baixa imunidade”, diz a professora. A Staphylococcos aureus ocorre na pele de até 40% da população, completa ela. É uma bactéria bastante resistente, presente, por exemplo, nas infecções hospitalares. “Muitos enfermeiros acabam ficando com essa bactéria na microbiota da pele, na mucosa nasal principalmente”, afirma Magali. “Nessas pessoas a bactéria não causa nenhum tipo de doença ou dano. Mas vamos supor que alguém que trabalhe com alimentos tenha a Staphylococcos aureus. Passa a mão na pele e depois pega um vegetal. A bactéria vai se alimentar dos nutrientes daquele alimento e vai crescer. E produzir toxinas. Ao ser consumido, aquele vegetal poderá causar problemas à saúde humana daquela ou de outras pessoas”, exemplifica. Esta bactéria também se manifesta em infecções como as espinhas amarelas ou furúnculos, diz a professora. A Propionibacterium acne é um tipo que tem predileção por áreas gordurosas da pele, como as glândulas sebáceas. Os adolescentes são o alvo predileto da Propionibacterium. “É na fase da puberdade que as glândulas sebáceas produzem mais gordura. Essa bactéria gosta muito de ambientes assim”, diz Magali. Outros tipos de infecção da pele – vermelhidão ou descamação das axilas ou virilha, por exemplo – podem ser causadas por outro ‘morador’ da superfície da pele humana: a Corunebacterium minutissimum. Por aí Além da microbiota fixa, há uma outra, transitória, explica a professora Maria Magali. Os dermatófitos antropofílicos, como são classificados, dividem especialistas: alguns acreditam que eles já fazem parte do ecossistema que reina na pele humana; outros, que são microrganismos transmitidos por contato entre humanos, como os dermatófitos zoofílicos (transmitidos pelo contato com animais). A doença conhecida como pé de atleta, por exemplo, é uma micose desencadeada por uma espécie de dermatófito antropofílico. “O sujeito toma banho no clube e deixa os dermatófitos ali. Outra pessoa usa o mesmo box, depois, e entra em contato com esses fragmentos. Mas nem sempre isso causa lesões, observaram alguns autores.”
Tratamentos Propostos : Segundo Alfonsas Balbachas -1959 – As Plantas Curam: ; plantas de uso genérico na pele: altéia; amor-perfeito; angélica; aroeira; bardana; batata-de-purga; camomila-da-alemanha; capuchinha-grande; caroba; cavalinha; cerefólio; cinco-folhas; coclaária; curraleira; erva-de-bugre; erva-moura; fedegoso; fumária; guaiaco; guapeva; inhame-branco; inhame-roxo; japecanga; limão; língua-de-vaca; maravilha; marinheiro; milirramas; melão-de-são-caetano; marupá-do-campo; sabugueiro; salsaparrilha; sassafrás; sete-sangrias; taiuiá; trapoeraba; urtiga-vermelha; velame-do-campo; velame-do-mato.Buscar maiores informações consultando Doenças com as plavras-chaves: dermatite, dermatose, pele, irritação, coçeira, etc, neste Site.