Hepatite viral: g*

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Sintomas e Causas : 1. O que é hepatite viral? Hepatite viral é uma inflamação do fígado causada por vírus. Atualmente são conhecidos os seguintes vírus: A, B, C, D (Delta), E, e G. Os mais conhecidos e comuns são os três primeiros. Alguns vírus, causadores de outras doenças, não considerados “vírus de hepatite”, também podem provocar inflamação do fígado (hepatite), assim como o vírus da Mononucleose Infecciosa, o Citomegalovírus e o da Febre Amarela. Apesar de geralmente ser associado à infecção viral do fígado, o termo hepatite também é utilizado em outras situações, onde não há o contágio, como por exemplo, hepatite tóxica, hepatite alcoólica, hepatite granulomatosa, hepatite auto-imune, etc; 2. Quais os sintomas das hepatites? Os sintomas que caracterizam o quadro clínico de hepatites agudas virais são bastante semelhantes e independem do tipo de vírus envolvido. Na fase inicial o paciente apresenta um quadro de mal-estar geral, que pode ser acompanhado de febre baixa, dores nas articulações, náuseas, vômitos e perda de apetite. Algumas vezes, manifesta-se com sinais de infecção das vias respiratórias superiores que se assemelha a um estado gripal. Em alguns pacientes a doença manifesta-se por icterícia clássica evidenciada pela coloração amarelada dos olhos, da pele e mucosas, a urina se torna escura, as fezes ficam mais claras (descoradas) e o exame físico evidencia fígado aumentado e doloroso à palpação. O período de icterícia dura em geral de quatro a seis semanas. Na fase de convalescença os sintomas desaparecem e os exames laboratoriais tendem à normalização, que em geral ocorre até o quarto mês. Muitas vezes, estes sintomas estão ausentes ou são tão discretos que passam despercebidos e o diagnóstico é feito posteriormente, quando o paciente realiza exames de rotina e descobre que tem ou teve hepatite. A única maneira de saber com segurança qual o tipo de hepatite é através dos exames de sangue específicos. Os portadores crônicos das hepatites B e C geralmente são assintomáticos, a não ser em estágios mais avançados da doença, quando se manifestam graves sinais clínicos da doença. Por conseguinte, tanto na forma aguda como na crônica da hepatite, a doença pode manifestar-se com sintomas poucos evidentes e porisso não é rara a situação clínica em que o paciente procura a assistência médica já apresentando sinais clínicos de insuficiência hepática, consequente a uma hepatite crônica de longa duração não diagnosticada; ( volta ao índice ) 3. Como é feito o diagnóstico das hepatites virais? As hepatites agudas caracterizam-se por níveis sanguíneos de aminotransferases (ALT e AST) em geral superiores a 500 UI/L, sendo que estas enzimas são utilizadas tanto para diagnóstico, como para acompanhamento do tratamento. A persistência de níveis elevados por períodos superior a seis meses indica diagnóstico de hepatite crônica, que necessita ser confirmado por estudo histológico do fígado mediante biópsia. O diagnóstico etiológico de hepatites é realizado por meio de marcadores sorológicos; 4. Como se transmitem as hepatites virais? A hepatite A é transmitida por comida e/ou água contaminada por fezes infectadas. A transmissão dos vírus B e C ocorre por contato com sangue e secreções corpóreas de indivíduos portadores da doença. Em muitos casos, não se identifica uma fonte de contágio; ( volta ao índice ) 5. Meios de transmissão e como evitar a hepatite viral: Dentre os cuidados que têm por objetivo evitar o vírus de transmissão fecal-oral podemos citar: as frutas e verduras que não podem ser lavadas com água e sabão devem ser submetidas, antes de serem utillizadas, à limpeza com Hidrosteril (10 gotas por litro de água) ou Hipoclorito de Sódio (Água Sanitária) uma colher das de sopa por litro de água durante 10 mitutos. Vale lembrar que o vinagre não mata o vírus da hepatite, razão pela qual não deve ser usado com esse fim. Também os mesmos cuidados usados na prevenção de intoxicações alimentares, quais sejam os alimentos suspeitos, particularmente frutos do mar mau cozidos devem ser evitados. Quanto aos vírus de transmissão parenteral, devem ser evitadas situações onde possa haver contato acidental com materiais ou sangue contaminados, tais como: · uso de instrumental cirúrgico ou odontológico não descartável ou não esterilizado corretamente; · compartilhamento de agulhas e seringas contaminadas, lâminas de barbear, alicates de cutículas, escovas de dentes e outros equipamentos de higiene pessoal (principalmente por crianças); · tatuagens, “piercing” ou acupuntura realizados com materiais não descartáveis ou não esterilizados corretamente; · práticas sexuais consideradas não seguras; fonte: http://www.reservaer.com.br/saude/hepatite.html
Tratamentos Propostos : Dr. Botsaris indica a planta Cevada [Hordeum vulgare], usando seu grão germinado, nas doses de 10-30 g, em decocção; por curto periodo em casos de mastite por acúmulo de leite: 5-10 g em pó. Preparações crúas são consideradas neutras.