Fígado: aumenta excreção da bílis – colagoga – dados genéricos ]]}}}

Plantas Relacionadas na Literatura : Mamão ++, .
Sintomas e Causas : Segundo Dr. Degmar, o fígado é o mais importante órgão envolvido no metabolismo dos carbohidratos, proteinas e lipídeos, e na desintoxicação do organismo, além de função secretória (bile), e imunológica. As lesões provocados neste órgão pelo consumo excessivo de remédios halopáticos nos últimos anos, tem levado a muitas patologias crônicas deste órgão. O tratamento das disfunções hepáticas , sejam funcionais ou lesionais, envolvem plantas e substâncias que tem ação colerética e colagoga (para aumentar a produção de bile pelos hepatócitos, e sua eliminação pelo sistema biliar, respectivamente), e outras que tem ação hepatoprotetor(que atuam nos hepatócitos protegendo-os dos danos diversos-químicos, microbiológico, etc. Os sintomas mais comuns de disfunções hepato-biliares incluem: cefaléias, estados depressivos e irritabilidade, alterações do sono, comprometimento músculo-esquelético, alterações visuais diversas, alterações do paladar com gosto mais amargo da saliva, etc..Segundo: Alimentos Saudáveis & Alimentos Perigosos – Reader´s Digest, o fígado desempenha milhares de funções vitais , tanto químicas quanto metabólicas, dentre elas a formação de reservas de vitaminas solúveis em gordura, glicogênio, ferro e outros minerais para as necessidades futuras. Ele fabrica colesterol, aminoácidos e outros elementos essenciais, remove resíduos do sangue, desintoxica o álcool e outras substâncias químicas , além de metabolizar a maior parte dos medicamentos. Ao contrário de outros órgãos, mesmo depois de sofre grandes lesões o fígado pode se regenerar. Entretanto se o fígado ficar seriamente comprometido, ou for submetido a excessos, pode falhar, quase sempre com conseqüências fatais. As doenças mais comuns são: diferentes tipos de hepatite, cirrose, e câncer. O sintoma mais facilmente detectável de doenças do fígado é a icterícia, o amarelecimento da pele e do branco dos olhos causado pelo desenvolvimento de pigmentos da bílis (bilirrubina) na pele. Pessoas que sofrem de distúrbios do fígado são, em geral, portadores de deficiências das vitaminas solúveis em água, como folato, niacina, tiamina, bem como as vitaminas A e D, solúveis em gordura.
Tratamentos Propostos : Para fígado: segundo Dirceu (dirceu@paz.org.br). tomar fórmula Fígado (composto), ou as plantas: alcachofra, bardana, jurubeba, carqueja, milirramas, boldo, rubim-roxo, picão-preto. Indicação especial: Alcachofra, folhas médias, infuso, decocto, cps com pó, uso interno. No caso de preparados na forma aquosa usar: até 2 anos: 1 gota/kg; de 3 anos à 7 anos: uma colher de café; de 7 até 12 anos: uma colher de chá; mais de 12 anos: uma colher de sobremesa. Em todas as idades, usar 3 vezes ao dia. No caso de usar na forma de cápsulas contendo pó seco e moído da mistura de plantas indicadas ou de uma planta, tomar 1 cápsula, 3 vezes ao dia, 15 minutos antes das refeições,”em estado de fome”, [prática que pode ser usada nas formulações aquosas] ou quando se fizer necessário. Para aumentar a secreção da bili recomenda: Celidonia. Ver dados da planta. Vamos enumerar alguns suplementos que poderão ser úteis na prevenção e na recuperação das afecções referidas. WWW.hepc.hoster.com.br Assim, além de uma alimentação equilibrada, existem alguns nutrientes específicos que podem ajudar em algumas inflamações hepáticas. Apesar dos inúmeros avanços da medicina, com os transplantes hepáticos e medicamentos antivíricos, há alguns suplementos naturais que podem ajudar. As vitaminas do complexo B, especialmente a vitamina B-12 e o ácido fólico, tendem a diminuir em caso de doença hepática, pelo que é recomendada a suplementação. Alguns nutricionistas recomendam doses elevadas de vitamina C, pois são da opinião de que esta vitamina ajuda a reduzir inflamações hepáticas, como a hepatite. No que respeita aos minerais, o selênio, devido às suas características antioxidantes, parece ajudar a reduzir a incidência de hepatite. Outros nutrientes antioxidantes podem ser úteis, pois ajudam o fígado a ganhar imunidade. Suplementos como a lecitina e os factores lipotrópicos (colina, inositol e L-metionina) têm apresentado bons resultados na prevenção da esteatose hepática (“fígado gordo”), da destruição das células hepáticas e ajudam a proteger o fígado dos excessos alcoólicos. O ácido lipóico é também recomendado por muitos nutricionistas no tratamento de inflamações hepáticas, devido ao facto de atuar como desintoxicante no fígado, protegendo-o do álcool e da exposição a metais pesados. Existem também alguns aminoácidos que atuam beneficamente sobre o funcionamento do fígado. De entre eles, destacam-se a taurina, o SAM-e (A-Adenosil Metionina), o NAC (N-Acetil-Cisteína) e os BCAA (Aminoácidos de Cadeia Ramificada). No que respeita ao sistema hepatobiliar (fígado e vesícula biliar), as plantas medicinais exercem três tipos de ações principais: a colerética, a colagoga e a de proteção da célula hepática. As plantas de ação colerética ajudam a aumentar a quantidade de bílis segregada pelo fígado. A bílis fica armazenada na vesícula biliar, até que a passagem dos alimentos provoque o seu esvaziamento para o intestino. Ajudando a aumentar a produção de bílis, as plantas com propriedades coleréticas descongestionam o fígado e favorecem a digestão. Este tipo de plantas é especialmente usado em alterações hepáticas. As plantas colagogas facilitam o esvaziamento da bílis contida na vesícula biliar para o duodeno, pelo que facilitam o correto funcionamento do sistema biliar. Na presença de cálculos biliares, deverá ter especial atenção ao utilizar plantas com propriedades colagogas, pois poderá haver risco de obstrução do canal colédoco. >>>>> O cardo mariano (“Silybum marianum”) é uma das plantas mais utilizadas nas afecções hepáticas, devido ao facto de proteger a célula hepática, com resultados cientificamente comprovados, pelo que é usado na composição de muitos preparados farmacêuticos. O seu princípio activo, a silimarina, ajuda a regenerar as células hepáticas danificadas por substâncias tóxicas, como o álcool, entre outras. As sementes dos frutos, as folhas e a raiz desta planta são usados em inúmeras afecções hepáticas: “fígado gordo”, intoxicações, icterícia, hepatite e cirrose. Esta planta é também benéfica em tratamentos com quimioterapia, ajudando o fígado a suportar os efeitos secundários resultantes destes tratamentos químicos. No caso do extracto seco em cápsulas, deve optar por suplementos com um mínimo de 70 a 80% de extracto normalizado de silimarina, devendo tomar cerca de 140 a 210mg três vezes ao dia. Tal como o cardo mariano, a alcachofra (“Cynara scolymus”) faz parte da composição de diversos fármacos, devido às suas propriedades (colerética e antitóxica) sobre o fígado. Esta planta auxilia também o processo digestivo. Os princípios activos da alcachofra concentram-se sobretudo nas folhas, mas também se pode utilizar o caule, os capítulos florais e as raízes. Pode tomar a alcachofra em infusões, sumo (das folhas) ou cápsulas. O Dente-de-leão (“Taraxacum officinale”), rico em vitamina A, B, C e D, é uma das plantas mais activas sobre a função biliar, pois é ao mesmo tempo colerética e colagoga, pelo que é usada na insuficiência hepática, hepatite e cirrose. Usa-se normalmente as folhas e a raiz, tanto em sumo fresco como em infusão. É também comum sob a forma de cápsulas. Outras plantas como o boldo (“Peumus boldus”) e o rábano (“Raphanus sativus”), Devido às suas propriedades coleréticas e colagogas, são utilizadas, como as plantas acima referidas, nas doenças do fígado. O boldo pode ser tomado em infusão (folhas) ou em cápsulas. O rábano (ou rabanete) pode ser comido cru, em saladas, por exemplo, ou em sumo fresco. Todos estes suplementos que a natureza nos oferece, juntamente com uma dieta equilibrada, podem ajudar nas patologias descritas. Contudo, deverá ter em mente que as doenças hepáticas são graves, pelo que a opinião médica é imprescindível. Relembro, mais uma vez, a importância dos cuidados alimentares: não deve ter por regra uma alimentação desmedida e desregrada. Existem ainda algumas medidas preventivas a realçar. Evite comportamentos de risco (drogas ilegais), Pratique sexo seguro e crie bons hábitos de higiene. Pode também vacinar-se contra a hepatite B e hepatite A. Dr Pedro Lôbo do Vale (médico) http://primeirasedicoes.expresso.pt/ed1469/v191.asp?ls Vitaminas importantes A função do fígado é essencial a cada uma das células do corpo e afeta todos os nutrientes, grandes e pequenos,inclusive os micronutrientes – as vitaminas e os minerais. Doenças do fígado podem causar impacto direto sobre as vitaminas, causando dificuldades na digestão, nos intestinos ou no armazenamento e no processamento delas, uma vez que sejam absorvidas pela corrente sanguínea. A adequação das vitaminas pode também ser diretamente afetada por doenças do fígado. Sintomas de doenças tais como falta de apetite, diarréia, náusea e vômitos podem comprometer a ingestão correta dos alimentos. Os medicamentos, os efeitos secundários e restriçòes dietéticas podem causar problemas na ingestão de nutrientes. É muito importante saber e compreender as funções das vitaminas em organismos que apresentam disfunções do fígado. E isso vai ajuda-lo a estabelecer uma dieta adequada à sua condição. Vitaminas importantes em doenças do Fígado Vitamina A: A vitamina A é solúvel em gordura, absorvida e digerida (com o auxílio da bile) durante a digestão das gorduras.. É necessária para a visão, boas funções imunológicas, pele e cabelos saudáveis, só para citar algumas. Temos evidências a partir de estudos com animais, que a ingestão adequada de vitamina A, previne a formação de tecidos fibrosos no fígado. Boas fontes de vitamina A na alimentação incluem: leite desnatado, cavalinha(peixe), ovos inteiros e ostras. Especialistas recomendam evitar as megadoses de vitamina A em suplementos, pois o excesso pode ser tóxico para o fígado (mais de 50 mui ou 15mil mcg/dia) e pode causar aumento do fígado e doenças. É sempre aconselhável discutir com seu médico a suplementação de vitaminas e minerais antes de iniciar, para evitar as intoxicações e interaçòes medicamentosas. Beta Caroteno: Acredita-se que o desenvolvimento de cirrose está ligado à atividade negativa de radicais livres. Radicais livres são substâncias produzidas pelo organismo, ao longo do dia e normalmente são “limpos” pelos antioxidantes. Pessoas com cirrose possuem níveis baixos de beta caroteno, um poderoso antioxidante. Uma dieta com alto teor de betacaroteno pode ter um efeito protetor contra os radicais livres e pode reduzir o dano no fígado. Cenouras, batatas doces, espinafre e damasco seco, são excelentes fontes de beta caroteno. Tiamina: Quando expostas ao álcool, as células intestinais não são capazes de absorver a tiamina, a não ser em altas concentrações, como em suplementos. Uma dieta rica em tiamina é importante, porém pode não ser suficiente para reverter a deficiência desta vitamina. Parar de beber e acrescentar a tiamina como suplemento prescrito pelo médico, pode auxiliar a normalizar os níveis de tiamina no organismo. Vitamina B6: O metabolismo do álcool pode levar a uma deficiência de vitamina B6, deslocando-a de sua proteína protetora, causando sua destruição. A vitamina B6 é importante para metabolizar as proteínas, para as funções mentais e produção de células vermelhas, entre outras funções. Pessoas que consomem álcool podem desenvolver uma deficiência desta vitamina e podem precisar de suplementação. Parar de beber e adotar uma dieta rica em vitamina B6, pdoe ajudar. Vitamina B12: Na presença do álcool, a absorção da vitamina B12 fica comprometida. Pessoas com doenças hepáticas provocadas pelo álcool podem sofrer desta deficiência e requerem uma suplementação bem como uma dieta rica em vitamina B12. Folato (Folacina): A presença do álcool faz com que o organismo solte a folacina na corrente sangüínea. Enquanto o nível de folacina aumenta, os rins reagem excretando-a através da urina, como se estivesse em excesso. O álcool também limita a ação de qualquer resto de folacina, impedindo a produção de novas células, especialmente as células que se dividem rapidamente nos intestinos e no sangue, causando deficiência com efeitos devastadores no sistema digestivo. Portanto pessoas com doenças de fígado causadas pelo consumo de álcool podem precisar de suplementação de folato. Recomenda-se a abstinência e dieta rica em folato. Vitamina D: O álcool faz com que as células do fígado se tornem ineficientes para ativar a vitamina D, possivelmente causando deficiência e aumentando o risco de osteoporose. Fontes de vitamina D: sardinhas, cavalinha, salmão, camarão e leite fortalecido. No entanto os suplementos de vitamina D podem causar megadoses e são perigosos para o fígado, principalmente sse suas funções estiverem comprometidas. A suplementação de vitamina D superior a 1.800 IU ou 45 mcg/dia pode ser tóxica e deve ser evitada. Discuta com seu médico a suplementação de vitaminas e minerais, sempre que fôr iniciar algum tratamento. Segundo Abdalla: alimentação leve, supressão total de proteina animal, muito uso de suco de limão-cravo. Recomendável uso de cataplasma de argila (ver receita própria) no local do abdômen acima do fígado. Fazer repouso. Usar: Hortelã (várias espécies)(muito eficiente), Bardana (Arctium lappa), Quebra-pedra (Pilantus niruiri). Segundo Dr. Degmar: Carqueja (Braccharis trimera), folhas, flavonoides; Gengibre (Zingiber officinalis), rizomas, óleos essenciais e glicosídeos; Rabanete (Rhaphanus sativus), raiz, compostos sulfurados; Jurubeba (Solanum paniculatum), frutos e folhas, saponinas e glicosídeos; Cardo-santo (Cnicus beneditus) [ver dados específicos desta planta pois suas semente são considerdas tóxicas], folhas e talos, flavonóides; Angelica (Angelica archangelia), raiz, cumarinas; Cardamomo (Elletaria cardamomum), frutos, oleos essenciais; Menta (Mentha arvenssis), óleo essencial, mentol, mentona, folhas e ramos. Verificar dados em FOENÇAS: COLAGOGO E COLERETICA (ATUAM NA BILI) neste site, para mais detalhes.
Dieta e Cuidados Recomendados : Dieta recomendada [Dr Dirceu Abdalla] durante o tratamento: cortar margarinas, manteigas, carne vermelha, frituras gerais, refrigerantes (mesmo diet e tipo cola), todo tipo de gordura mesmo chocolates, usar leite desnatado com aveia fina (Oat brean), 2 vezes ao dia. Dieta com mínimo de gordura animal e máximo de fibras, pois isto diminui a concentração de ácido desoxicólico na bile, e consequentemente aumenta a solubilidade do colesterol, provocando menor precipitação (cálculos). Tomar muito líquido para fluidificar o líquido biliar. As proteinas animais (ex: caseína do leite e derivados), aumentam a formação de calculose biliar em experimentos com animais. Quanto mais vegetariana é a dieta, menor a chance de cálculos biliares. Os alimentos que podem induzir crises biliares, são por ordem decrescentes de importância: ovo, carne de porco, cebola, aves, leite, café, frutos cítricos, milho, feijões de vários tipos, nozes, amêndoas. O mecanismo provável é de fundo alérgico, com ademaciação dos ductos biliares diminuindo a drenagem fisiológica da bile. Fazer uso de licetina de soja (1-2 g/dia), fosfatidilcolina (500 mg/dia), colina (1 g/dia). Segundo: Alimentos Saudáveis & Alimentos Perigosos – Reader´s Digest, pode ser proveniente da deficiência de: vitamina K. Consumir bastante: peixes, verduras, feijões, óleos vegetais para obter ácidos graxos ômega-3; frutas, verduras e legumes frescos para obter vitaminas e sais minerais; pequenas refeições e petiscos em vez de grandes refeições; proteínas de origem vegetal, como por exemplo uma combinação de leguminosas e grãos (mantendo a baixa ingestão total de proteínas: 60 gramas por dia para adulto de estatura média). Reduzir o consumo de proteínas de origem animal. Evitar o álcool de diversas formas; gorduras saturadas. Os ácidos graxos ômega-3 parecem facilitar o processamento de gorduras no fígado, sendo uma dieta rica nestes nutrientes, reduz a taxa de triglicerídeos fabricados pelo fígado, o que é benéfico para pessoas com problemas de coração e circulação. Esses ácidos graxos são encontrados no salmão e em outros peixes gordurosos, nas leguminosas, no gérmen de trigo e no óleo de canola. Os distúrbios no fígado podem causar porosidade nos ossos (osteoporose) caso as reservas de vitamina D, que ajuda a metabolizar o cálcio, estejam exauridas (estes casos exigem suplementação desta vitamina.
Teles: ver este componente no item Suplementos nutricionais na Home)

Dieta recomendada [Dr Dirceu Abdalla] durante o tratamento: cortar margarinas, manteigas, carne vermelha, frituras gerais, refrigerantes (mesmo diet e tipo cola), todo tipo de gordura mesmo chocolates, usar leite desnatado com aveia fina (Oat brean), 2 vezes ao dia. Dieta com mínimo de gordura animal e máximo de fibras, pois isto diminui a concentração de ácido desoxicólico na bile, e consequentemente aumenta a solubilidade do colesterol, provocando menor precipitação (cálculos). Tomar muito líquido para fluidificar o líquido biliar. As proteinas animais (ex: caseína do leite e derivados), aumentam a formação de calculose biliar em experimentos com animais. Quanto mais vegetariana é a dieta, menor a chance de cálculos biliares. Os alimentos que podem induzir crises biliares, são por ordem decrescentes de importância: ovo, carne de porco, cebola, aves, leite, café, frutos cítricos, milho, feijões de vários tipos, nozes, amêndoas. O mecanismo provável é de fundo alérgico, com ademaciação dos ductos biliares diminuindo a drenagem fisiológica da bile. Fazer uso de licetina de soja (1-2 g/dia), fosfatidilcolina (500 mg/dia), colina (1 g/dia). Segundo: Alimentos Saudáveis & Alimentos Perigosos - Reader´s Digest, pode ser proveniente da deficiência de: vitamina K. Consumir bastante: peixes, verduras, feijões, óleos vegetais para obter ácidos graxos ômega-3; frutas, verduras e legumes frescos para obter vitaminas e sais minerais; pequenas refeições e petiscos em vez de grandes refeições; proteínas de origem vegetal, como por exemplo uma combinação de leguminosas e grãos (mantendo a baixa ingestão total de proteínas: 60 gramas por dia para adulto de estatura média). Reduzir o consumo de proteínas de origem animal. Evitar o álcool de diversas formas; gorduras saturadas. Os ácidos graxos ômega-3 parecem facilitar o processamento de gorduras no fígado, sendo uma dieta rica nestes nutrientes, reduz a taxa de triglicerídeos fabricados pelo fígado, o que é benéfico para pessoas com problemas de coração e circulação. Esses ácidos graxos são encontrados no salmão e em outros peixes gordurosos, nas leguminosas, no gérmen de trigo e no óleo de canola. Os distúrbios no fígado podem causar porosidade nos ossos (osteoporose) caso as reservas de vitamina D, que ajuda a metabolizar o cálcio, estejam exauridas (estes casos exigem suplementação desta vitamina. NA: ver este componente no item Suplementos nutricionais na Home).