Doenças venéreas [masc. e fem.]; uterinas [endometriose],pélvicas;

Plantas Relacionadas na Literatura : Centelha-asiática  .
Sintomas e Causas :O termo doença inflamatória pélvica (DIP) representa todo espectro de doenças que causam infecção do trato reprodutivo superior feminino, o que inclui vagina, útero, ovários e trompas em geral, adquirida de forma ascendente via vaginal. A DIP é a infecção grave mais comum em mulheres sexualmente ativas com idade entre 16 e 25 anos.

Ela inclui salpingite, endometrite, miometrite, parametrite, ooforite e abscesso tubo-ovariano, e pode se estender para produzir periapendicite, peritonite pélvica e peri-hepatites (síndrome de Fitz-Hugh-Curtis). Nos EUA, é responsável por mais de 100 mil consultas ambulatoriais e 60 mil internações hospitalares ao ano, com um custo médio de 2 mil dólares para tratar cada episódio.

Autor:

Rodrigo Antonio Brandão Neto

Médico Assistente da Disciplina de Emergências Clínicas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

Tratamentos Fitoterápicos Propostos

O tratamento visa a aliviar os sintomas agudos, erradicar a infecção atual e minimizar o risco de sequelas a longo prazo e é recomendado que os médicos tenham um limiar baixo para iniciar o tratamento par DIP. Outro objetivo do tratamento é reduzir o risco de transmissão de infecção para outros novos parceiros e identificar e tratar parceiros sexuais antigos e atuais para prevenir a propagação da doença.

O diagnóstico precoce e o tratamento são críticos porque a duração dos sintomas é um fator de risco independente para a infertilidade. Deve-se realizar analgesia adequada, controle de êmese e febre e reposição volêmica em pessoas com náuseas, vômitos e desidratação e naqueles que parecem toxemiados. Os anti-inflamatórios não esteroidais são extremamente eficazes para o tratamento da dor de origem pélvica.

O tratamento no departamento de emergência deve incluir terapia antibiótica empírica de amplo espectro para cobrir toda a gama de organismos prováveis. Os regimes de tratamento podem ser ambulatoriais ou em regime de internação. São indicações para internação.

Autor:

Rodrigo Antonio Brandão Neto

Médico Assistente da Disciplina de Emergências Clínicas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP


As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) representam um importante problema de saúde pública. A falta de diagnóstico e tratamento adequado e precoce podem causar disseminação da doença, infertilidade, infecções congênitas e até a morte do portador. Neste capítulo, faz-se uma abordagem etiológica das DSTs.

Autores:

Henrique Mohr

Médico.

Luciano Werle Lunardi

Médico infectologista da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) da Policlínica São Vicente de Paula e do Hospital Regional do Sudoeste de Francisco Beltrão, PR.

As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) representam um importante problema de saúde pública. A falta de diagnóstico e tratamento adequado e precoce podem causar disseminação da doença, infertilidade, infecções congênitas e até a morte do portador. Neste capítulo, faz-se uma abordagem etiológica das DSTs.

Autores:

Henrique Mohr

Médico.

Luciano Werle Lunardi

Médico infectologista da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) da Policlínica São Vicente de Paula e do Hospital Regional do Sudoeste de Francisco Beltrão, PR.

As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) representam um importante problema de saúde pública. A falta de diagnóstico e tratamento adequado e precoce podem causar disseminação da doença, infertilidade, infecções congênitas e até a morte do portador. Neste capítulo, faz-se uma abordagem etiológica das DSTs.

Autores:

Henrique Mohr

Médico.

Luciano Werle Lunardi

Médico infectologista da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) da Policlínica São Vicente de Paula e do Hospital Regional do Sudoeste de Francisco Beltrão, PR.

As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) representam um importante problema de saúde pública. A falta de diagnóstico e tratamento adequado e precoce podem causar disseminação da doença, infertilidade, infecções congênitas e até a morte do portador. Neste capítulo, faz-se uma abordagem etiológica das DSTs.

Autores:

Henrique Mohr

Médico.

Luciano Werle Lunardi

Médico infectologista da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) da Policlínica São Vicente de Paula e do Hospital Regional do Sudoeste de Francisco Beltrão, PR.

As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) representam um importante problema de saúde pública. A falta de diagnóstico e tratamento adequado e precoce podem causar disseminação da doença, infertilidade, infecções congênitas e até a morte do portador. Neste capítulo, faz-se uma abordagem etiológica das DSTs.

Henrique Mohr

Médico.

Luciano Werle Lunardi

Médico infectologista da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) da Policlínica São Vicente de Paula e do Hospital Regional do Sudoeste de Francisco Beltrão, PR.

Tratamento. O objetivo do tratamento é remover as verrugas e as lesões subclínicas, mas não é possível eliminar a infecção pelo HPV. A ocorrência de recidivas é comum.

A escolha do tratamento depende do paciente, das lesões e da associação com lesão intraepitelial. A terapia pode ser aplicada pelo paciente ou pelo profissional de saúde.

As modalidades de tratamento aplicadas pelo paciente são podofilotoxina, que pode causar queimação e dor local; imiquimod, imunomodulador local que estimula a produção de interferon; fitoterápicos, um extrato de chá verde com produto ativo (catequinas).

Já as modalidades aplicadas pelo profissional de saúde são podofilina resina 10 a 25%, utilizada apenas em lesões de vulva, períneo e perianais; ácido tricloroacético ou bicloroacético, agentes cáusticos; 5-fluorouracil, pouco usado devido à irritação local; remoção física com crioterapia por nitrogênio líquido, eletrocauterização, uso de laser, curetagem, excisão cirúrgica com alça de alta frequência. Evitam-se os métodos químicos na gestação, preferindo-se os cirúrgicos


A endometriose é uma patologia caracterizada pela implantação de tecido endometrial fora de seu local habitual, isto é, a cavidade uterina, e que atinge de 5% a 10% das mulheres no período reprodutivo. É uma doença estrogênio-dependente que está relacionada a um alto percentual de esterilidade.

O endométrio é um tecido composto de glândulas e muitos vasos sanguíneos que sofre a influência dos hormônios ovarianos. Ele se torna mais espesso para alojar o embrião no processo gestacional ou descama caso não haja a fecundação.

Os locais mais comumente afetados fora da cavidade uterina são os ovários, peritônio, trompas, o fundo de saco e paredes do intestino, bexiga, miométrio, ligamentos uterinos e cicatrizes cirúrgicas internas.

As teorias que explicariam a presença de tecido endometrial fora de seu sítio habitual são várias: células endometriais seriam levadas à distância pela circulação linfática ou venosa, células embrionárias se formariam fora do útero e células do endométrio sofreriam refluxo através das trompas alcançando outros locais no abdome. São também atribuídos à gênese da endometriose, a influência estrogênica e fatores imunológicos ainda não muito bem esclarecidos.

Essas espécies medicinais que de alguma forma podem auxiliar o alívio dos sintomas podem ser nativas, exóticas ou adaptadas. Seus usos podem levar em conta diferentes aspectos, como plantas com estudos científicos bem documentados, plantas com usos populares consagrados ou ainda aquelas que podem ser usadas dentro de abordagens filosófico-científicas como na milenar medicina tradicional chinesa (MTC).

No Brasil, inúmeras espécies medicinais são empregadas popularmente nos quadros de origem uterina, por suas atividades analgésicas, anti-inflamatórias, anti-hemorrágicas e hormonais, como demonstrado com o chá-de-moça ou alecrim-bravo (Pectis brevipedunculata), o capim-limão ou capim-cidreira (Cymbopogon citratus), a uva (Vitis vinifera) e o algodão (Gossypium hirsutum), entre inúmeras outras.

Fitoterapia em tratamento de endometriose