Diabete tipo II e tipo I ; poliria; polidipsia, neuropatia, diabete gestacional,

Plantas Relacionadas na Literatura : Abacateiro, Acelga, Agrião [agrião-de-terra-enxuta], Alcachofra, Alecrim, Alface, Alho, Arroz, Assa-peixe, Babosa, Bananeira, Barbatimão, Bardana; orelha de gigante, Batata, Beldroega , Berinjela , Boldo-baiano (Aluman), Café;  Cajueiro Cana-do-brejo , Caqui , Carambola , Carapanaúba , Carqueja , Cebola, Chia , Chuchu (Xuxu), Chuva-de-ouro , Conta-de-lágrimas , Crajirú [Paripari] [Cipó-cruz] , Damiana , Dente-de-leão , Embaúba [banana-de-macaco], Erva-de-santa-maria [mastruço] , Erva-picão , Fáfia (s) , Feijão  Gergelim preto , Ginseng coreano [Panax ginseng] , Goji , Graviola , Insulina vegetal , Jaborandí ; Jambo , Jambolão +, Jucá , Lobeira , Lúpulo , Maçã , Mamão , Manacá , Mão-Deus [Cinco-pontas]margaridão, Maracujá (várias espécies Passiflora spp) , Melão-de-são-caetano , Milho , Mirtilo [Blueberry] _ , Noni , Pata-de-vaca , Pau-de-bálsamo [bálsamo] , Pé-de-perdiz  Pedra-ume-caá , Pêssego, Picão-preto [picão] , Saião, Sucupira , Sumaúma, Tiririca, Tribulus [Viagra natural], Vassourinha, Vassourinha-de-botão, Vinca-rósea [maria-sem-vergonha], .
Sintomas e Causas :
Dr. Degmar: [diabete tipo II], são pacientes que NÃO estão com dependência do uso de insulina, mas sim com aumento discreto mas  anormal dos teores de açúcar no sangue, provocado pela disfunção no pâncreas da produção da insulina, responsável pelo metabolismo dos açúcares. Este diagnóstico devera ser feito por médico endocrinologista pois este desiquilíbrio metabólico pode ser provocado por:
a) desequilíbrios na alimentação muito rica em açúcares e carboidratos,
b) infecção diversa,
c) falência[parcial] no funcionamento do pâncreas,
d) problemas emocionais, que alteram o comportamento normal da glândula supra renal, que produz insulina em excesso, que quebra a insulina desativando-a .
Quadro clínico:  no casso aparecimento tardio.
Sintomatologia de aparecimento lento ou ausência de sintomatologia. Poliria e polidipsia graduais. Infecções cutâneas repetidas. Prurido vaginal. Anorexia, cefaleia, tontura, distúrbios da visão.
Sintomatologia das complicações tardias (sendo muitas vezes do Tipo I exigindo então o uso de insulina terapêutica )  em pacientes geralmente idosos: retinopatia progressiva com cegueira, neuropatia diabética (periférica), arteriopatias difusas (coronárias, membros inferiores, cerebrais), nefropatia (danos nos rins), úlceras nos membros inferiores por problemas de circulação, infecções graves por queda da imunidade, micoses superficiais e sistêmicas. Em exames laboratoriais, considera-se valores de glicose de 110 a 135 mg/ml como pré-diabéticos (tipo II), e os valores maiores, francamente diabéticos. Atinge cerca de 5% da população do Mundo Ocidental.
Pode aparecer a diabete gestacional em mulheres grávidas, desaparecendo após parto.
Fatores que agravam as possibilidades do aparecimento: obesidade, hereditariedade, erros alimentares (dieta rica em carboidratos e pobre em fibras), deficiência de cromo.
Existem exames para diagnóstico da doença: teste de tolerância à glicose, glicemia em jejum (antes e 2,5 horas após o almoço), glicosúria, hemoglobina glicosilada.
Segundo Dirceu, é um desiquilíbrio das funções do pâncreas, no metabolismo dos açúcares, de origem provavelmente hereditária, ou desiquilíbrio da nutrição,
Teles: fatores que facilitam a ocorrência dos dois tipos citados de diabete: por razões emocionais com excesso de produção de adrenalina, ou uma forte infecção exógena num determinado período, ou alteração grave (ocorrendo no tipo I: falência no funcionamento do pâncreas].
Todas estas suposições devem ser consideradas após avaliação da predisposição genética [parentes próximos com a comprovação da doença] à sua ocorrência, [fato que predispõe à patologia].
Apresenta como sintomas típicos: emagrecimento [“queimando” gordura armazena [principalmente no perímetro abdominal] para transformar em glicose (tipo I), tosse seca, diarreia de hora para outra, seguida de prisão de ventre, dores nas pernas, escurecimento da urina que se torna adocicada (a doença na Antiguidade era chamada de Doença da Urina Doce), boca seca, sede insaciável (tipo I), suor constante, urinar constante. >>>Segundo Dr. Rafael Teles (rt.fraga@uol.com.br) [marcar e clicar]: é motivada pela dificuldade progressiva do organismo de produzir a insulina ou de defeitos em células receptoras desta insulina que faz com que seu efeito final de fazer a glicose sair do sangue e entrar nas células, seja prejudicada. Normalmente aparece depois dos 40 anos, principalmente quando o paciente tem um histórico familiar com diabéticos (fator hereditário).
Seu diagnóstico é feito por exames de sangue em jejum ou com sobrecarga de glicose chamado curva glicêmica (ESTE DIAGNÓSTICO.o exame de ponta de dedo >> NÃO SERVE PARA FAZER E(Teles: mas um bom equipamento pode ser usado posterior ao diagnóstico para acompanhar o andamento da doença, sendo que o mais novo [e mais caro!!, são os da Abott -Free Style]). >>> Os sintomas mais comuns são: perda de peso, diurese excessiva, grande ingesta de líquidos fraqueza, infecções de pele e respiratórias (Pneumonia, infecção da garganta, etc.), mas como as alterações aparecem lentamente neste tipo de doença, hoje em dia normalmente, o diagnóstico é feito em um exame de sangue [ou de urina] de rotina ou feito por outro motivo qualquer. Algumas situações precipitam o aparecimento mais precoce do diabetes, principalmente obesidade, falta de atividade física, dieta alimentar com grande quantidade de açúcar. Seu tratamento é feito geralmente com comprimidos para estimular o pâncreas a produzir mais insulina; fazer a insulina produzida agir melhor ou diminuir a absorção do carboidrato ingerido. A tendência médica atual, é a associação de pelo menos duas medicações para aumentar o efeito do tratamento. O uso da insulina logo após a verificação que os medicamentos orais estão com baixa eficiência [ mesmo no caso de diabéticos Tipo 2 , esta sendo introduzida modernamente por influência da Terapia alemã recentemente, pela sua dinâmica de aplicações e por permitir [após um aprendizado com endocrinologista,] um controle preventivo mais adequado.[informações pessoais do Prof. Dr. M.A.Dias -endocrinologista ]. >>> A FITOTERAPIA PODE AJUDAR, MELHORANDO A SENSIBILIDADE DO ORGANISMO À INSULINA OU AJUDANDO A AUMENTAR A PRODUÇÃO DE INSULINA PELO PÂNCREAS. É ESSENCIAL O CONTROLE DE DIETA (ESTES PACIENTES NÃO PODEM NUNCA MAIS INGERIR AÇÚCAR E O USO DE CARBOIDRATOS (massas, pães, bolachas, arroz, feijão, etc.) deve ser feito COM CONTROLE. >>>EXERCÍCIO FÍSICO REGULAR, (pelo menos 3 a 4 vezes/semana por no mínimo 40 minutos, desde que sem contra-indicações do médico que o acompanha), CONTROLE RIGOROSO DO PESO E DA ALIMENTAÇÃO, são essenciais para o tratamento e para diminuir as lesões provocadas pela doença em todos os órgãos.
Tratamentos Propostos : Sergundo Dirceu (dirceu@paz.org.br), corte drástico dos açúcares, inclusive beterraba. Tomar fórmula Diabete (composto), ou as plantas: jambolão [folha], jucá [baga seca], caju [casca] (mistura dos infusos) . Indicação especial: Agrião (Sisymbrium nasturium), suco, in natura, cps do pó. Dirceu/Accorsi: Ipê-roxo (Tabebuia), ver dados da planta. No caso de preparados na forma aquosa (infusões) usar: uma colher de sobremesa, 3 vezes ao dia. No caso de usar na forma de cápsulas contendo pó seco e moído da mistura de plantas indicadas ou de uma planta, tomar 1 cápsula, 3 vezes ao dia, 15 minutos antes das refeições,”em estado de fome”, ou quando se fizer necessário. Dieta recomendada durante o tratamento: própria para diabete, especificada pelo médico. Acompanhar o resultado do tratamento com exames de sangue periodicamente para avaliar o nível glicêmico. Segundo Dr. Degmar: plantas com atuação tradicional: Jambolão (Syzygium jambolanum), folhas, tintura, pó; Pata-de-vaca (Bauhinia forticata), folhas, tintura, infuso, pó (aumenta a produção de insulina); Cajueiro (Anacardium occidentalis), entrecasca, decocto, tintura, pó; Pedra-ume kaá, (Myrcia uniflora); Graviola (Annona muricata), folha, entrecasca, infuso; Taboa (Typha angustifolia), raiz, decocto, tintura; Insulina vegetal (Cissus sicyoides), folha, infuso; Amoreira (Morus nigra), folha, entrecasca, chá, pó; Caramboleira (Averroha carambola), folha, infuso; Carqueja (Baccharis trimera), folhas, chá, tintura, pó; Yacon (Polymnia sonchifolia), tubérculos (como alimento); Tiririca (Cyperus brasiliensis), raiz, decocção; Embaúba (Cecropia glaziovii), melhora a sensibilidade à insulina; Gingseng coreano (Panax gingseng), rizomas, decocto; Melão-de-são-caetano (Momordica charanthia), folhas, infuso, suco, cps de pó; Gimnema (Gymnema sylvestris), extrato; Feno grego (Trigonella foenum-graecum); Picão-preto (Bidens pilosa), folhas, infuso, cps com pó, tintura; Fáfia (Pfaffia paniculata), rizomas, decocto, cps com pó. Todo tratamento deve ser acompanhado por médico especializado endocrinologista (que é indispensável nesta patologia), análises laboratoriais, e as plantas devem acompanhar o tratamento clássico indicado pelo médico (que jamais deve ser alterado sem conhecimento de causa, de uma hora para outra) para evitar aumentos rápidos de glicose no sangue com graves riscos e mal estar (hiperglicemia até o caso de coma diabético), assim como descontroles de hipoglicemia (baixas doses de açúcar no sangue) que são [mais desagradáveis e perigosos !!!], se aumentarmos a dosagem dos medicamentos [mesmo os fitoterápicos]. Qualquer conduta sem o acompanhamento médico devido, pode acarretar graves complicações vasculares em diversos órgãos alvos, com prejuízos irreversíveis. Como no Tipo II não se usa a insulina [até no presente momento do conhecimento médico brasileiro !!!]. O tratamento fitoterápico pode ser uma alternativa adequada, desde que sejam considerados os aspectos pertinentes desta decisão, com paciente/médico.Segundo: J Cardiovasc Pharmacol, 2007, fev, 49, Xuezhikang, em uma preparação de red yeast rise (fermentação do arroz pelo Monascus purpureus), reduz o risco de eventos de doença coronariana em 50,8% dos pacientes com diabetes do tipo 2. O Xuezhikang contém substâncias relacionadas à família das moncolinas, entre as quais encontra-se a lovastatina, um agente hipolipemiante inibidor da HMG-coA redutase. Também contém ácidos graxos insaturados e outras substâncias que produzem efeitos moduladores nos lipídeos. Dose: 0,6 g 2 vezes ao dia.
Dieta e Cuidados Recomendados : Literatura: tomar suco de limão à vontade. Regime leve, cortando boa parte dos carbohidratos, gorduras saturadas, álcool, açúcares em geral. Consumir alguns cereais integrais, levedura de cerveja, cogumelos, brócolis (rico em cromo), soja, lentilha, alho e cebola em boas quantidades, nabo, cevada, sementes de coentro, brotos de alfafa, água com lentilha em maceração por 24 horas. Refazer a dieta como um todo, consultando uma nutricionista para promover uma reeducação alimentar. Segundo ” Alimentos saudáveis & Alimentos Perigosos ” editado por Reader´s Digest” : consumir alimentos com alto teor de fibras e baixo teor de gordura, de forma a obter um peso normal. Evitar cigarros e álcool. Ao ser diagnosticada, realizar uma mudança abrupta na dieta e nos exercícios físicos [que deverão ser também agradáveis].

Literatura: tomar suco de limão à vontade. Regime leve, cortando boa parte dos carbohidratos, gorduras saturadas, álcool, açúcares em geral. Consumir alguns cereais integrais, levedura de cerveja, cogumelos, brócolis (rico em cromo), soja, lentilha, alho e cebola em boas quantidades, nabo, cevada, sementes de coentro, brotos de alfafa, água com lentilha em maceração por 24 horas. Refazer a dieta como um todo, consultando uma nutricionista para promover uma reeducação alimentar. Segundo " Alimentos saudáveis & Alimentos Perigosos " editado por Reader´s Digest" : consumir alimentos com alto teor de fibras e baixo teor de gordura, de forma a obter um peso normal. Evitar cigarros e álcool. Ao ser diagnosticada, realizar uma mudança abrupta na dieta e nos exercícios físicos [que deverão ser também agradáveis].