Coceiras na pele; dermatite atópica ]]}}

Plantas Relacionadas na Literatura : Carobinha-do-campo +, Douradinha +, Espinheira-santa ++, Mulungu ++, .
Sintomas e Causas : Segundo Dr. Degmar, as dermatoses são bastante complexas na sua variabilidade morfológicas e nas etiologias, além da gama enorme de fatores que interferem nos processos patológicos. Para muitas patologias cutâneas, habitualmente tratadas topicamente com agentes paliativos, por exemplo corticóides, poderia ser montada estratégias de tratamento interno, com medicamentos fitoterápicos. Entre as causas mais comuns de fatores causais, temos: bactérias, fungos, viroses, alergenos ambientais, agentes tóxicos, doenças imunológicas, psicossomatização, alimentação inadequada, problemas metabólicos, tumores, etc. ———————————————- DERMATITE ATÓPICA Sinônimo: eczema atópico. O que é? Dermatite atópica é uma doença crônica que causa inflamação da pele, levando ao aparecimento de lesões e coceira. Cerca de 30% dos indivíduos com dermatite atópica têm asma ou rinite alérgica e 15% têm surtos de urticária. Há estudos que apontam 70% dos pacientes com antecedentes familiares de atopia (asma, rinite alérgica ou dermatite atópica). Como se desenvolve ou se adquire? O indivíduo com dermatite atópica tem um aumento da reatividade cutânea frente a inúmeros estímulos. Os mecanismos responsáveis por esta reatividade alterada não são completamente conhecidos. Sabe-se que fatores genéticos, imunológicos e não-imunológicos, contribuem para o aparecimento. Principais desencadeantes: Alimentos: leite, ovo, trigo, soja, amendoim, peixes e frutos do mar. Fatores ambientais: ácaros, fungos, animais e pólens. Irritantes cutâneos: lã, sabão, detergentes, amaciantes de tecido, solventes e suor. Infecções: vírus e bactérias. Fatores emocionais. O que se sente? É comum o indivíduo sentir uma intensa coceira. As lesões mais freqüentes são: eritema (vermelhidão); edema (inchaço); exsudação (secreção na pele); crostas e descamação; pele ressecada e manchas brancas (pitiríase alba). São mais freqüentes lesões flexurais como punhos, parte anterior dos braços e posterior das pernas. Como o médico faz o diagnóstico? A diagnose é clínica através de manifestações que representam critérios considerados absolutos e os chamados critérios menores. Critérios absolutos: Prurido (coceira): é manifestação constante na dermatite atópica, em todas as suas fases. Morfotopografia: localizações típicas da dermatite atópica. Na criança, acometimento facial com lesões agudas. Na fase pré-puberal (2 a 12 anos), as lesões são subagudas, preferencialmente nas dobras do cotovelo, atrás do joelho, pescoço, mãos e pés. Na fase adulta (após 12 anos de idade), as lesões são crônicas com surtos agudos em localizações variadas. Tendência à cronicidade e/ou recidivas freqüentes. Critérios menores: História pessoal ou familiar de manifestações atópicas Positividade aos testes cutâneos imediatos Dermografismo branco ou vasoconstrição prolongada dor na região lombar baixa (costas) Outros Como se trata? Por não existir nenhum recurso para a cura definitiva, o objetivo do tratamento deve ser o controle da afecção, enquanto se aguarda por uma possível involução espontânea da dermatose. Assim, o tratamento deve ser orientado para diminuir a sintomatologia e a reação inflamatória, reconhecendo, afastando ou excluindo fatores que agravam o quadro. A hidratação cutânea é ponto fundamental no tratamento. Podem ser utilizados os antiinflamatórios tópicos (creme ou pomadas de corticosteróide), anti-histamínicos por via oral, para controlar a coceira e diminuir as erupções na pele. Os imunomoduladores e imunossupressores também são indicados para auxiliar no tratamento. Como se previne? Não há mecanismo de prevenção, mas a dermatite atópica pode ser controlada através de cuidados com a exposição a fatores que possam desencadear a afecção. fonte:www.abcdasaude.com.br ———————————————- Dermatite atópica ou eczema atópico O que é? A atopia é uma doença adquirida por herança genética que, na pele, causa lesões inflamatórias: a dermatite atópica ou eczema atópico. A pessoa que sofre de atopia, além da dermatite atópica pode apresentar asma ou rinite alérgica. É frequente encontrar histórico de uma destas doenças nos familiares. Manifestações clínicas O principal sintoma é a coceira, que pode começar antes mesmo das lesões cutâneas se manifestarem. Na infância as lesões são avermelhadas e descamativas. Podem atingir a face, tronco e membros. Com o ato de coçar, tornam-se escoriadas e podem sofrer infecção secundária. Nos adolescentes e adultos, as lesões localizam-se preferencialmente nas áreas de dobras da pele, como a região posterior dos joelhos, pescoço e dobras dos braços. A pele destes locais torna-se mais grossa, áspera e escurecida. Usualmente localizada nestas áreas, a dermatite atópica pode se generalizar, atingindo grandes áreas corporais. Passada a infância, pode ocorrer o desaparecimento total das lesões mas, geralmente, a doença tem curso crônico (longa duração), apresentando períodos de melhora e de piora. É comum, após o desaparecimento da dermatite atópica, ocorrer a substituição desta por uma das outras formas de apresentação da atopia (asma ou rinite). Outra característica da pele do atópico é a sua tendência maior ao ressecamento que, por si só, pode dar origem à sensação de coceira e descamação. O estresse emocional pode desencadear períodos de piora e não deve ser menosprezado. Tratamento A hidratação da pele é muito importante, devendo-se evitar sabonetes agressivos, buchas e banhos quentes. Se tomar mais de um banho por dia, o sabonete deve ser usado apenas em um deles. Logo após o banho, com a pele ainda úmida, deve-se usar hidratantes para evitar o ressecamento. As lesões são tratadas com o uso de cremes e pomadas à base de corticosteróides ou outras substâncias que ajudam a combater a inflamação. Em caso de infecção secundária, devem ser usados antibióticos. Medicações anti-alérgicas ajudam a diminuir e controlar a coceira. Casos mais graves podem necessitar de medicações mais potentes, via oral, para o seu controle. O tratamento da dermatite atópica depende de cada caso e deve ser conduzido por um médico dermatologista. Veja também… Alimentos e dermatite atópica: dieta pode ser responsável pelo agravamento Influência psico-emocional na dermatite atópica Dermatite de contato (eczema de contato) fonte:www.dermatologia.net ———————————————– Dermatite Atópica Dermatite atópica é uma doença inflamatória da pele caracterizada por lesões avermelhadas que causam coceira, localizadas geralmente na face das crianças pequenas e nas dobras do joelho e cotovelo das crianças maiores e dos adultos. A afecção muitas vezes é observada em pessoas com história de alergia respiratória. Embora os termos dermatite e eczema sejam usados como sinônimos, os médicos dão preferência ao primeiro. Evolução Dermatite atópica é uma doença crônica que evolui com fases de ativação e de remissão espontânea. Costuma acometer crianças ao redor do terceiro mês de vida. Cerca de 60% a 85% dos casos se instalam já no primeiro ano de vida. Quem chega à adolescência sem ela, dificilmente corre risco de tê-la, já que em menos de 1% dos pacientes a doença tem início na vida adulta. O quadro costuma entrar em remissão ou mesmo desaparecer antes da adolescência em cerca de 60% a 80% dos pacientes; os demais referem diminuição da freqüência e da gravidade das crises. Associação com outras doenças de fundo alérgico Em cada três portadores de dermatite atópica, dois apresentam quadros associados de asma ou rinite alérgica, e apenas um tem dermatite atópica como única manifestação alérgica. Nos meninos, a associação com quadros respiratórios é mais freqüente. Pelo menos metade dos asmáticos é portadora de dermatite atópica. Conjuntivites alérgicas freqüentemente fazem parte da apresentação. Hereditariedade Há várias evidências de que a hereditariedade esteja envolvida: 1 • Um estudo brasileiro mostrou que 80% dos pacientes têm casos de alergia entre os familiares próximos; 2 • Em gêmeos univitelinos ou iguais, quando um dos irmãos tem dermatite atópica, em 70% a 80% dos casos o outro também é acometido. Quando os gêmeos são diferentes, essa porcentagem cai para cerca de 20%; 3 • Quando a mãe é afetada, o risco de transmissão para o filho é 4 vezes maior do que quando o pai é portador; 4 • Quando um dos pais é acometido, a probabilidade de o filho desenvolver a doença é de 56%; quando pai e mãe têm a doença, essa probabilidade aumenta para 81%. Como surge a doença A pele é a barreira que protege os órgãos internos do contato com o ambiente. Suas camadas mais externas estão sujeitas a alterações do clima e a agressões por agentes químicos e biológicos capazes de modificar seu nível de hidratação, sua estrutura e composição bioquímica. Substâncias estranhas com as quais entramos em contato (antígenos) ou aquelas liberadas pela flora microbiana da pele podem estimular a fabricação de anticorpos e mediadores químicos que, em indivíduos predispostos, criam uma cascata de reações que agride a barreira e provoca o aparecimento das lesões pruriginosas. O ato de coçar pode agravar o processo inflamatório. Fatores desencadeantes Podem desencadear o aparecimento das lesões com coceira, características do quadro: 1• Alimentos: têm papel controverso; os mais implicados são ovos, leite, trigo, soja, peixe, amendoim; 2• Alérgenos aéreos: exposição aos ácaros da poeira domiciliar; 3• Contato da pele com certas bactérias ou fungos; 4• Dermatite de contato: níquel e outros metais, derivados da borracha, conservantes, amaciantes, detergentes, produtos de limpeza, roupas de lã e tecidos sintéticos; 5• Frio intenso e ambientes secos; 6• Calor e transpiração; 7• Estresse emocional. Diagnóstico Para fazer o diagnóstico os médicos se baseiam na presença de coceira, acompanhada de dois ou mais dos seguintes achados: 1 • Dermatite crônica ou cronicamente recidivante; 2 • Localizações típicas, como a face nos lactentes e as dobras de pele em pacientes com dois anos ou mais; 3 • História pessoal ou familiar de outras atopias (asma, rinite alérgica, conjuntivite alérgica). Quadro clínico Coceira é o sintoma dominante. A intensidade depende de características pessoais e da gravidade. Pode ocasionar escoriações e infecção secundária. A coceira piora com a transpiração. A pele quase sempre é seca, mesmo nas áreas normais. Nas crianças pequenas, as lesões avermelhadas surgem nas bochechas a partir do terceiro mês. Aos 6 meses, localizam-se principalmente nas regiões malares da face e no couro cabeludo. Elas podem permanecer localizadas ou disseminar-se para o rosto inteiro, pescoço e membros. Nas crianças de 2 a 12 anos, as áreas mais acometidas são as dobras do cotovelo e da região posterior do joelho. Podem aparecer lesões na face, pescoço, punhos, nádegas, parte posterior da coxa, dorso das mãos e dos pés. Já nos adolescentes e nos adultos, elas tendem a ser mais difusas, avermelhadas e descamativas, localizadas em áreas de flexão, na face e em volta dos lábios e dos olhos. Ocasionalmente, surgem casos atípicos com descamação de mãos, pés, mamilos, região em volta dos lábios e dos olhos. Tratamento 1 • Cuidados com a pele: A pele do portador de dermatite atópica tende a ser facilmente irritável e ressecada por causa da perda excessiva de água. Para evitar que isso aconteça, são recomendadas as seguintes medidas: • Tomar banhos rápidos com água morna. Banhos rápidos de imersão podem evitar a estimulação da coceira que a ducha provoca. Usar toalhas macias e enxugar a pele com delicadeza; • Dar preferência a sabonetes líquidos e infantis. Sabonetes de glicerina ressecam ainda mais a pele; • Aplicar hidratante logo depois do banho. Repetir a hidratação mais duas ou três vezes no decorrer do dia; • Evitar irritantes como amaciantes, branqueadores e detergentes. Enxaguar várias vezes a roupa para retirar o sabão. Não usar tecidos sintéticos ou de lã, nem roupas novas sem antes lavá-las e remover as etiquetas; • Evitar carpetes, cortinas, móveis estofados, brinquedos e enfeites de tecido ou pelúcia; • Não coçar a pele. 2 • Medicamentos Segundo os especialistas do Consenso Latino-Americano, além desses cuidados gerais, as dermatites atópicas devem ser tratadas de acordo com a gravidade do caso. Os mais graves podem exigir o uso de derivados da cortisona e outras drogas imunossupressoras administradas com o objetivo de inibir a resposta imunológica responsável pela agressão aos tecidos cutâneos (ciclosporina A, azatriopina, imunoglobulina hiperimune, entre outras). Os casos iniciais ou de média gravidade devem ser tratados com uma nova classe de medicamentos tópicos desenvolvidos a partir de 1998, os inibidores da calcineurina: pimecrolino e tacrolino. Quando aplicadas sobre a área afetada, essas drogas bloqueiam a enzima calcineurina, essencial para a estimulação da resposta imunológica patológica responsável pela dermatite, além de bloquear a atividade de outras células envolvidas na reação inflamatória. Estudos conduzidos em mais de 18 mil pacientes comprovaram que esses medicamentos são eficazes e bem tolerados: previnem novos surtos e provocam melhora progressiva e duradoura das dermatites atópicas. Importante: O acompanhamento médico é absolutamente necessário. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, melhores serão os resultados. fonte:www.drauziovarella.ig.com.br ————————————————- Dermatite atópica É chamada de dermatite atópica porque a “atopia” é uma tendência hereditária na qual a pessoa está predisposta a desenvolver múltiplas desordens alérgicas, incluindo asma, febre do feno e alergia a alimentos. Se você ou um membro da família têm algum problema alérgico, as chances de desenvolver a dermatite atópica são maiores. Apesar da dermatite atópica estar associada a desordens alérgicas, ela não é uma reação alérgica a uma substância específica, como é o caso da dermatite alérgica de contato. Ao invés disso, a dermatite atópica é uma inflamação crônica da camada externa da pele que coça muito e pode ser agravada por uma variedade de fatores, como mudanças de temperatura, infecções da pele, irritação por roupas ou produtos químicos e estresse emocional. Este tipo de dermatite aparece com mais freqüência em crianças com menos de cinco anos e a maioria dos casos se resolve na idade adulta. Porém, o problema pode aparecer pela primeira vez na idade adulta e continuar depois de ter aparecido na infância. O principal sintoma da dermatite atópica é uma urticária que coça muito, apesar de a coceira poder aparecer antes da urticária. Em crianças, a urticária pode aparecer primeiro em locais específicos como bochechas, queixo, cabeça, nádegas e extremidades. Eventualmente pode atingir áreas maiores do corpo. Em crianças mais velhas e em adultos, a urticária tende a aparecer em áreas menores e mais limitadas, como ao redor da boca e dobras da pele, especialmente na dobra do braço e parte posterior do joelho. A lesão pode parecer seca e escamosa no começo, mas quando a pessoa coça causa uma inflamação, aumentando a coceira e levando à formação de bolhas e crostas ou rachaduras e infecções secundárias. Como resultado, algumas áreas da pele podem engrossar e endurecer. A pele de uma pessoa com dermatite atópica tende a perder a umidade e ficar ressecada com facilidade e é mais vulnerável à dermatite irritante de contato. Neste caso é importante proteger a pele de mais irritação e aliviar a coceira. Há algumas dicas que podem ajudar a aliviar o problema. Publications International, Ltd.; 2006 Lavar as roupas novas antes de usá-las ajuda a remover o formaldeído e outras substâncias potencialmente irritantes usadas para tratar os tecidos Lave as roupas novas antes de usar – isso ajuda a remover o formaldeído e outras substâncias potencialmente irritantes usadas para tratar os tecidos. Enxágüe várias vezes – até mesmo se você usa um detergente suave, é uma boa idéia enxaguar suas roupas várias vezes para ter certeza de que todo o sabão foi removido. Use roupas folgadas e de tecidos naturais – para que sua pele possa respirar, escolha roupas soltas, com tecidos de algodão ou mistos de algodão. Mantenha a temperatura constante – mudanças bruscas de temperatura podem irritar a pele, então tente evitar esse problema sempre que possível. Também procure manter o nível de umidade constante dentro da sua casa. Mantenhas as unhas curtas – com as unhas curtas é mais difícil conseguir coçar, diminuindo a chance de lesionar a pele que já está sensível. Hidrate a pele com um banho de banheira ou de chuveiro – use água morna e fique no banho por pelo menos 15 minutos. Evite usar uma toalha para secar a pele, pois as toalhas são abrasivas. Escolha produtos não agressivos – escolha um sabonete suave, um sabonete neutro ou um sabonete líquido. Enxágüe completamente, retire o excesso de água e passe um hidratante sobre a pele para manter a umidade. Vaselina líquida é o melhor produto para manter a umidade da pele após o banho. Use hidratante durante todo o dia – é extremamente importante que as pessoas com dermatite atópica mantenham sua pele hidratada. Use protetor solar com FPS 15 ou maior – uma queimadura solar só vai irritar ainda mais a pele. Tome banho logo após sair da piscina – o cloro e outras substâncias químicas usadas na maioria das piscinas podem irritar a pele sensível. Então, logo após sair da piscina, tome um banho usando sabonete neutro. Não esqueça de reaplicar seu hidratante. Verifique a alimentação – alguns médicos acreditam que as alergias alimentares podem ter um papel importante na dermatite atópica, especialmente na infância; enquanto outros dizem que isso ainda não foi provado. Se você suspeita que algum alimento em particular agrava a alergia, retire-o da dieta por algumas semanas. Se a lesão melhorar e voltar quando você reintroduzir o alimento nas suas refeições, considere a possibilidade da retirada permanente da sua alimentação. Não elimine um grande número de alimentos ou um grupo alimentar inteiro sem consultar antes o seu médico. Se seu filho tem dermatite atópica e você suspeita de uma relação com uma alergia alimentar, trabalhe em conjunto com pediatra para investigar a possibilidade. Algumas vezes, a adição de certos alimentos à dieta pode ajudar a aliviar a dermatite. Na próxima seção vamos discutir como a terapia nutricional, a fitoterapia e outros tratamentos alternativos podem ajudar a aliviar a coceira e outros sintomas. fonte: www.saude.hsw.uol.com.br ———————————————
Tratamentos Propostos : Segundo Dirceu (dirceu@paz.com.br) plantas específicas; chá de uso interno, Carobinha-do-campo, planta toda, decocto, tintura [ver dados da planta] [bom depurativo do sangue]- em casos de coceiras fúngicas; Espinheira-santa (Achillea milifolium), folhas, infuso. No caso de preparados na forma aquosa usar: até 2 anos: 1 gota/kg; de 3 anos à 7 anos: uma colher de café; de 7 até 12 anos: uma colher de chá; mais de 12 anos: uma colher de sobremesa. Em todas as idades, usar 3 vezes ao dia. No caso de usar na forma de cápsulas contendo pó seco e moído da mistura de plantas indicadas ou de uma planta, tomar 1 cápsula, 3 vezes ao dia, 15 minutos antes das refeições, “em estado de fome”, ou quando se fizer necessário. Segundo Dr. Degmar: plantas habitualmente usadas em problemas dermatológicos: Bardana (Arctium lappa), folhas, raiz, infuso, decocto; Milirramas (Achillea millifolium), planta toda, infuso, decocto; Bérberis (Berberis vulgaris), Chapéu-de-couro (Echinodorus macrophyllus), folhas, infuso; Fumaria (Fumaria officinalis); Urtiga (Urtica dioica), folhas, infuso; Calêndula (Calendula officinalis), flores, infuso, uso interno e externo; Amor-perfeito (Viola tricolor), folhas e flores, infuso; Ipê-roxo (Tabebuia avellanedae), entrecasca, decocto, tintura; Guaçatonga (Erva-lagarto)(Casearia sylvestris), folhas, infuso; Inhame (Dioscorea spp), tubérculo, decocto, tintura; Feijão-guandú (Cajanus cajan), folhas, infuso; Dente-de-leão (Taraxacum officinalis), planta toda, decocto, infuso; Língua-de-vaca (Chaptalia nutans), folhas, infuso; Picão-preto (Bidens pilosa), folhas, infuso; Tuia (Thuya officinalis), folhas, infuso; Velame-branco (Croton campestris), raiz, decocto, tintura; Açafroeira (Curcuma longa), rizomas, decocto, tintura; Zedoária (Curcuma zedoaria), rizoma, decocto, tintura; Trevo-roxo (Trifolium pratensis), folhas, banho do infuso, uso externo. Segundo Alfonsas Balbachas -1959 – As Plantas Curam: altéia; plantas de uso genérico na pele: amor-perfeito; angélica; aroeira; bardana; batata-de-purga; camomila-da-alemanha; capuchinha-grande; caroba; cavalinha; cerefólio; cinco-folhas; coclaária; curraleira; erva-de-bugre; erva-moura; fedegoso; fumária; guaiaco; guapeva; inhame-branco; inhame-roxo; japecanga; limão; língua-de-vaca; maravilha; marinheiro; milirramas; melão-de-são-caetano; marupá-do-campo; sabugueiro; salsaparrilha; sassafrás; sete-sangrias; taiuiá; trapueraba; urtiga-vermelha; velame-do-campo; velame-do-mato.Segundo MACHADINHO, USO INTERNO DO COMPOSTO: coceiras alérgicas, COM AS SEGUINTES PLANTAS: mulungu, casca raiz, 100 g;cipó-azougue, ramas, 100 g; douradinha-do-campo, folha, 50 g; pomada do cipó azougue, Preparado Klein, Pomada de Cystopodium, Pomada de Hamamelis, Pomada de Rus, Klein, Pomada ou creme quadriderme.
Dieta e Cuidados Recomendados : Dieta recomendada (Dirceu) durante o tratamento: cortar margarinas, manteigas, carne vermelha, frituras gerais, refrigerantes (mesmo diet e tipo cola), todo tipo de gordura mesmo chocolates, usar leite desnatado com aveia fina (Oat brean), 2 vezes ao dia. Fazer dieta leve, com mínimo de gordura de animais, carnes, ácidos, molhos fortes, enlatados, corantes, conservantes, manga, álcool, chocolate, leite, etc.
Terapias Auxiliares e Observações Farmacêuticas: INFORMAÇÃO PESSOAL DR. DALTON KINA:Extrato de Polypodium leucotomos é um fotoprotetor oral com potente propriedade antioxidante. Estudos recentes demonstraram que na composição desse extrato estão presentes os ácidos ferúlico, caféico, vanílico, p-cumárico e clorogênico. Propriedades • Quimiofotoprotetor sistêmico; • Antioxidante; • Imunomodulador. Mecanismo de ação O extrato de Polypodium leucotomos é um agente quimiofotoprotetor sistêmico eficaz que promove proteção cutânea significativa frente à radiação UV. A administração oral do extrato de Polypodium leucotomos promove redução do eritema, do número de células queimadas e células epidérmicas proliferativas, dos dímeros de ciclobutano pirimidina e da infiltração dos mastócitos após a radiação UV. Modo de usar: Tomar 1 dose de 750mg (1 dose = 750mg = 3 cápsulas). Portanto, tomar 1 cápsula 3x ao dia (café, almoço e jantar) para totalizar a dose diária necessária. Reações adversas: Não foram encontradas na literatura pesquisada. Contra-indicações: Os dados indicam que Polypodium leucotomos aumenta os efeitos de digitalis, sendo contra-indicada para os pacientes sob tratamento com essa droga. Interações medicamentosas: Polypodium leucotomos aumenta os efeitos de digitalis. Referências Bibliográficas 1. Middelkamp-Hup M, Bos J, Rius-Diaz F, Gonzalez S, Westerhof W. Treatment of vitiligo vulgaris with narrow-band UVB and oral Polypodium leucotomos extract: a randomized double-blind placebo-controlled study. J Eur Acad Dermatol Venereol. 2007 Aug;21(7):942-50. 2. Dogra S, Kanwar AJ. Narrow band UVB phototherapy in dermatology. Indian J Dermatol Venereol Leprol. 2004 Jul-Aug;70(4):205-9. 3. Middelkamp-Hup MA, Pathak MA, Parrado C, Goukassian D, Rius-Diaz F, Mihm MC, Fitzpatrick TB, Gonzalez S. Oral Polypodium leucotomos extract decreases ultraviolet-induced damage of human skin. J Am Acad Dermatol. 2004 Dec;51(6):910-8. 4. Gonzalez S, Alonso-Lebrero JL, Del Rio R, Jaen P. Polypodium leucotomos extract: a nutraceutical with photoprotective properties. Drugs Today (Barc). 2007 Jul;43(7):475-85. 5. González S, Pathak MA, Cuevas J, Villarrubia VG, Fitzpatrick TB. Topical or oral administration with an extract of Polypodium leucotomos prevents acute sunburn and psoralen-induced phototoxic reactions as well as depletion of Langerhans cells in human skin. Photodermatol Photoimmunol Photomed. 1997 Feb-Apr;13(1-2):50-60. 6. Gombau L, García F, Lahoz A, Fabre M, Roda-Navarro P, Majano P, Alonso-Lebrero JL, Pivel JP, Castell JV, Gómez-Lechon MJ, González S. Polypodium leucotomos extract: antioxidant activity and disposition. Toxicol In Vitro. 2006 Jun;20(4):464-71. Epub 2005 Nov 2. 7. RN Kalawalla Extract. Disponível em: http://www.americannutrition.com/store/raintree_kalawalla_liquid.html, Acessado em: 13/02/2008. 8. Azulay e Azulay. Dermatologia. 4ª Edição. Editora Guanabara Koogan, 2006. ** Consulte o farmacêutico

Dieta recomendada (Dirceu) durante o tratamento: cortar margarinas, manteigas, carne vermelha, frituras gerais, refrigerantes (mesmo diet e tipo cola), todo tipo de gordura mesmo chocolates, usar leite desnatado com aveia fina (Oat brean), 2 vezes ao dia. Fazer dieta leve, com mínimo de gordura de animais, carnes, ácidos, molhos fortes, enlatados, corantes, conservantes, manga, álcool, chocolate, leite, etc.