Câncer: protetor; desintoxicação genérica uso de Vegetais da família das Crucíferas: ( brócolis, couve-de-bruxelas; etc)

Substâncias

Ditioltionas, Glucosinolatos e Tiocianatos

Ditioltionas

brócolis vegetal crucífero, da mesma família da couve flor, repolho e couve de Bruxelas, tem propriedade antioxidante e anticancerígenas. O brócolis também é rico em vitamina A, vitamina C, E, B2, carotenoides e selênio. Seus compostos sulfuranos são antioxidantes pois estimulam a ação de detoxicantes naturais. http://www.dietaortomolecular.com.br/alimento-previne-cancer.php

O farelo de canola é uma fonte de proteína econômica para animais que não tenham altos níveis de requerimentos de energia e lisina. De acordo com Bertol e Mazzuco (1998), a inclusão de 20% de farelo de canola, em dieta de frangos de corte para as fases distintas da criação (inicial, crescimento e final) é plenamente recomendado. Cabe salientar sobre o risco de mistura de grãos e de cruzamento entre cultivares de canola e de colza quando cultivadas na mesma região e suas implicações para o uso na alimentação animal. Na Europa, onde grande parte da produção se destina à produção de biodiesel, para diminuir o risco da presença de níveis elevados de ácido erúcico no óleo e de glucosinolatos no farelo destinados à alimentação optou-se por evitar o cultivo de cultivares de colza.

Entre as culturas usadas como adubação verde, a colza/canola apresenta o maior teor de nutrientes/ha, ou seja, 100 kg de N; 110 kg de P; 40 kg de K; 120 kg de Ca e 12 kg de Mg, na biomassa verde (SOLO, 1986, citado por MARTIN; NOGUEIRA JUNIOR, 1993). Segundo Pavinato et al. (1994), o uso da planta como adubo verde de inverno possibilitou a mobilização de 31 kg.ha-1 de N, 14 kg.ha-1 de P205 e 76 kg.ha-1 de K2O, para o milho cultivado em sucessão. O uso de subproduto, da extração do óleo, como farelo de colza, na fertilização também é possível. Segundo Dias (1992), o farelo de colza era usado como adubo nitrogenado na cultura do fumo no Japão.

 

 

 

O indol 3 e o carbinol são substâncias que estimulam a atividade das enzimas da fase II nos processos de detoxicação, alterando o metabolismo dos estrogênios e diminuindo a alteração do DNA. Os indois também possuem ação preventiva do câncer.

 

As ditioltionas diminuem a ação dos micróbios evitando a conversão de nitrato em nitrito. Os nitritos são precursores das nitrosaminas que são substâncias cancerígenas.

 

Os isocianatos são substâncias anticancerígenas pois promovem a morte tumoral, são detoxicantes dos xenobióticos. Protegem a degeneração macular dos olhos pois são fonte de luteína e zeaxantina. Auxiliam na doença pulmonar ligada ao fumo.

 

Os sulfuranos melhoram a defesa dos pulmões contra as inflamações, aumentam também a enzima NRF2, um potente antioxidante.