Valeriana –

Nome cientifico: Valeriana officinalis L.

Sinonímia: UFLA - FAEPE : Erva-dos-gatos, erva-de-são-jorge, valeriana-selvagem
www.Portaleducacao.com.br: heliotrópio-de-jardim; amantilla [lígua espanhola]; erva-de-gato

Composição Química:

Óleo essencial (borneol, valerol, éteres “fórmico, acético, propiônico, málico, tânico” , valeriânico, butírico, cafeno, cítrico, tartárico, açúcar, amido, matérias resinosas, pépticas.


Dados para Cultivo

Propagação: mais comum: rizomas, divisão de raiz, também por semente

Espaçamento: sem dados

Época de Plantio: nativa Europa-Ásia;

Época Colheita: rizomas e raiz: 2-3 anos após o plantio


Informações Gerais

Contra Indicações:

Botsaris: doses excessiva provocam cefaleias, excitação mental, alucinações, movimentos espasmódicos. Doses acima de 400 mg/kg causam convulsões e morte por parada cardíaca em camundongos.

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alterações do funcionamento gastrointestinal, alergia por contato; sono agitado paradoxal [efeito oposto ao esperado]; midríase [dilatação pupilar].
Em testes em humanos [102 indivíduos] uso de extrato das raízes na dose de 60 mg; não foram encontrados efeitos secundários indesejados.
Não usar em períodos de gestação e lactação[dados desconhecidos]. Princípios ativos podem potencializar os efeitos da drogas barbitúricos, de benzodiazepinas, ou outros hipno-sedativos.


Uso Medicinal

Uso Principal:

Considerada um dos melhores calmantes e antiespasmódico do reino vegetal, produzindo excelente efeito contra as convulsões, insônia e sintomas da ansiedade. Dose média diária (pó), 0,3 a 1,0 g, três vezes ao dia. Infuso ou decoto das raízes 5%- tomar 50 a 200 ml por dia.
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Estudos sobre os efeitos da valeriana em seres humanos, indicam que seus extratos são capazes de aumentar o sono das ondas lentas – característicos do sono profundo – de melhorar a qualidade do sono e de diminuir a latência para o início do sono, fazendo que os indivíduos durmam mais rapidamente. Alguns grupos de pesquisadores afirmam a existência do próprio neurotransmissor GABA nos extratos de valeriana.
Em voluntários saudáveis, por exemplo, doses entre 400 e 900mg de extrato de valeriana mostraram-se capazes de diminuir a latência do sono e de melhorar a qualidade do mesmo, diminuindo o número de vezes em que o indivíduo acorda durante a noite. Em alguns casos esses efeitos benéficos da ação da valeriana, somente são observados cerca de duas semanas após o início do tratamento contínuo. Os efeitos adversos que a valeriana pode produzir, a literatura afirma que podem ocorrer muito raramente.
Dra Ligia M. Sena www.portaleducacao.com.br

Uso Normal:

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Uso Normal:

ATENÇÃO: A valeriana INDICADA COMO UM ANSIOLÍTICO NATURAL, PODE POTENCIALIZAR a ação de outros medicamentos de efeito calmante semelhante. Entre os desconhecidos ou na falta de informações conclusivas sobre os riscos, o melhor a fazer é evitar a associação.
Fonte: abuchalla@abril.com.br VEJA ano 42, num. 19

Características:

www.portaleducacao.com.br: é planta perene, herbácea, com pequenas e numerosas flores de coloração rósea [brancas mais raramente], que florescem após segundo ano de vida, no período de primavera e verão. Geralmente apresenta cerca de 1 metro de altura, podendo alcançar no máximo 2 metros. Possui um caule resistente a intempéries e reto, dificilmente quebrável. Suas folhas são do tipo compostas e presentes em grande número. Desenvolve-se nos lugares temperados de onde são originárias, frescos, com solo profundo e pouco úmidos [sem retenção de água]. Seus frutos são pequenos e apresentam apenas uma semente. A propagação se dá por meio de rizoma, que também a parte empregada para uso medicinal que costuma ser coletada para tal finalidade por volta do mês de outubro, em função da concentração dos princípios ativos. [aparentemente esta informação diz respeitos a Europa e EUA].
Seu nome deriva do latim valere que indica felicidade, bem estar, força e vigor, indicando o uso popular da planta. Conhecida como medicinal há mais de 2000 anos.

Foto: