Taiuiá –

Nome cientifico: Tayuya spp; Cayaponia tayuya; Trianosperma ficifolia

Sinonímia: Tayuya, caiapó, cabeça-de-nego, purga-de-gentio, tajujá, abrobinha-do-mato, guardião, anapinta, tomba, azougue-do-brasil, raíz-de-bugre, purga-de-gentio, tajujá, abrobinha-do-mato, guardião, anapinta, tomba, azougue-do-brasil, raíz-de-bugre.

Composição Química:

Glucosídeos, cucurbita cinas, saponinas, esteróis, antioxidantes.
Da Tayuya foram isolados cucurbitinas, glicósidos e compostos com propriedades antioxidante, anti-inflamatória e analgésica. De acordo com um estudo realizado em 1990, os flavonoides encontrados na Tayuya demonstraram uma potente ação sequestrante de radicais livres, promotora do efeito antioxidante.


Dados para Cultivo

Propagação: planta nativa, em canteiros: rizoma

Espaçamento: planta nativa, em canteiro irrigado: parreira (trepadeira)

Época de Plantio: planta nativa

Época Colheita: planta toda: ano todo, folhas: melhor período vegetativo (preservar planta colhendo folhas)


Informações Gerais

Contra Indicações:

No seu preparo e manuseio usar apenas vasilhas esmaltadas ou de vidro para evitar reações indesejadas.


Preparo e Conservação

Extrato Peso/Volume: 10


Uso Medicinal

Uso Principal:

Os índios da Amazônia as usam há séculos com bons resultados até para picada de cobra. Poderoso anti-inflamatório; purificador do sangue (depurativo), ajuda no reumatismo agudo e crônico, dores das juntas, artritismo, hidropsia, escrófulas, úlceras externas, osteoporose, nevralgias, analgésica, anti-sifilítica (manifestações sifilíticas) , erisipela, 

(Teles) : pelo fato desta planta estar praticamente em extinção, usar as folhas ao invés das raízes, em maior quantidade, que também tem fitofármacos ( mas  mantém a planta viva para outras coletas), em 3 xícaras de chá. Preparar a noite e tomar uma xícara de chá na manhã seguinte em jejum, outra antes do almoço e outra antes do jantar. Ajuda no tratamento da epilepsia (conjuntamente com alopáticos) e dermatoses, acne. Nos EEUU, estão usando esta planta para: dispepsia, digestão lenta, neuralgia, (dor do nervo ciático) ciática, gota, dor-de-cabeça, reumatismo, regulador do metabolismo em geral. Em 1991, estudos a validaram para analgesia (dores em geral. Anti-inflamatória de boa intensidade. Estudo recente provou ser inibidor do vírus Epstein-Barr (EBV) e como anti-tumoral em pele de ratos.

Uso Normal:

Como é desintoxicante, e purificador do sangue (depurativo), é usado nos eczemas, herpes, acnes, problemas de pele.
Fonte: https://www.commercefacil.com.br/loja/Default.asp?Loja=129&Pagina=PagDetalhesProduto&produtoid=3024&vc=1

DESCRIÇÃO: A Tayuya é utilizada na medicina popular dos países da América do Sul no alívio de dores e como analgésico. As suas propriedades analgésicas e anti-inflamatórias foram validadas cientificamente num estudo realizado em 1991, que dão suporte a muitos usos nativos e populares.
INDICAÇÃO: Diurético, depurativo, reumatismo, artritismo, úlceras, nervo ciático, sífilis, dermatoses, diarréia, dilatação do estômago, dispepsias, doença da pele, erisipelas, escrofulose, hidropisia e leucorréia.
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Fonte: http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=4333

Os cientistas das universidades Estadual Paulista (Unesp) e Federal de Santa Catarina (UFSC) mostraram também que uma trepadeira conhecida como taiuiá ( Wilbrandia ebracteata ) pode ser empregada para tratar úlceras e problemas digestivos, como já sabiam os moradores da região.

Uso Normal:

A ação da Taiuiá é potencializada positivamente (aumenta sua ação) quando a mesma é associada com a planta Pacová.

Características:

trepadeira herbácea, nativa de todo Brasil, principalmente no Centro-Oeste, com raízes longas tuberosas, e ramos sulcados longos e um pouco carnosos. Folhas são tri ou penta lobadas, com formato de folhas de abóbora ou melancia, pequenas, inflorescência uni sexuadas, de flores masculinas e femininas esverdeadas e de pequeno tamanho. Existem diversas variedades assemelhadas de Caiaponiana em propriedades , mas com folhas bem diferentes entre elas.

A taiuiá é da mesma família que o chuchu ( Sechium edule ) – tem uma folhagem parecida, com folhas palmadas, e gavinhas, extensões que parecem molas e fixam a planta sobre outras. No entanto, diferentemente do que pensavam os habitantes do Vale do Ribeira, a melhor parte da planta a ser explorada não é a raiz – na verdade um tipo de caule diferenciado chamado rizoma -, que apresenta efeitos tóxicos, mas a folha, que tem a mesma ação farmacológica sem toxicidade, como mostraram os testes de laboratório. “A venda do rizoma elimina a planta, enquanto a da folha, não”, afirma Luiz Claudio Di Stasi, do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu. “Sugerimos novas formas de exploração econômica e colaboramos para a conservação dessa espécie.” Usos populares para renovação de tecidos das mucosas.

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