Lobélia-

Nome cientifico: Lobelia inflata

Sinonímia: A lobélia (Lobelia inflata) é uma planta medicinal também conhecida como tabaco-indiano, erva-emética e erva-de-asma. Inclui as espécies medicinais Lobelia cardinalis, Lobelia siphilitica e Lobelia chinenses. Pertence a família Campanulaceae. Lobelia. University of Maryland Medical Center.
Davison GC, Rosen RC. Lobeline and reduction of cigarette smoking. Psychol Rep.
Dwoskin LP, Crooks PA. A novel mechanism of action and potential use for lobeline as a treatment for psychostimulant abuse. Biochem Pharmacol.

Composição Química:

Lobelina [molécula muito parecida com a nicotina].
>>>A Lobelia inflata é composta de alcaloides de piperidina (lobelina, isolobelina), ácido lobélico, ácido quelidônico, glicosídeos, óleos essenciais, resinas e gorduras. Lobelia. University of Maryland Medical Center.


Dados para Cultivo

Propagação: divisão de touceira

Espaçamento: ornamental; crescimento estolonífero; cobre o solo

Época de Plantio: planta ornamental: com irrigação: ano todo

Época Colheita: folha e ramos finos: período vegetativo; ano todo com irrigação


Informações Gerais

Contra Indicações:

Tóxico em doses elevadas. Seu uso na forma de infusão (assim mesmo em doses de menos que 5% em peso/volume ; planta seca/ água), o que seria fácil e barato, é desaconselhado pois a lobelina é um alcalóide com atuação semelhante ao curare, e portanto atua no sistema nervoso secundário, provocando paralisação de órgãos vitais tais como: pulmão , levando a morte. Seu uso prático precisa de acompanhamento médico pois o calculo da dose certa é fundamental.
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Contraindicações e efeitos colaterais da lobélia
A lobélia é uma erva potencialmente tóxica e só deve ser utilizada sob prescrição médica em doses homeopáticas. Pode causar efeitos colaterais graves, incluindo náuseas, diarreia, tremores, taquicardia, confusão mental, hipotermia, coma e até a morte. A propriedade emética da lobélia pode causar vômitos desejáveis em casos de envenenamento e ataques graves de asma. Pacientes com pressão arterial alta, doença cardíaca, doença hepática, doença renal, sensibilidade do tabaco, convulsões e falta de ar não devem tomar lobélia.


Uso Medicinal

Uso Principal:

A lobélia possui uma longa história de uso medicinal para doenças respiratórias, incluindo asma, bronquite, pneumonia e tosses. Na homeopatia, a lobélia é usado sozinha ou combinada com outras ervas para a cessação do tabagismo, relaxamento muscular, náuseas, vômitos, infecções de pele (mordidas, contusões e micose), além de várias doenças respiratórias. A Lobelia inflata também possui propriedades que relaxam os tecidos e diminuem os espasmos.
No sistema respiratório, ajuda a relaxar músculos bronquiais enquanto dilata os bronquíolos. A lobelina, ingrediente ativo da lobélia, estimula o sistema respiratório e auxilia na respiração profunda, condição que pode aliviar problemas respiratórios, incluindo condições de asma. A lobelina possivelmente apresenta um efeito semelhante à nicotina no organismo, razão pela qual foi utilizada em muitos remédios para o combate ao tabagismo. Contudo, em 1993, o FDA (Food and Drug Administration), proibiu a venda de produtos fumígenos contendo lobelina por concluir que tais produtos não foram eficazes em ajudar as pessoas a reduzir ou parar de fumar.
Apesar da proibição, alguns pesquisadores acreditam que a lobelina pode efetivamente reduzir os efeitos da nicotina no corpo, particularmente com relação a liberação de dopamina, uma substância química que desempenha importantes funções no cérebro e que também está envolvida no vício em drogas, motivo pelo qual os pesquisadores acreditam que a lobelina pode ter algum potencial no tratamento da dependência química, apesar de que os estudos até agora ainda são insuficientes para determinar a eficácia da lobelina.    Lobelia. University of Maryland Medical Center.
Davison GC, Rosen RC. Lobeline and reduction of cigarette smoking. Psychol Rep.
Dwoskin LP, Crooks PA. A novel mechanism of action and potential use for lobeline as a treatment for psychostimulant abuse. Biochem Pharmacol.


 

Uso Normal:

Usa-se no mau-hálito. Auxilia no processo de abandono do hábito de fumar, pois contém um alcalóide denominado lobelina que ao ser ingerido “engana” o organismo pela sua enorme semelhança com a molécula da nicotina. Assim o organismo fica satisfeito como se tivéssemos fumado sem os terríveis efeitos paralelos da inspiração da queima do fumo do cigarro, cachimbo, charuto, etc. Pode ser usado na forma de chichets, adesivos (produtos importados) . Seu uso na forma de infusão (mesmo assim em doses de menos que 5% em peso/volume ; planta toda, seca/ água ), o que seria fácil e barato, é desaconselhado pois a lobelina é um alcaloide com atuação semelhante ao curare, e portanto atua no sistema nervoso secundário, provocando paralisação de órgãos vitais tais como coração e pulmão , levando a morte. Seu uso prático precisa de acompanhamento médico pois o cálculo da dose certa é fundamental.

Uso Normal:

No efisema pulmonar, associar com xarope de bronquite, Mais vida, e Ungüento passado na região dos pulmões. Seu uso na forma de infusão (em doses de menos que 5% em peso/volume ; planta toda seca/ água ), o que seria fácil e barato, é desaconselhado pois a lobelina é um alcalóide com atuação semelhante ao curare, e portanto atua no sistema nervoso secundário, provocando paralisação de órgãos vitais tais como coração e pulmão , levando a morte. Seu uso prático precisa de acompanhamento médico pois o calculo da dose certa é fundamental.

Características:

História e curiosidades Lobelia. University of Maryland Medical Center.
Davison GC, Rosen RC. Lobeline and reduction of cigarette smoking. Psychol Rep.
Dwoskin LP, Crooks PA. A novel mechanism of action and potential use for lobeline as a treatment for psychostimulant abuse. Biochem Pharmacol.
A lobélia é uma erva nativa da América do Norte. Historicamente, os nativos americanos fumavam lobélia para combater a asma. No século XIX, médicos americanos prescreveram a lobélia para induzir o vômito para auxiliar a remover as toxinas do corpo. O nome do gênero menciona o botânico Mathias L’Obel.
Lobelia. University of Maryland Medical Center.

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