Infalível-

Nome cientifico: Mandevilla velutina

Sinonímia: Batata infalível,


Dados para Cultivo

Propagação: rizoma; mais difícil: sementes, planta nativa

Espaçamento: 40 x 30 cm em canteiros com irrigação; planta nativa

Época de Plantio: planta nativa; canteiro: março a abril (rizoma)

Época Colheita: planta toda: dezembro a março; rizoma: março a maio; planta nativa


Preparo e Conservação

Extrato Peso/Volume: 15


Uso Medicinal

Uso Principal:

Usar o rizoma ou a planta inteira, na forma de decoto ou tintura, para: específica para úlcera do duodeno, gastrite, apoio aos tratamentos de câncer do aparelho digestivo, doença de Chagas, prostatite, blenorragia.
Trabalhos científicos já demonstraram seus efeitos anti-inflamatórios, assim como sua eficiência na neutralização do veneno e toxina da cobra cascavel (Crotalus t. terrificus) (www.biotaneotropica.org.br

Uso Normal:

Informações pessoais [sem comprovação científica] indicam bons resultados em cardiopatias com terapia convencional difícil. Seu uso prático é lavar-se bem o rizoma, pressionar um dedo no mesmo [que é de textura macia] até criar uma depressão quase como um pequeno depósito, enche-lo de água no início da noite para extração natural, e beber o líquido coletado, puro pela manhã em uma única vez, dias seguidos até o rizoma resistir à podridão.

Características:

No início do período chuvoso, brota uma haste fina de cor avermelhada, com folhas lanceoladas, pequenas e curtas voltadas para cima, sempre lado a lado, produz flor com formato de lírio de cor rosa claro (ou lilás) , belíssima. Após a queda da única flor, aparece uma vagem de cerca de 15 cm de comprimento, com sementes aladas e abertura espontânea (deiscente). Com a abertura da vagem, a planta seca naturalmente as folhas e fica dificilmente identificável acima do solo. Rebrota no próximo período chuvoso as custas do rizoma, de coloração marrom escura por fora e internamente cor de banana clara. Planta de pequeno porte, tendo como habitat o cerrado do centro-oeste. Sendo muito predada pelo homem (que vivem da venda de raízes de plantas medicinais [conhecidos como raizeiros ]) e pelos bovinos (que a comem quando sentem a necessidade dos seus poderes curativos) pode-se dizer que esta em condição de extinção próxima, devendo ser domesticada para evitar esta perda irrecuperável.

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