Erva-mular (Pé-de-perdiz)

Nome cientifico: Croton antisyphiliticus

Sinonímia: Canela-de-perdiz, curraleira, alcanforeira


Dados para Cultivo

Propagação: sem dados

Espaçamento: Sem dados ainda - espécie nativa

Época de Plantio: nativa

Época Colheita: nativa


Uso Medicinal

Uso Principal:

Específica para úlcera gastroduodenal, gastrite, e auxiliar no câncer do aparelho digestivo

Croton antisyphiliticus Mart. ex M. Arg., conhecido popularmente como pé-de-perdiz, é uma planta medicinal nativa do Cerrado, cuja raiz é utilizada na forma de decoto para combater infecções do aparelho reprodutor masculino e feminino. A coleta da planta é realizada de forma extrativista e não há trabalhos a respeito da sua conservação.
Taíce Gonçalves de OliveiraI,III, 1; Paulo Sérgio Souza PinaII; Bianca Waléria BertoniIII; Suzelei de Castro FrançaIII; Ana Maria Soares PereiraI,III


A Croton antisyphiliticus Mart., conhecida popularmente como canela-de-perdiz ou curraleira, é uma planta arbustiva do cerrado brasileiro, encontrada principalmente no estado de Minas Gerais. A medicina popular descreve o uso desta espécie no tratamento da sífilis, inflamação, lesões ulcerativas, eczemas e reumatismos. autor Reis, Gustavo Oliveira dos

Uso Normal:

Segundo dados etno farmacológicos, o extrato hidroalcoólico das raízes é utilizado no tratamento de algumas doenças sexualmente transmissíveis e de infecções do sistema reprodutor feminino e masculino (BARROS, 1982).

Características:

Árvore com 6 a 8 metros da altura, caule ereto, pouca ramificação, folhas ralas, produz frutos com formato de bolsa, de coloração escura, na qual armazena as sementes . Suas folhas são voltadas para cima. Seus galhos são curtos, isolados. Aparece em beiradas de estradas, e prefere os cerrados.
O enraizamento foi obtido em meio MS sem regulador vegetal e a aclimatização pode ser realizada em solo do cerrado com brotações sem a presença de raízes desenvolvidas in vitro.
Croton antisyphiliticus é um subarbusto conhecido como pé-de-perdiz e alcanforeira (SAINT-HILARIE, 2009). Embora a espécie seja amplamente utilizada por populações que habitam o bioma Cerrado, até o presente momento, não há estudos agronômicos que viabilizem a sua propagação, sendo a exploração realizada exclusivamente por meio de coleta extrativista, o que tem comprometido a sobrevivência das populações naturais, aumentando o risco de extinção e/ou erosão genética da espécie.

Taíce Gonçalves de OliveiraI,III, 1; Paulo Sérgio Souza PinaII; Bianca Waléria BertoniIII; Suzelei de Castro FrançaIII; Ana Maria Soares PereiraI,III

Foto:

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