Coco-da-Bahia

Nome cientifico: Cocos nucífera L.

Sinonímia: Cultivares de porte alto (industrial e doméstico), gigante (comum), porte baixo (produção de água), anões (vermelho, amarelo e verde), híbridos.

Composição Química:

Contem Vit. A , Vit. B1 (Tiamina), Vit. B2 (Riboflavina), Vit. B5 (Niacina), Vit. C (Ácido ascórbico) ferro, enxofre, magnésio, silício


Dados para Cultivo

Propagação: mudas: 205/ha (anão) e 143 /ha para gigantes

Espaçamento: em triângulo: 7,5x7,5x7,5 (planta anã) e 9x9x9 em porte alto

Época de Plantio: início estação chuvosa e irriga-las nas estiagens

Época Colheita: frutos: ano todo a partir do terceiro ano pós plantio. Fruto verde para água, outros usos: frutos maduros


Informações Gerais

Valor Alimenticio:

Contem as mesmas qualidades nutricionais do leite materno, permitindo assim alimentar bebês exclusivamente (casos muito especiais de aversão total ao leite). Contem elementos existenciais necessários e suficientes para sustentar a vida do homem indefinidamente [fatos ocorridos nas ilhas do Pacífico na Segunda Gerra Mundial]. Faz engordar. Promove desenvolvimento do tórax, nervos, cérebro e pulmões. Alimento bom para diabéticos. É um alimento completo, permitindo a vida de um homem que coma um coco por dia [sem dispêndio de energia]. É ótimo substituto da carne, do ovo, do queijo, do leite.


Preparo e Conservação

Extrato Peso/Volume: 15


Uso Medicinal

Uso Principal:

Estuda-se atualmente o uso das fibras brancas dos frutos,juntamente com outras plantas medicinais, em compostos fitoterápicos, para ativar o sistema imunológico para combater principalmente viroses, como antioxidante, na cirrose hepática, no dengue hemorrágico, na artrose, na hepatite, nas herpes, articulações do joelho. [Teles]

Uso Normal:

Leite e água do fruto: pele, rugas, calmante, anti-oxidante, mineralizante, diurético, febres, antiflogístico, aperiente, depurativo do sangue, todas as enfermidades da bexiga, disenteria, arterioscleroso (pelos sais de potássio e sódio). Para expulsar vermes intestinais: em jejum, uma colher de côco fresco [interior do fruto chamado verde], ralado. O côco ralado seco é inútil para fins curativos. Na úlcera de estômago, anti-artrítica (pelos seus glícero-fosfatos e lecitinas). Para inflamações intestinais, comer a massa gelatinosa do coco verde. A polpa do coco verde como adstringente para hemorroidas, assim como seu azeite. Flores, uso interno, infusão, 1 xícara vezes ao dia: afecções respiratórias, bronquites, traqueites. Xarope para tosses brônquicas rebeldes: fura-se um coco verde, e coloca-se um pouco de mel ou de melaço. Leva-se ao fogo lento até que a polpa se dissolva. Tomar várias colheres de sopa ao dia.

 

Uso Normal:

Nos ataques asmáticos (junto com chá de agrião)

 

Características:

Provavelmente originários da Ásia, trazidos ao Brasil pelos portugueses por volta de 1550. Palmácea de grande porte atingindo grande tamanho na fase adulta. Existem variedades de menor porte [côco anão] desenvolvidos para facilidade da colheita dos frutos. Antigamente era plantado comercialmente apenas nas regiões litorâneas, contudo atualmente tem sido plantado em áreas do interior, principalmente do cerrado.

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