Nome cientifico: Salix alba
Sinonímia (NO BRASIL, PELAS DIMENÇÕES TERRITORIAIS DO NOSSO PAIS, É NORMAL A REPETIÇÃO DE NOMES COMUNS DE PLANTAS TOTALMENTE DIFERENTES EM DIFERENTES PARTES DO PAIS): Salgueiro-branco, sauce blanco, wilow bark, salso, vime (genérico).
Composição Química:
Salicilina que no fígado humano, por oxidação, se transforma no ácido salicílico.
Dados para Cultivo
Propagação: sementes, mudas
Espaçamento: planta ornamental: árvore
Época de Plantio: planta ornamental: com irrigação: ano todo
Época Colheita: folhas: período vegetativo; casca: ano todo (melhor inverno seco)
Informações Gerais
Contra Indicações:
Não como os analgésicos alopáticos, mas o chorão deve ser evitado para aplacar febres de crianças (pois podem evoluir a Síndrome de Rye)e por pessoas que sofram de úlceras ou gastrites.
Uso Medicinal
Uso Normal:
Uso interno, entrecasca e folhas, decocto e maceração: nevralgias, febre, gripe, resfriado. Artrose, dor lombar, artrite reumatoide, bursite. Conhecida desde Hipócrates que já a recomendava para diminuir as febres e para alívio das dores do parto (talvez pelo efeito da salicilina que no organismo se transforma em ácido salicílico) como analgésico. Dose recomendada: 6 a 12 g de casca moída e seca, fazendo um chá em 1 litro de água, e tomando 200 ml do mesmo 5 vezes ao dia. http://www.cq.ufam.edu.br/cd_24_05/historia_aspirina.htm.
Características:
Planta originária da Europa, Norte da África, Grécia, Índia, sendo uma grande “família de plantas”, indo desde as árvores que se dão muito bem a beira dos rios, com seus ramos pendidos até o solo de forma bem característica, denominados “chorões”, até os chamados de ” vime”, tendo forma de caules arredondados e muito utilizados no passado para construção de móveis fortes e de grande duração. Sua história está ligada por Hipócrates às origens da Medicina Moderna.
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