Casca-danta

Nome cientifico: Drimys winteri G. Forst.& J R Forst.

Sinonímia: Casca-de-anta, paratudo, capororoca-picante, cataia, caá-pororoca, canela-amarga, carne-dánta, melambó, melambo, para-tudo, pau-pra-tudo, casca-de-winter

Composição Química:

Taninos, vários sesquiterpenóides.


Dados para Cultivo

Propagação: planta nativa -semente

Espaçamento: planta nativa

Época de Plantio: planta nativa- natural primavera-verão

Época Colheita: entrecasca: ano todo (melhor lado nascente)


Informações Gerais

Observações:

Seu nome comum deriva da predileção que  as antas tem de mascarem sua casca e bagas caídas, sendo então fatores de eliminação desta espécie.


Preparo e Conservação

Extrato Peso/Volume: 10


Uso Medicinal

Uso Principal:

É altamente recomendada para problemas gástricos e estomacais, incluindo dispepsia, disenteria, náuseas, cólicas intestinais, febres altas, anemia. Recomenda-se o cozimento abafado (decoto) de sua entrecasca.

Uso Normal:

É mundialmente conhecida como: carminativa, estomática, tônica. Sua entrecasca, é também considerada: sudorífera, antiescorbútica, antiespasmódica (cólicas intestinais), expectorante na bronquite crônica, tônica para convalescênça.

Características:

Árvore ou arbusto, dependendo da região aonde é encontrado, variando de arbusto no Nordeste até uma árvore com cerca de 7 metros de altura, nos altiplanos do sul do país. Seu nome foi dado em homenagem ao Cap. Winter, que descobriu as suas propriedades medicinais (usando sua casca), durante uma expedição ao sul do continente junto com o Sir Francis Drake. É originária também da parte central do Chile até o cabo Horn. Tem folhas simples, com sabor de pimenta, flores brancas, pequenas, reunidas em inflorescências terminais, fruto pequeno, cápsula, cor verde-amarelada, com várias sementes brilhantes.

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