Cabriúva

Nome cientifico: Myroxylon balsamum (L); Myroxylon peruiferum L.f.

Sinonímia: Bálsamo, bálsamo-de-tolu, pau-de-bálsamo, balso, cabreúva-vermelha, pau-de-incenso, caboreíba-vermelha, caboriba, pau-vermelho, puá, cboriba, óleo-vermelho, óleo-cabreúva, sanghe-de-gato, quina-quina, óleo-bálsamo, bálsamo-do-perú.

Composição Química:

Óleo-resina ( ácidos benzóico e cinâmico, vanilina, benzoato de benzila, cinamato de benzila, álcool benzílico e nerolidol ), ésteres dos ácidos benzóico e ciânico.


Dados para Cultivo

Propagação: planta nativa - sementes aladas

Espaçamento: planta nativa

Época de Plantio: planta nativa

Época Colheita: folhas e resinas- ano todo, frutos maduros (verão-out)


Uso Medicinal

Uso Principal:

Folhas, frutos e resinas, no momento seu maior uso destina-se a: aplicações tópicas nas feridas, úlceras, sarnas (muito eficiente até contra ovos e larvas e mesmo ácaros adultos causadores da coceira), nos eczemas, nos tônicos capilares (queda de cabelo), como produto anti-caspa, desodorantes, sabonetes, cremes, loções .

Uso Normal:

Folhas e frutos e sua resina, tem sido muito usados (e durante séculos pelos habitantes do México e América Central), para asma, reumatismo, catarro e feridas externas. Na Amazônia é usado sua resina para abscessos, asma, bronquite, catarro, dor-de-cabeça, reumatismo, torcicolo, tuberculose. Quando começou a ser exportado para a Alemanha, lá foi usado como bactericida, fungicida, parasiticida, sarnas, impinges, bicho-de-pé, ulcerações superficiais, rachaduras e frieiras.
Segundo Machadino, uso em alergia provocada por planta.

Características:

Árvores de copas bonitas bem arquitetadas, com formato levemente arredondado, nativa do Brasil e de quase toda América do Sul. Com poucos galhos, tronco cilíndrico de coloração acinzentada quando adulta, os ramos e troncos quando cortados liberam uma resina muito cheirosa chamada de “bálsamo-de-tolu”, folhas compostas, pinadas com muitos folíolos, com flores esbranquiçadas, com perfume leve, colocadas em panículas axiliares terminais; os frutos são do tipo sâmaras que possuem forte aroma de cumarina. As sementes são dotadas de um apêndice que permite que as mesmas sejam levadas pelo vento.

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