Bálsamo-de-tolú

Nome cientifico: Myroxylon peruiferum L. f.

Sinonímia: Cabreúva, cabreúva-vermelha, pau-de-incenso, caboreíba, caboreíba-vermelha, caboriba, pau-de-bálsamo, pau-vermelho, puá, óleo-vermelho, óleo-de-cabreuva, sangue-de-gato, quina-quina, óleo-de-bálsamo, bálsamo-de-tolu, bálsamo-do-peru.

Composição Química:

Ésteres do ácido benzóico e ciânico, neurolidol, ácidos benzóicos e ciânico livres.


Dados para Cultivo

Propagação: espécie nativa -sementes

Espaçamento: espécie nativa

Época de Plantio: espécie nativa

Época Colheita: bálsamo (resina), ano todo, espécie nativa


Informações Gerais

Contra Indicações:

Efeitos secundários e toxidade
O seu uso tópico pode originar dermatites de contato em pessoas sensíveis.

Precauções
Não usar doses não terapêuticas em administração oral, pois irrita as mucosas.

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Valor Alimenticio:

É usado desde 1820 (Farmacopéia Americana) para aromatizar alimentos.


Uso Medicinal

Uso Principal:

O uso da folhas, frutos e da sua resina (denominada no mundo inteiro (“bálsamo-de-tolu”), já ha séculos pelos povos formadores do México e América Central, destina-se a ajudar: asma, reumatismo, catarro e feridas externas. Os índios da Amazônia tem usado sua resina para: abcessos, asma, bronquite, catarro, dor-de-cabeça, reumatismo, torcicolo. O estudo do uso do bálsamo pelos indígenas, promoveu a inclusão desta planta na Farmacopeia Alemã no século XVII, sendo então exportado para a Europa para ser usado como: bactericida, fungicida, parasiticida para sarnas, impinges, bicho-de-pé, ulcerações superficiais, racs e frieiras. A inclusão na Farmacopeia Americana ocorreu em 1820 para ser usado: bronquite, laringite, dismenorreia, disenteria, leucorreia. Atualmente a estes usos, soma-se: como expectorante, afecções das vias urinárias (chá de 1 colher de sopa de folhas picadas, dose 1 xícara de chá, 2 vezes ao dia, por 5 dias)

Características:

Árvore de médio porte, semidecídua, copa arredondada, pouco densa, tronco cilíndrico, cor cinza, nativa de todo Brasil, e América do Sul. Tronco e ramos quando ferido liberam uma resina denominada “bálsamo”, conhecido internacionalmente como “bálsamo-de-tolu” (que era o porto pelo qual era exportado para a Europa). Folhas compostas, pinadas com 9-13 folíolos, flores esbranquiçadas, perfume suave, colocadas em panículas terminais, frutos são sâmaras com forte aroma de cumarina. Sementes aladas.

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