Babosa

Nome cientifico: Aloe vera L ; Aloe humilis, Aloe barbadensis, Mill. Aloe arvense.

Sinonímia: Aloés, aloé; erva-babosa, caraguatá, erva-de-azebre; aloé-do-cabo; aloé-de-Curaçao; aloé-de-socotrino; babosa-da-folha miúda; babosa-da-folha-grande; babosa-grande, babosa-medicinal, caraguatá, caraguatá-de-jardim, aloé-do-cabo.

Composição Química:

Glicosídeos, princípios antraquinônicos (em especial a aloína), mucilagem e taninos. Aloe vera contém no máximo 20 a 30% de aloína. Ácido tânico; acético; gálico; málico; dopamina; espinefrina; setonina; tiramina; vitaminas; proteínas, sais minerais, aloeferon (semelhante a arabinogalactana).
Botsaris: alina, glicose, proteinas, ácido P-colimárico, aldopentose, oxalato de cálcio.
Arborana B [ver contra indicação]


Dados para Cultivo

Propagação: mudas de brotos do caule- estolhos

Espaçamento: 1,2x0,8 (touceiras)

Época de Plantio: priv-verão, precisa calor e umidade, irrigação

Época Colheita: folha suculenta, ano todo, goma interna da folha, preferencialmente em plantas em início de florescimento.


Informações Gerais

Contra Indicações:

É tóxica em doses elevadas (máximo.10 % peso-volume); é abortiva devendo ser evitada pelas gestantes e pessoas com prostatite, afeções uterinas, cistites, colites e disenterias. Seu uso interno deve ser feito com conhecimento de causa.

Segundo Dr. Brüning, é abortiva. Não usar na gravidez e lactação pois tem efeito laxativo na criança; uso interno prolongado pode provocar hipocalcemia e hemorragia; é nefrotóxico em altas doses. 8 gramas do pó pode levara à morte.
(Dr. Ferro).

ESALQ: Toxicologia: não deve ser ingerida por mulheres durante a menstruação ou gravidez. Também deve ser evitada nos estados hemorroidários. Não usar internamente em crianças.

Rose Aielo Blanco: Compêndio de Fitoterapia Herbarium, de Magrid Teske e Anmy M. Trentini: além da gravidez, seu uso é contra-indicado em casos de varizes, hemorróidas, afecções renais, enterocolites, apendicites, prostatites e cistites. O uso interno prolongado provoca hipocalemia, diminui a sensibilidade do intestino, necessitando aumento gradativo da dose, favorecendo o surgimento de hemorróidas. Em crianças os efeitos colaterais podem ser potencializados, tornando o uso interno extremamente perigoso.

www.plantamed.com.br:Contra-indicações/cuidados: seu uso interno para crianças, mulheres grávidas, que amamentam, no período da menstruação (provoca congestionamento dos órgãos pélvicos), com inflamações uterinas e ovarianas, predisposição ao aborto, também para aqueles que sofrem de hemorróidas, fissuras anais, cálculos da bexiga, varizes, afecções renais, enterocolites, apendicites, prostatites, cistites, disenterias, nas nefritese.
Ter cautela no uso interno, pois em doses acima do normal podem provocar nefrites.
O uso externo deve ser preferido.
O uso externo da polpa ocasionalmente pode ressecar excessivamente a pele, neste caso é também contra-indicada para tratamento de doenças cutâneas

 

Observações:

É um poderoso bactericida e inseticida protetor de madeiras.


Uso Medicinal

Uso Principal:

Uso externo, decoto à 7%, cinco minutos de aplicação, em dose baixa: cicatrizante (usar pasta da folha fresca sobre a lesão nas úlceras e queimaduras); reconstituinte celular; uso interno com orientação de especialista em úlceras gástricas; gastrites; problemas digestivos (estomacais, hepáticos, intestinais, prisão de ventre),regulariza movimentos intestinais[www.sonutricao.com.br]

Como anticancerígena, anti-inflamatória, analgésica, anti-séptica, emoliente, adstringente, colerética, vulnerária. Muito boa como shampoo para doenças capilares, queda de cabelo. Poderoso cicatrizante, reconstituinte de células dos tecidos, boa ação antimicrobiana contra bactérias e fungos, úlceras gástricas. No tratamento da hemorroida usando-se pequenos pedaços da polpa existente no interior das folhas, como supositório, (ver uso associado). Estuda-se a possibilidade de ser usado como bactericida .
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2) Nosso Estômago tem um pH que pode variar de 1 a 3, mas com a agressão do próprio homem a ele mesmo, além de problemas mentais e emocionais podem ajudar a mudar este pH, começando a ocasionar uma alteração fisiológica do organismo humano, podendo levar no futuro o homem a vários problemas de saúde, como, um desequilíbrio da Flora Intestinal, dificultando a absorção dos nutrientes recebidos através de nossa alimentação e a passagem de microorganismos nocivos que são hóspedes desta flora para dentro de algum órgão do nosso corpo, ocasionando infecções.

O Aloe Vera tem o poder de equilibrar o pH gastrintestinal, equilibrar a Flora Intestinal, facilitando a assimilação de nutrientes pelas vilosidades de nosso intestino. Enfim mais um motivo para usarmos esta planta maravilhosa, o equilíbrio do SISTEMA DIGESTIVO.

3) Existe um Neurotransmissor chamado Serotonina (hormônio que ajuda na regularização da motilidade intestinal e também chamado o hormônio do bom humor, ajudando também a regularizar o sono). Este hormônio é fabricado em quase sua totalidade por células (enterocromafins – EC) localizadas no sistema digestivo, ao contrário dos que muitos pensam que o cérebro é o grande responsável pela fabricação deste hormônio.

Portanto se você quer melhorar seu BOM HUMOR use o Aloe Vera, que ajudará no equilíbrio do sistema digestivo, facilitando a fabricação deste hormônio pelas células enterocromafins, do sistema digestivo.
http://ultramegatiaguinho.blogtok.com/blog/5843/uso-de-plantas-medicinais-para-a-saude/
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www.portaleducacao.com.br indica que deve ser usado pelos diabéticos pelo grande poder hipoglecimiante da sua substânacia Arborana B.

Uso Normal:

Uso interno, decocto à 10%, dose baixa: tratamento da prisão de ventre que pode causar cefaleia , neurastenia. Uso externo, aplicar a polpa das folhas suculentas diretamente no couro cabeludo, contra queda de cabelo; como shampoo usada em doenças capilares; queimaduras, erisipelas, eczemas, hemorroidas (ver contra-indicação) (internas e externas). Como cicatrizante, nas cólicas menstruais, irregularidades do ciclo menstrual, doenças do fígado e baço, verminose das crianças = dose: 1 a 2 colheres de chá rasa de pó seco e moído, em água morna, 2 vezes ao dia. Na forma de suco: uso interno do suco fresco como anti-helmíntico. Cataplasma: aplicar sobre queimaduras 3 vezes ao dia. Supositório: (em retites), hemorroidas. Resina: é a mucilagem após a secagem – tomar 0,2 g do pó dissolvido em água com açúcar e usar como laxante. Tintura: – usar 50 g de folhas descascadas, trituradas com 250 ml de álcool e 250 ml de água, coar a tintura em seguida. Deve ser usada na forma de compressas e massagens nas contusões e dores reumáticas

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www.plantamed.com.br: Propriedades medicinais: antibacteriana, anti-carcinogênica, antidartrosa, antifúngica, anti-helmíntica, anti-hemorroidária, anti-inflamatória, antioftálmica, aperiente, antipruriginoso (detém coceira), anti-séptica, bactericida, bronquite, cicatrizante, colagogo, emenagoga, emoliente, estomáquica, eutrófica, engorgitamento do fígado e do baço, golpes, impinges, imuno-estimulante, insuficiência hepática, panarícios, peitoral, purgante, queda do cabelo, resolutivas, revulsiva, sistêmica (facilita a penetração em tecidos), tônica, tuberculose pulmonar incipiente, tumores, vulnerária.
Indicações: afecções biliares, afonia, AIDS (“frear” o avanço), alergias, alopécia seborreica, amidalite, anemia, anorexia, arteriosclerose, artrite, artrose, asma, atonia gástrica, bexiga (infecções), bronquite, bursite, cabelos (anti-queda, calvície, crescimento, fortalecer, hidratar, regenerar, secos, caspa), cãibras musculares, câncer, capilares (promover a dilatação), cicatrizante, cistite, coceira, constipação crônica, colite, congestão intestinal, contusões, cortes, dependências (de drogas diversas), depressão, dermatologia (acne, dermatite, eczemas, feridas, desânimo, diabetes, disenteria, dispepsia atônica, distensão, doenças das gengivas e dos olhos, dores (dente, cabeça, estômago, muscular, articulação, reumática), eczemas, erisipelas, edema, enterite, esclerose múltipla, esgotamento, esterilidade (devido a ciclos anovulatórios), exantema, febre (em ulcerações causadas pelo frio), feridas venéreas, ferimentos, fluxo menstrual (aumentar), fungicida, furúnculos,gangrena, glaucoma, gota, gripe, halitose, hemorroidas, hepatite, herpes genital, herpes zoster, hipertensão, icterícia, infecções da bexiga e dos rins, inflamações, insônia, insuficiência arterial, irritação bucal, laringite, laxante, lepra, leucemia, lupus, luxações, manchas congênitas, manchas na pele, manchas senis, mãos ásperas, mastite (em vacas), meningite, miopia, náuseas de todo tipo, obesidade, obsessos, oftalmias (calor nos olhos), otite, parasitos intestinais, pé-de-atleta, peles flácidas, pele seca, picada de cobra, picadas de insetos, preventivo de rugas, prisão de ventre, problemas do pâncreas, prostatite, psoríase, queda de cabelos, queimaduras (térmicas, radiação solares, químicas, líquidos, por excesso de raio -X), queratose folicular, rachaduras nos mamilos, resfriados, retarda a calvície, retites hemorroidais, reumatismo, rins, reumatismo, sapinho, seborreia, sinusite, sistema imunológico (fortalecer), tendinite, torceduras, torcicolos, tosses, tracoma, tuberculose, úlcera do duodeno, úlcera péptica, úlceras em geral, úlcera nas pernas, unhas encravadas, urticária, vaginite, varizes, verminose, vírus de Epstein.
Parte utilizada: folhas (polpa e seiva)/ parênquima da folha fresco ou desidratado (folha sem epiderme e espinhos “ gel de Babosa” )/folha toda.
ESALQ-USP: atua como resolutiva; na erisipela; nas dores reumáticas.
WWW.PLANTAMED.COM.BR: atua na afonia (rouquidão); coadjuvante no tratamento da AIDS, podendo ajudar a frear seu avanço; atua na seborreia; atua na artrite e artrose; na câimbra muscular; nos furúnculos; atua no glaucoma (tratamento paralelo); ajuda na gota; atua no herpes genital e herpes zoster; ajuda nas nauzeas de todos os tipos; atua na prostatite; melhora as rachaduras nos mamilos durante a amamentação; atua na úlcera gastro-duodenal; ajuda nas úlceras das pernas apresando a cicatrização; atua nas varizes; atua no vírus Epstein.
Botsaris[pesquisa]: efeito cardiovascular [contém picos de pressão arterial]; colagogo; extratos alcoólicos mostram atividade citotóxica “in vitro”, testadas em diversos tipos de câncer: hepatoma e adenocarcinoma.

Uso Normal:

Com erva de bicho, tratamento da hemorroidas; usar junto com dieta rica em fibras;

Características:

Existem dois tipos principais: aloé-de-Curaçao proveniente das Antilhas e aloé-de-socotrino da região do mar Vermelho (entre a África e Ásia). Ambas produzem uma espécie de “pedra preta”, que correspondem ao suco [goma] dessecado das folhas suculentas. As nossas babosas também são conhecidas como áloes, mas se prestam mais ao preparo de produtos para uso externo (cabelos e pele). Contudo temos a Áloe arvense, que é muito importante como planta medicinal. São sempre lenhosas, com folhas carnudas, e margeadas por espinhos. Flores tubulosas, cor avermelhadas, alaranjadas ou amareladas. Estames em número de seis, mais longos que as sépalas, com filetes subulados e antera oblonga. Ovário trilocular e trígono, com os lóculos pluriovulados trigonas e deiscentes com três lóculos. Sementes pequenas, aladas, numerosa e escuras. Sensível à geadas, prefere regiões quentes e semi-áridas. É de origem africana, regiões quentes da Europa e América do sul; vegeta em locais rochosos ou pedregosos. Não tolera solos encharcados. Responde bem à adubações orgânicas, fósforo e potássio. É atacado por podridão das folhas.

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