Streptococcus sp (inibe crescimento do)

Plantas Relacionadas na Literatura : Alho-poró, Crisântemo  .
Sintomas e Causas : Cocos Gram + normalmente em forma de cacho de uva. Imóveis. Não fazem esporos. Bactérias facultativas : crescem na presença ou não de O2 = respiração aeróbica / fermentação. Pertencente à família Micrococcaceae – contém todos cocos G + que produzem catalase.
Gêneros : Staphylococcus e Micrococcus. Há 33 espécies, sendo que destas apenas 11 infectam o homem e a única patogênica a S. aureus. Das outras 10, as mais conhecidas são : S.epidermidis e S. saprophyticus. Habitat : amplamente disseminados – ubíqua. Pouco exigentes nutricionalmente – fácil cultivo. Critério para classificação das espécies : homologia do DNA. Dentro das espécies pode haver uma subdivisão em : ¨ Sorogrupos (características anti-gênicas) e dentro deste em sorotipos. ¨ Biogrupos e biotipos (características bioquímicas / biológicas). ¨ Fagotipos. Resistência : ¨ Antes eram sensíveis à penicilina . . . depois, com uso indiscriminado… seleção de cepas resistentes . . . no hospital : 99% resistentes / fora do hospital : 60% resistentes. ¨ Meticilina : tipo de penicilina resistente à penicilinase, mas depois de certo tempo também houve aumento da resistência. ¨ Vancomicina : usada há 2 anos, mas já existem bactérias resistentes. S. aureus 50% das pessoas que não trabalham em hospitais. possuem em suas mucosas e pele, principalmente na nasal. Já em pessoas ligadas ao sistema de saúde – 95 a 100%. Pessoa portadora : períodos com ou sem as bactérias. Em geral : parede espessa de mucopeptídeo – resistente à dessecação. Camada de ácido hialurônico = SLIME – cápsula / camada mais externa – impede fixação das células … fator de virulência. Não é antigênico, pois é self = não há produção de anticorpos. Proteína A : ¨ Importante fator de virulência. ¨ Proteína majoritária da parede celular. ¨ Ligação forte covalente com Fc da IgG – evita ligação com complemento – é uma proteína anti – fagocitária. Enzimas produzidas : ¨ Catalase : impede produção de radicais oxidantes . . . impede digestão intracelular. ¨ Coagulase : produção de fibrina envolvendo a bactéria como uma carapaça. Ex : furúnculo : não adianta tomar antibiótico, pois este não consegue penetrar. ¨ Fibrinolizina ou stafiloquinase : lisa depósitos de fibrina – fator de disseminação e virulência. Toxinas : capacidade de produção vem dos plasmídeos e não do cromossomo bacteriano. ¨ Exotoxina alfa : – Extracelular. – Leucocida. – Dermonecrótica. Fonte: microbiologia.com.sapo.pt

Tratamentos Fitoterápicos Propostos

Tratamentos Propostos : Planta recomendada por Botsaris: Alho poró (Allium fistulosum L.)ver dados da planta.

Dieta e Cuidados Recomendados : Para combater enfermidades infecciosas, é bom reforçar as doses de vitamina C – que estimula as defesas naturais contra infecções – cujas fontes são beterraba, brócolis, couve, pimentão, rabanete, salsa, maçã, limão, groselha, laranja, goiaba, tomate, tangerina, caju, acerola; e de ácido pantotênico (vitamina do complexo B que aumenta a resistência aos processos infecciosos) encontrado em levedura de cerveja, cereais, frutas, legumes e leite.

 

Terapias Auxiliares e Observações Farmacêuticas:
TERRAS E LAMAS: de acordo coma infecção, pode-se aplicar cataplasmas de argila, de meio centímetro de espessura, sobre a região afetada, devendo-se deixar durante uma a duas horas, uma vez ao dia. CROMOTERAPIA: cor prata (cicatrizante, cauterizante e adstingente). Para combater as dores, aplica-se o amarelo. Se houver febre, em consequência da infecção, recomenda-se aplicar ou mentalizar as cores banco-azulado e azul. AROMATERAPIA: para aumentar a capacidade imunológica do organismo aconselha-se o uso do extrato de própolis (10 a 20 goats, duas a três vezes ao dia). Essências usadas para combater estados infecciosos: camomila, lavanda, tomilho, bergamota, eucalipto, cedro, limão, menta e alho. A posologia depende da idade e do estado geral do paciente, bem como da intensidade da infecção. Normalmente, recomenda-se dez gotas, duas vezes ao dia, misturadas em um pouco de chá morno ou uma colher de mel (não se pode dar mel para crianças menores de dois anos). HOMEOPATIA: no início de qualquer infecção deve-se dar logo no começo Belladona C3 e Mercurius solubilis C5, alternados de hora em hora e seguir com o tratamento específico do órgão/área atingido