Anticoagulantes Naturais; Correlações; Portadores de Marca-passo

Sintomas e Causas : Interações entre fitoterápicos e fármacos, fontes indicam as seguintes plantas com relação positiva ou negativa no uso de anticoagulantes farmacológicos: Algas pardas; alho; angélica; bucho; camomila; castanha-da-índia; choupo; feno-grego; guante ria; gengibre; ginkgo-biloba; ipê-roxo, kella; mil-folhas; pulmonária; quina; trevo-dágua; trevo-dos-prados; unha-de-gato; viburno Complementar estas informações com o texto abaixo: Interações entre fitoterápicos e drogas Os fitoterápicos podem interagir com outras substâncias, Aumentando ou Diminuindo seus efeitos ou até mesmo provocando reações tóxicas ao organismo. A lista abaixo contém as plantas e os fármacos ou classe farmacológica e seus efeitos quando utilizados concomitantemente. Ágar-ágar (Gelidium cartilagineum, Gracilaria confervoides, Gracilaria corne, Hypnea musciformis) – Álcool: precipita o Ágar – Taninos: precipita o Ágar – Sais de ferro: precipita o Ágar Agrião (Nasturtium officinale) – Acetaminofeno: aumento dos efeitos do acetaminofeno. – Digoxina: aumento dos efeitos da digoxina. Alcaçuz (Glycyrrhiza glabra) – Digoxina: aumento dos efeitos da digoxina. Alfavaca (Ocimum basilicum) – Hipoglicemiantes: aumento dos efeitos dos hipoglicemiantes. Alfazema (Lavandula angustifolia) – Depressores do SNC: aumento dos efeitos dos depressores do SNC. Algas calcáreas (Lithotamnium calcareum) – Dieta rica em ácidos graxos: reduz a absorção do cálcio e magnésio presentes nas algas calcáreas. – Dieta rica em fibras: reduz a absorção do cálcio e magnésio presentes nas algas calcáreas. – Óleo de fígado de bacalhau: aumenta a assimilação do cálcio presente nas algas calcáreas. – Anticoncepcionais orais: reduzem a absorção do magnésio contido nas algas. Algas pardas (Laminaria digitata, L.japonica, L.saccharina, Macrocystis pyrifera) – Anticoagualntes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. – Antihipertensivos: aumento dos efeitos dos antihipertensivos. Alho (Allium sativum) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. Aloés (Aloe vera) – Digoxina: aumento dos efeitos da digoxina. Angélica (Angelica officinalis) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. Anis (Pimpinella anisium) – Pentobarbital: aumento dos efeitos em animais do pentobarbital. Arnica (Arnica montana) – Antihipertensivos: diminuição dos efeitos dos antihipertensivos. Betônica (Stachys officinalis) – Anti-hipertensivos: aumento dos efeitos dos anti-hipertensivos. Buchu (Barosma betulina) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. Cacaueiro (Theobroma cacao) – Lítio: produção de efeitos tóxicos Caulophyllum (Caulophyllum thalictroides) – Anti-hipertensivos: diminuição dos efeitos dos antihipertensivos. – Inibidores da MAO: aumento dos efeitos dos inibidores da MAO. Camomila (Matricaria recutita) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. Carvão – Teofilina: diminuição dos efeitos da teofilina. Castanha-da-Índia (Aesculus hippocastanum) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. – Hamamelis (Hamamelis virginiana): potencialização dos efeitos da castanha-da-índia. Cava-cava (Piper methysticum) – Depressores do SNC: aumento dos efeitos dos depressores do SNC. Cavalinha (Equisetum arvense) – Diuréticos: aumento dos efeitos dos diuréticos. – Estimulante do SNC: aumento dos efeitos dos estimulantes do SNC. Celidônia (Chelidonium majus) – Doxorrubicina: aumento dos efeitos da doxorrubicina. – Sulfonamida: diminuição dos efeitos das sulfonamidas. Cenoura-silvestre (Daucus carota) – Antihipertensivos: aumento dos efeitos dos antihipertensivos. – Depressores do SNC: aumento dos efeitos dos depressores do SNC. Centelha asiática (Centella asiatica) – Hipoglicemiantes: diminuição dos efeitos dos hipoglicemiantes. Chá verde (Camellia sinensis) – Doxorrubicina: aumento dos efeitos da doxorrubicina. Choupo (Populus alba) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. – Lítio: diminuição dos efeitos do lítio. Cimicífuga (Actaea racemosa) – Antihipertensivos: aumento dos efeitos dos antihipertensivos. Crataegus (Crataegus oxyacantha) – Glucosídeos cardiotônicos: aumento dos efeitos dos glucosídeos cardiotônicos. Dente-de-leão (Taraxacum officinale) – Antihipertensivos: aumento dos efeitos dos antihipertensivos. – Diuréticos: aumento dos efeitos dos diuréticos. – Hipoglicemiantes: aumento dos efeitos dos hipoglicemiantes. Erva-de-são-joão (Hypericum perforatum) – Digoxina: aumento dos efeitos da digoxina. Eufórbia (Euphorbia pilulifera) – Anticolinérgicos: diminuição dos efeitos dos anticolinérgicos. – Inibidores da ECA: aumento dos efeitos dos inibidores da ECA. Feno-grego (Trigonella foenum-graecum) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes – Hipoglicemiantes: aumento dos efeitos dos hipoglicemiantes. Fumaria (Fumaria officinalis) – Antihipertensivos: aumento dos efeitos dos antihipertensivos. – Betabloqueadores: aumento dos efeitos dos betabloqueadores. – Digoxina: aumento dos efeitos da digoxina. Funcho (Foeniculum vulgare) – Pentobarbital: aumento dos efeitos do pentobarbital. Gaultéria (Gaultheria procumbens) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. Gengibre (Zingiber officinale) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. Germe de trigo (Triticum sativum) – Suplementos ferrosos: diminuição dos efeitos do germe de trigo. Giesteira-das-vassouras (Cystius scoparius) – Antidepressivos: aumento dos efeitos dos antidepressivos. – Betabloqueadores: aumento dos efeitos dos betabloqueadores. Gilbarbeira (Ruscus aculeatus) – Alfabloqueadores: aumento dos efeitos dos alfabloqueadores. – Lítio: produção de efeitos tóxicos Gingko biloba (Gingko biloba) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos doa anticoagulantes. Ginseng (Panax quinquefolius) – Hipoglicemiantes: aumento dos efeitos dos hipoglicemiantes. – Inibidores da ECA: produção de efeitos tóxicos. Ginseng-siberiano (Eleutherococcus senticosus) – Hipoglicemiantes: aumento dos efeitos dos hipoglicemiantes. Guaçatonga (Casearia sylvestris) – Vitamina K: antagosnimo Guar (Cyamopsis tetragonolobus) – Fibras insolúveis: potencialização dos efeitos das fibras. – Pectina: potencialização dos efeitos de ambos. Guaraná (Paullinea cupana) – Teofilina: aumento dos efeitos de ambos. Hidraste (Hydrastis canadensis) – Antihipertensivos: aumento dos efeitos dos antihipertensivos. – Digoxina: aumento dos efeitos da digoxina. Hortelã-pimenta (Mentha piperita) – Camomila (Matricaria recutita): potencialização da atividade antiespasmódica e lenitiva Ioimbé (Corynanthe yohimbe) – Antidepressivos: aumento dos efeitos dos antidepressivos. – Sedativos: aumento dos efeitos dos sedativos. Ipê-roxo (Tabebuia impetiginosa) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. Jaborandi (Pilocarpus jaborandi) – Anticolinérgicos: diminuição dos efeitos dos anticolinérgicos. Jalapa (Exogonium officinale) – Calomelanos: potencialização da ação purgativa. Khella (Amni visnaga) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. – Antihipertensivos: aumento dos efeitos dos antihipertensivos. Losna (Artemísia absinthium) – Incompatível com sais de ferro, zinco e chumbo. O infuso não deve ser adoçado, pois o açúcar e o princípio amargo são incompatíveis. Lúpulo (Humulus lupulus) – Depressores do SNC: aumento dos efeitos dos depressores do SNC. Maracujá (Passiflora alata) – Álcool: aumento dos efeitos do maracujá. – Anti-histamínicos: aumento dos efeitos do maracujá. – Pentobarbital: aumento dos efeitos do pentobarbital. – Morfina: aumento dos efeitos da morfina. – Anfetaminas: diminuição dos efeitos das anfetaminas. Melissa (Melissa officinalis) – Pentobarbital: aumento dos efeitos do pentobarbital. Mil-folhas (Achillea millefolium) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. – Antihipertensivos: aumento dos efeitos dos antipertensivos. Mirto (Myrtus communis) – Hipoglicemiantes: aumento dos efeitos dos hipoglicemiantes. Nogueira (Juglans regia) – Aloés-do-cabo: incompatibilidade. – Musgo-da-Irlanda: incompatibilidade. – Condurango: incompatibilidade. – Quina: incompatibilidade. Pepino (Cucumis sativus) – Diuréticos: aumento dos efeitos dos diuréticos. Pimentão (Capsicum frutescens) – Antihipertensivos: diminuição dos efeitos dos antihipertensivos. – Lítio: produção de efeitos tóxicos. Piscídia (Piscidia erythrina) – Depressores do SNC: aumento dos efeitos dos depressores do SNC. Pólen de abelha – Hipoglicemiantes: diminuição dos efeitos dos hipoglicemiantes. Prímula (Primula officinalis) – Diuréticos: aumento dos efeitos dos diuréticos. – Sedativos: aumento dos efeitos dos sedativos. Psyllium (Plantago psyllium) – Outros medicamentos: ingerir em um intervalo de 1 a 2 horas antes ou depois da ingestão de Psyllium. – Fibras (solúveis e insolúveis): ingerir em um intervalo de 1 a 2 horas antes ou depois da ingestão de Psyllium. O consumo de alimentos ricos em fibras pode aumentar os efeitos. Pulmonária (Pulmonaria officinalis) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos doa anticoagulantes. – Digoxina: aumento dos efeitos da digoxina. Quina (Cinchona sp) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. Salsaparrilha (Smilax sp) – Sais de cálcio: facilita a reabsorção dos sais de cálcio – Derivados digitálicos: facilita a reabsorção dos derivados digitálicos. Sálvia (Salvia officinalis) – Anticoncepcionais orais: aumento dos efeitos dos anticoncepcionais orais. – Sais de ferro: reduzem a ação da sálvia. Sene (Cassia angustifolia) – Sais ácidos: incompatibilidade – Álcalis: incompatibilidade – Carbonatos alcalinos: incompatibilidade – Drogas espasmolíticas: incompatibilidade – Drogas eméticas: incompatibilidade Tanchagem (Plantago major) – Carbamazepina: diminuição dos efeitos da carbamazepina. Tepezcuite (Mimosa tenuiflora) – Drogas imunoestimulantes: o Tepezcuite aumenta o efeito das drogas imunoestimulantes Trevo d’água (Menyanthes trifoliata) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. Trevo-dos-prados (Trifolium pratense) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. – Digoxina: aumento dos efeitos da digoxina. Unha-de-gato (Uncaria tomentosa) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. – Antihipertensivos: aumento dos efeitos dos antihipertensivos. Uva-ursi (Arctostaphylos uva-ursi) – Bebidas / Substâncias ácidas: evitar o uso interno e externo concomitante. Valeriana (Valeriana officinalis) – Depressores do SNC: aumento dos efeitos dos depressores do SNC. Viburno (Viburnum prunifolium) – Anticoagulantes: aumento dos efeitos dos anticoagulantes. Visco (Viscum album) – Depressores do SNC: aumento dos efeitos dos depressores do SNC. – Sedativos: aumento dos efeitos dos sedativos. Bibliografia consultada: fone:www.fitoterapia.com.br TESKE, M. TRENTINI, A.M. Herbarium, Compêndio de fitoterapia. Ed. Herbarium 4º edição.2001. FETROW,C., AVILA, J. Medicina alternativa para o profissional. Ed. Guanabara Koogan. 2000.<

Tratamentos Fitoterápicos Propostos

A Literatura fitoterápica cita a planta: Pimenta-cumari. A vitamina K é importante para o nosso corpo, pois participa do processo de coagulação do sangue. Sua deficiência pode estar relacionada com ocorrência de hemorragias. ATENÇÃO: se houver utilização de anticoagulantes orais, não é necessário restringir estes alimentos [abaixo citados] e sim, consumir uma quantidade regular todos os dias: ALIMENTOS FONTE DE VITAMINA K: -folhosos verde-escuro [couve-flor, espinafre, almeirão, brócolis, couve-de-bruxelas, agrião, -outros vegetais: aspargos, repolho, alface -grão-de-bico e lentilha -fígado de boi e de aves -oleaginosas como nozes e castanhas -óleo de soja, canola e azeite de oliva -folhas de chá preto e chá verde fervidos NOTA: os sachês pronto desses chás NÃO SÃO fontes de vitamina K.—
fonte: Hospital Sírio Libanês: Serviço de alimentação 011 3155 0376 –

> TELES:estas recomendações de uso de plantas para diminuir a coagulação do sangue nas veias e artérias, podem ajudar [com acompanhamento médico], a reduzir dosagem de produtos halo páticos tais como XARELTO QUE SÃO MUITO USADOS EM CARDIOPATIAS E NOS Portadores DE MARCA-PASSO;que com a indispensável ATUAÇÃO COMO ANTICOAGULANTE, TRAZEM OS OS INCONVENIENTES DE: MANCHAS ESCURAS NA PELE POR ATÉ PEQUENOS ChOQUES E O RISCO COM PEQUENOS  ACIDENTES COMO CORTES RASOS COM LÂMINAS [BARBA] ATE GRAVES COM CORTES PROFUNDOS [acidente  com veículos]