Nome da Doença: URTICÁRIA -(urticária nervosa) - alergia na pele;
 
 
Tratamento: Sergundo Dirceu (dirceu@paz.org.br), usar Carobinha do campo (a raíz tem aparentemente efeitos mais fortes do que as folhas) ou Espinheira santa (usar folhas) , ambas em uso interno, na forma de infusão ou decocto, dose normal, 3 vezes ao dia; Dirceu indica: uso interno para pele ficar bonita: Chapéu-de-couro (Echinodorus macrophyllus), [podendo-se usar as duas espécies conhecidas: de folha grande e folha menor], associada com erva-lanceta; ver dados das plantas neste site; ótima indicação para afecções cutâneas: Espinheira-santa (Maytenus illicifolia), uso interno, folhas, decocto, infuso, ver dados da planta. Pesquisar mais dados em DOENÇAS, usando as palavras-chave: pele, derm,
 
 
Sintomas: É uma reação na pele que afeta mais de 20% da população em algum momento da vida. Podem aparecer vergões vermelhos, elevados, mudando de tamanho e forma rapidamente. As lesões podem ser mais ou menos localizadas. São chamadas de urticárias agudas aquelas com menos de 30 dias de evolução e urticárias crônicas aquelas com mais de 4 a 6 semanas de evolução. Como se desenvolve ou se adquire? A urticária pode ser causada ou desencadeada por alguns alimentos, medicamentos, inalantes, infecções, verminose, doenças sistêmicas, agentes físicos (frio, calor, pressão, luz) e fatores emocionais. O que se sente? Aparecimento súbito de manchas avermelhadas elevadas que tendem a ter o centro mais claro, isoladas ou em grupos, com formato irregular, trocando rapidamente de lugar. Em geral, a coceira é intensa, podendo estar ausente em alguns casos. As lesões também podem apresentar ardência e ferroadas. Como o médico faz o diagnóstico? O diagnóstico é feito pelas lesões e sua história rápida de aparecimento. Muitas vezes são necessários exames de sangue, urina e fezes para ajudar na detecção de alguma doença associada ou desencadeante. Para alguns casos mais raros é importante o exame de pele - biópsia - para descartar outras patologias (doenças) dermatológicas. Como se trata? Nos casos graves, com dificuldade de respirar, o tratamento deve ser uma emergência médica. Nos casos moderados a leves, o tratamento pode ser com medicações por via oral ou de alívio dos sintomas com medicações tópicas (de passar na pele). Sempre se deve investigar a causa, na tentativa de evitar o fator desencadeante. Como se previne? As orientações gerais são direcionadas na busca da causa do processo, enfatizando sempre a procura do uso de medicamentos, contatos, alimentos ou outros desencadeantes. Quando for identificado um agente causador, o paciente deve ser informado claramente e orientado a não entrar mais em contato com esse agente, bem como a usar um identificador de alerta (plaquinha de aviso). FONTE: www.abcdasaude.com.br Urticária nervosa Urticária é uma erupção alérgica caracterizada por empolação da pele e coceira intensa. O aspecto é de placas avermelhadas, inchadas e quentes, que surgem repentinamente e desaparecem, na maioria das vezes, em minutos ou horas. Há os casos de urticária crônica, nos quais as placas se sucedem por mais de três meses. A urticária depende de uma predisposição genética da pessoa. Com freqüência, o paciente tem outras manifestações alérgicas, como asma, rinite ou dermatite atópica. Causas da urticária A crise de urticária depende do contato do organismo predisposto com um alergeno (um agente que provoca alergia), que pode ser um alimento, um inalante, um contactante, frio, calor, medicamentos. A reação que se segue leva a uma alteração num tipo de célula, chamada mastócito, que libera histamina (uma substância química) e esta desencadeia uma dilatação de vasos e saída de líquido para os tecidos. Também pode haver urticária por doenças internas, razão por que são sempre necessários exames gerais. A maneira de evitar a urticária é descobrir seu agente causador e impedir que ele entre em contato com o organismo. Isso é difícil, porque, apesar dos exames e dos testes alérgicos, pelo menos metade dos casos fica sem esclarecimento quanto à sua origem. Tensão e urticária Entre as urticárias que terminam sem causa conhecida está aquela que se relaciona com a tensão emocional. Não é possível demonstrar essa relação, mas chega-se a essa suposição acompanhando o desenvolvimento de uma crise. Sugestivamente, a erupção aparece em fase de estresse e tem fases de melhora e reaparecimento, em coincidência com momentos de mais tensão. Um aspecto curioso é o fato de a pessoa ir dormir sem urticária e acordar, no meio da noite ou pela manhã, coçando-se e cheio de placas. Esse fato indica uma provável origem emocional, porque, durante a noite, o paciente não entra em contato com nenhum alergeno novo nem tem contato renovado com os alergenos diurnos. O único elemento presente é a mente, que não dorme e que, durante o repouso físico, traz as imagens do que foi vivido durante o dia para eliminação de tensão ou para compreensão ou esclarecimento, segundo se supõe. Um caso real Tive uma paciente que começou a ter urticária, quando sua casa entrou em reforma e ela teve que mudar-se, com o marido e os filhos, para a casa da sua mãe, que era em local distante de onde morava e onde tinha todas as facilidades, inclusive a escola dos filhos. O transtorno de uma morada transitória, mais o tempo perdido em providências que estavam equacionadas em sua casa, mais os problemas com material e artífices para a reforma, coincidiram com a instalação de crises de urticária. Quando a atendi estava em estado nervoso muito intenso a ponto de necessitar ingerir um tranqüilizante. Esse estado permaneceu por meses apesar dos antialérgicos prescritos. Quando finalmente a reforma terminou e voltou para sua casa, a urticária desapareceu e nunca mais voltou. Não há prova material do nexo entre a tensão emocional e a erupção, mas a ocorrência dela durante o período de estresse foi muito significativa. Enquanto não se dispuser de um exame que demonstre materialmente que estresse causa urticária, restará sempre a dúvida. Mas há muitos casos em que, excluídas todas as possíveis causas, sobra apenas o estado emocional como possível razão. Ainda mais quando a urticária termina no momento em que o estresse acaba. Colaboração: Dr. Roberto Azambuja - Dermatologista URTICÁRIA, VITILIGO e DERMATITE ATÓPICA Entende-se atualmente por Urticária, o surgimento relativamente agudo de lesões avermelhadas (eritematosas), papulosas (em relevo elevado), numa área de pele circunscrita, que desaparece à pressão digital e que, caracteristicamente, se acompanha de prurido (coceira). A Urticária aparece de repente e pode desaparecer rapidamente em uma ou duas horas, podendo também durar até 24 horas. Freqüentemente se apresenta em grupos de manchas e aparecem novas manchas enquanto outras desaparecem. Calcula-se que 20% da população tenha sofrido uma erupção de Urticária em alguma etapa de sua vida. Até aproximadamente a década de 50, a Urticária, doença caracterizada pelo aparecimento de placas (pápulas) avermelhadas, difusas ou localizadas, era considerada uma doença essencialmente alérgica. Acreditava-se, exclusivamente, que a Urticária seria um efeito secundário à ingestão de certos alimentos ou medicamentos mas, o enfoque moderno deste problema aponta para causas alérgicas e não alérgicas. Vitiligo é uma descoloração da pele em certas áreas, de causa desconhecida e, embora não provoque danos à saúde, é um problema com pouquíssimas alternativas de tratamento. Portanto, o Vitiligo é uma patologia de despigmentação, onde manchas branco leitosas na pele, especialmente nos pés, mãos, órgãos genitais e face. Normalmente são bilaterais, mas também se apresentam únicas, isoladas ou disseminadas. A causa disto ainda não está clara mas fenômenos auto-imunes parecem estar associados, assim como, alterações ou traumas emocionais que podem atuar como fatores desencadeantes ou agravantes. A freqüência e prevalência do Vitiligo são relativamente elevadas. Independentemente de haver ou não morbidade nessas manchas, do ponto de vista patológico, para a pessoa que não nasceu com essas manchas, ir perdendo gradativamente a cor, pode ser extremamente traumático. A Dermatite Atópica é um transtorno crônico e recorrente da pele que se caracteriza por lesões com vermelhidão, prurido intenso, e freqüentemente ressecamento em diferentes partes do corpo, que se apresenta em episódios agudos, por tempos e intensidade variáveis e, geralmente, também com períodos sadios de duração variável. Índice de Dermatologia Psicossomática Delírio Parasitário Psoríase Dermatite Atópica Dermatite Seborreica Urticária Crônica Herpes Simples Genital Lúpus Vitiligo Índice de Cardiologia Psicossomática - Psicossomática - Psicotrópicos - Personal. Tipo A - O Enfartado - O Hipertenso - A emoção na UTI - Doença e o Doente - Arritmias e Depressão - Coagulação URTICÁRIA Entende-se atualmente por Urticária, o surgimento relativamente agudo de lesões avermelhadas (eritematosas), papulosas (em relevo elevado), numa área de pele circunscrita, que desaparece à pressão digital e que, caracteristicamente, se acompanha de prurido (coceira). A Urticária aparece de repente e pode desaparecer rapidamente em uma ou duas horas, podendo também durar até 24 horas. Freqüentemente se apresenta em grupos de manchas e aparecem novas manchas enquanto outras desaparecem. Calcula-se que 20% da população tenha sofrido uma erupção de Urticária em alguma etapa de sua vida. Até aproximadamente a década de 50, a Urticária, doença caracterizada pelo aparecimento de placas (pápulas) avermelhadas, difusas ou localizadas, era considerada uma doença essencialmente alérgica. Acreditava-se, exclusivamente, que a Urticária seria um efeito secundário à ingestão de certos alimentos ou medicamentos mas, o enfoque moderno deste problema aponta para causas alérgicas e não alérgicas. Quando a Urticária permanece ativa por 6 semanas ou mais é denominada Urticária Crônica e se constitui em sério problema médico, visto a dificuldade de se fazer um diagnóstico preciso de sua causa. Além deste aspecto duradouro da crise de urticária da Urticária Crônica, o quadro tende a permanecer por longo tempo num eterno vai-e-vem das crises (em termos médios cerca de 5 anos). A Urticária crônica é uma doença de origem multifatorial, envolvendo células e estruturas protêicas que constituem a pele, cujo mecanismo inflamatório não depende exclusivamente do envolvimento da pele, mas sim do organismo geral. O início dos sintomas da Urticária é mediado pela histamina, mas o processo todo da doença é mais complexo. O verdadeiro responsável pela manifestação local ou corporal da Urticária é a célula sanguínea chamada mastócito. Os mastócitos costumam estar muito aumentados no sangue periférico dos pacientes com Urticária, mas esse aumento observado não resultaria de um verdadeiro defeito primário do organismo mas, possivelmente, da indução (física ou emocional) desse defeito que quebraria o equilíbrio biológico da fisiologia da pele normal. Além da presença aumentada de mastócitos no paciente com Urticária, costuma estar presente sempre um infiltrado linfocitário em maior ou menor densidade, acompanhado, ocasionalmente, também de eosinófilos. Existem relatos de sobra na literatura média da associação entre Urticária Crônica e fatores psicossomáticos, mas tal associação tem sido desprezada nos modelos de investigação causal clássicos. Apesar desse descaso da dermatologia, Diniz Moreira (1983), citado por Melo Filho (Psicossomática Hoje, Ed. Artes Médicas) reviu 12 pacientes com Urticária Crônica, adotando, além de um modelo investigativo etiológico clássico, também uma abordagem integral do doente. Observou que em cerca de 80% dos casos existiam conflitos emocionais na origem e na manutenção dos sintomas da Urticária Crônica. Hoje se sabe, seguramente, que este distúrbio se classifica naqueles de natureza psicossomática. Tipos de Urticária Uma forma comum da Urticária é o chamado Dermografismo. Trata-se de uma alteração cutânea que acomete até 5% da população gerla e consta de uma Urticária produzida por fricção ou coceira sobre a pele, ocorrendo freqüentemente depois de banho quente ou quando se usa roupa apertada. O nome Urticária Colinérgica é destinado para a Urticária que se desenvolve depois de atividades que aumentam a temperatura corporal. As atividades que podem causar este tipo da doença incluem: banhos de imersão, ducha muito quente, hidromassagem, exercício, febre ou ansiedade e tensão emocional. Calcula-se que 5% a 7% dos pacientes que sofrem de Urticária podem apresentar a Urticária Colinérgica. A Urticária induzida pelo frio se apresenta depois da exposição ao vento ou à água a temperatura muito baixa. Esta Urticária pode aparecer nas extremidades e, geralmente, em qualquer área exposta do corpo. A Urticária Solar é aquela causada por exposição à luz solar ou à lâmpadas solares, podendo ocorrer uma reação dentro de um a três minutos. O exercício pode ser outra causa de Urticária. Alguns indivíduos afetados por esse tipo de Urticária podem também desenvolver obstrução pulmonar e/ou perda de consciência. Esta grave reação se denomina Anafilaxia Induzida pelo exercício. Cerca de 80% dos casos de Urticária Crônica são apontados como sendo de causa desconhecida. Em conseqüência da abordagem terapêutica utilizada, pôde apreciar evolução muito mais favorável em confronto com os dados disponíveis na literatura médica, pois em cerca de 55% dos casos os sintomas desapareceram em média com 4 meses de tratamento. Em todos os casos criaram-se condições para um verdadeiro processo psicoterápico entre o paciente e o médico alergista, levando a uma eficácia clínica nitidamente superior à obtida com a clássica abordagem organicista. DERMATITE ATÓPICA A Dermatite Atópica é um transtorno crônico e recorrente da pele que se caracteriza por lesões com vermelhidão, prurido intenso, e freqüentemente ressecamento em diferentes partes do corpo, que se apresenta em episódios agudos, por tempos e intensidade variáveis e, geralmente, também com períodos sadios de duração variável. Além disso, se caracteriza por manifestar uma reatividade muito alta da pele a estímulos físicos e irritantes diretos, e uma maior suscetibilidade a certo tipo de infecções cutâneas, como por exemplo, aos fungos ou ao estafilococo. As pessoas com Dermatite Atópica são, em resumo, portadoras de pele muito delicada ou sensível. Tem-se podido demonstrar uma tendência genética hereditária nesta doença, freqüentemente ligada a outras doenças, tais como Asma Brônquica e Rinite Alérgica. Por isso se aventa a possibilidade de demonstrar a participação de reações alérgicas como a causa da grande maioria dos casos com este transtorno, ainda que tenhamos de esclarecer outros muitos fatores que influenciam a evolução e severidade da Dermatite Atópica. Anteriormente a Dermatite Atópica era conhecida como "Neurodermatitis", sugerindo, como já que se demonstrou, que este tipo de pele teria uma reação anormal a certos estímulos cutâneos, devido a alterações nas terminações nervosas sensitivas. Essas terminações nervosas normalmente controlam, por exemplo, a sudorese, a dilatação dos capilares ou a secreção das glândulas sebáceas da pele. Desgraçadamente, este tem originado que se mal interprete como um transtorno de origem psicológica ou "nervosa", e que, ainda úm hasta a fecha, muitos de estes casos se manejem inadequadamente com sedativos, psicoterapia, etc. O Estresse e a Dermatite Atualmente se sabe, que, ainda que o estresse ou as emoções intensas podem exacerbar ou produzir um novo brote de dermatites, este não quer dizer que esta seja a causa do transtorno em si. Isto é, o estresse é mais outro dos fatores que influem neste transtorno,assim como também o são: o excesso de suor; de sol; de frio; o roce com roupas ásperas; o contacto direto com sustâncias irritantes como os solventes, sabões, detergentes, combustíveis, e certos metais. Quanto aos fatores alérgicos, os alimentos são os mais freqüentemente relacionados com a sensibilização cutânea, sejam eles ingeridos ou mantidos contato diretamente na pele. Também muito freqüentes são os sensibilizantes cutâneos diretos de muito diversos tipos: cremes lubrificantes; com antibióticos; alguns sabões e detergentes; materiais plásticos como o látex, nylon, a lycra ou o dacróm, e alguns metais como o níquel e o zinco, utilizados em guarda-roupas. A maioria dos casos se apresenta por brotes agudos de irritação de algumas zonas da pele, e os sítios afetados variam muito, dependendo da idade da pessoa doente. Em os lactantes é freqüente em nádegas, frente, peito, espalda e superfícies laterais externas de pernas e braços e parte interna dos punhos. Em crianças escolares tendem a aparecer más em as pregas da pele de pescoço, braços, e pregas de joelho. Na etapa de adulto, pode seguir com predomínio em pregas, mas aparecem também, em forma de lesões fixas crônicas em diferentes partes do corpo, em o tórax, braços ou pernas e pode afetar também as mãos, sobre todo em mulheres. A característica principal e distintiva de qualquer das formas da doença é, o prurido, o qual pode ser intenso e em ocasiões difícil de controlar. Algumas vezes estes episódios cedem solos si não são intensos, e não requerem medicamentos ou cremes empecias, entretanto, a maioria das vezes si se necessitam. Estas recaídas podem durar poucos dias ou manter-se por tempos muito prolongados, dependendo da causa e da severidade e extensão das zonas afetadas em cada caso. A evolução, na maioria dos casos, é para a remissão total das recaídas, mas o processo normalmente leva anos, muitos ou poucos, segundo seja a severidade inicial do transtorno. Nos casos mais severos, com lesões na maior parte do corpo, e que respondem dificilmente aos tratamentos convencionais, a melhora com o passar do tempo pode ser pouca e muito poucas as probabilidades de que se cure totalmente com qualquer tipo de tratamento. Estes casos podem ser extremamente sensíveis a uma grande variedade de alérgenos e podem acompanhar-se de outras anormalidades do sistema imunológico (de "defesa"), pelo que requerem intervenção de um especialista em Alergia, pois requerem estudos especiais adicionais e tratamentos mais agressivos. Ballone GJ - Psicossomática e Dermatologia; Urticária, Vitiligo e Dermatite - in. PsiqWeb, Internet, disponível em 2002
 
 
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